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02/08/2017 12:35:02 (#565) - Travessia Norte-Sul Caparaó - um caminho que quase deu MUITO errado por muitos motivos

Esse é um relato do que se tornou uma travessia que quase deu MUITO errado por vários motivos. Uma das coisas que aconteceu foi, por muito pouco mesmo, termos sairmos de lá sem sermos multados e sem um processo por crime ambiental (por acessar e acampar em áreas intangíveis do parque).
Além disso, alguns trechos foram muito perigosos, o que fez tomarmos a decisão de não sairmos por onde entramos e nos encrencarmos ao "nos entregar", durante a saída.
Em uma pesquisa posterior vimos que provavelmente seríamos enquadrados (mesmo não causando "danos" oficialmente, só por termos acessado essas áreas) na
Lei 9.605 de 12 de fevereiro de 1998 - Lei dos Crimes Ambientais
Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, e dá outras providências.

Então, não se meta nessa roubada e leia o relato até o fim para ver que o único risco não foi o icmbio.

Depois de um dia de escaladas em Arcos, a Lorena e eu seguimos estrada rumo nossa próxima meta, o Parque Nacional do Caparaó.

Para não nos matar na estrada, nós fizemos esse percurso em dois dias, parando para dormir perto de BH, chegando "perto" do Caparaó só no Domingo, dia 23, na hora do almoço (para um merecido almoço). De lá, depois de algumas voltas e fotos pela cidade, seguimos nosso caminho e finalmente chegamos onde era planejado:

Dia 1 - Chegada e início da subida
Já no finalzinho da tarde chegamos em São João do Príncipe, ES, onde iniciaríamos nossa caminhada e, com as últimas luzes do dia fomos subindo, ainda de carro, por entre alguns cafezais (a região é famosa por seu café), até chegarmos a um ponto onde não era sensato tentar continuar com um carro "normal" (de 4x4 daria para continuar).

Nesse local organizamos as mochilas, guardamos as tralhas restantes no porta-malas, estacionamos o carro em um local que não atrapalharia a passagem, deixamos um "recado" no painel informando que aquele carro não estava abandonado e, já com as headlamps na cabeça, começamos a subir.

Esse primeiro trecho foi tranquilo (acabamos, depois de uns 20 minutos, descendo novamente até o carro para buscar a carta topográfica e bússola que tínhamos esquecido no porta-luvas - nosso "backup" de navegação caso o GPS desse algum problema) e, uns 50 minutos de caminhada depois, estávamos em um grande platô, perto de um rio, onde aparentemente bastante gente acampa (inclusive com vestígios de fogueiras). Nesse local armamos a barraca, fizemos um lanche e logo fomos dormir.

Dia 2 - Procurando a trilha e seguindo o rio
No dia seguinte acordamos cedo com o despertador do relógio, sem muita pressa tomamos nosso café da manhã, deixamos as coisas secando por algum tempo e, perto das 8h30, começamos a caminhada pela trilha que segue para o rio. Em poucos minutos passávamos pela água, continuamos seguindo por uma boa trilha (em alguns locais estava mais fechada, principalmente por bambuzinhos, mas tranquilamente "atravessáveis" - inclusive foi provavelmente em um desses trechos que perdi meus óculos de Sol - e com isso perdemos mais ou menos 1 hora voltando um trecho o procurando) até sairmos em um outro possível ponto frequentado para acampamento, ao lado de outro riacho. A partir de lá que as coisas começaram a complicar.

Logo que atravessamos o rio entramos na trilha e já percebemos que não era mais aberta como a anterior. Certamente as pessoas devem frequentar o riacho e mais certamente não se enfiam em roubada para subir a serra. Fomos tentando seguir por onde dava, em diversos trechos víamos marcas antigas de bambus cortados e marcações em árvores mas não estávamos conseguindo progredir, nesse ritmo levaríamos 3 meses para chegar a algum lugar. Cansados de procurar o caminho inexistente (não tínhamos nem como abrir porque não levamos facão, na esperança de acharmos a trilha) conversamos e vimos que a melhor (ou menos pior) opção seria subir pelo leito do rio, uma opção paralela a trilha que não encontramos, mas que (acreditávamos) nos levaria ao mesmo local no topo.

Sendo assim, perto das 13h30, já tendo perdido MUITO tempo, começamos a subida pelo riacho que, no começo, foi muito tranquila (nem molhamos os pés). Cerca de 1 hora depois uma bifurcação no rio, seguimos subindo e o rio foi inclinando, inclinando, inclinando até que chegamos à base de uma cachoeira de uns 50 metros. Como havia pouco volume de água sua lateral estava bem seca e, apesar de ter sido basicamente uma escalada de um 3º grau, conseguimos subir até seu topo.

De lá, mais um trecho "tranquilo", por rio, até chegar em mais uma cachoeira, essa sim, impossível de ser subida (rocha molhada e mais inclinada). Após analisar o local seguimos a beirando, pelo meio da mata, até que, já no final da tarde, estávamos perto do seu topo, com o clima fechando, a luz acabando e só pensando que tínhamos que achar um local aberto e plano para podermos acampar (e estávamos em pirambeiras).

Fomos subindo e, felizmente, encontramos um lugar plano e mais aberto, quase no topo da crista (que só soubemos que estávamos perto no dia seguinte) onde pudemos largar as mochilas, descer até o riacho para buscar água, armar acampamento, jantar e dormir.

Dia 3 - Seguir ou voltar? Eis a questão.
No nosso 3º dia acordamos, tomamos café e logo começamos a andar, ainda para cima, até o topo da crista que estava bem perto de nós. Lá de cima, mais um problema: penhascos para todos os lados. Sem a possibilidade de atravessar (desceríamos muito, por mata fechada, para subir muito, por mata também fechada, do outro lado), decidimos descer até o ponto de água para nos reabastecer e pensar no que fazer. Essa hora eu já sabia que tínhamos entrado em uma roubada ao subir aquelas cachoeiras e que, voltar por onde tínhamos subido, não era uma boa ideia.

No riacho olhamos no GPS o track que tinha planejado como "possivelmente possível", olhávamos também as curvas de nível e, ao reabastecer nossos reservatórios, mais uma "feliz" surpresa: o camel back, onde carregaríamos 2 litros de água, estourou no local da tampa. Tão animado quanto um "bicho preguiça em uma manhã de inverno" eu, por muito pouco, não decidi abortar a subida e começar a descer (se não fossem as cachoeiras que tínhamos subido no dia anterior, eu teria descido e ido pra cidade tomar capuccino quente em uma padaria).

Entretanto, como tínhamos comida suficiente para vários dias (6 dias de caminhada + 5 jantas além de algum extra de emergência) e, sabendo que encontraríamos água no possível caminho a seguir, enchemos nossas duas garrafas de água ainda inteiras (apenas 2 litros) e combinamos continuar tentando subir até às 14 horas, caso nesse horário não estivéssemos em um local com pelo menos a esperança de conseguir seguir (leia-se sair de pirambeira e mata fechada, chegando em campo de altitude), viraríamos e voltaríamos pelo mesmo caminho (pelo menos sabíamos onde daria para acampar e que teria bastante água para baixo).

Fomos subindo, desliguei o cérebro e segui "para o alto e avante", atravessando bambuzinhos e entre árvores por onde dava. Felizmente, com o tempo (um longo tempo), a mata foi abrindo e, quando estávamos por volta da cota de 1900 metros, finalmente, chegamos ao tão amado campo de altitude, onde você consegue andar sem a perna enroscar a cada 30 cm.

Com o ânimo voltando a aparecer no corpo e vendo que era possível seguir até onde pretendíamos (nossa ideia inicial, nessa viagem, era subir por essa trilha até uma montanha na crista da Serra, descer pelo mesmo caminho e, depois, entrar pela portaria oficial do parque para outras trilhas e montanhas) fomos subindo. Só que, agora, a possibilidade de descer pelo mesmo caminho, ficava mais distante a cada passo que dávamos.

Quanto mais subíamos melhor ficava o terreno, por precaução marcava no GPS alguns pontos importantes e fomos ganhando altitude, agora já visualizando um primeiro cume a nossa frente, que soubemos depois ser o Morro (ou Pedra) da Tartaruga. Continuamos a caminhada e, perto das 13h30, estávamos em seu cume, a 2497 m de altitude (nota: o carro havia ficado a 1011 m de altitude).

Lá uma breve pausa, alguns vídeos e fotos (que no final foram apagados - leia o relato até o final para saber o porquê) e, ao nosso lado, o que era nossa meta inicial, o Pico do Tesouro, conhecido localmente como Cabritos, para onde seguimos e chegamos menos de 1 hora depois.

Apesar da ideia inicial da viagem ser subir essa montanha, por esse caminho, descer pelo mesmo caminho e depois, entrar pela portaria do parque para outras trilhas, depois do que havíamos passado no 1º dia, no rio, tínhamos decidido que isso não era mais uma opção válida e agora tinha se tornado uma travessia: sairíamos pelo outro lado do parque, ainda sem ter decidido se por Alto Caparaó ou Pedra Menina.

Animados por conseguir andar e ver o horizonte fomos seguindo descendo para o vale e, como eu sabia que havia um ponto de água em determinado local no col entre as montanhas, fomos até ele. Lá enchemos nossas únicas 2 garrafas de água e, bem perto, encontramos um local aberto para acampar (tudo bem que era um charco, mas como estava bem seco, em sua borda havia espaço plano e seco o bastante para armar a barraca). Depois disso foi só preparar o jantar e ter uma noite não muito bem dormida por causa das touceiras embaixo das nossas costas).

Dia 4 - Já que estamos aqui, vamos continuar...
No dia seguinte acordamos após a noite mais fria e úmida da viagem (cheguei a ver o relógio marcando 1,7ºC dentro da barraca e o higrômetro 91% de umidade), tomamos café, desarmamos a barraca e seguimos nosso caminho, primeiro de volta ao riacho para nos reabastecer.

Como o camelback havia quebrado em sua tampa e tínhamos apenas recipientes para carregar 2 litros de água resolvemos fazer uma gambiarra para podermos carregar um pouco mais: colocamos água no camel sem enchê-lo muito e, com um dos cordeletes de amarração da barraca, o amarramos de modo a conseguir carregar perto de 1,5 litros a mais daquele precioso líquido (mesmo sabendo que haveria mais água no caminho não queria arriscar ficar seco).

Com as mochilas de volta às costas fomos seguindo novamente para o alto, passamos pelo Tesourinho (que muitos chamam de Tesouro), descemos, subimos novamente até o Cruz do Negro, onde fizemos uma pausa para "almoço" (leia-se mais bolachas, amendoim, uva-passa e carboidrato em gel) e, vendo em nossa frente o Bandeira, Calçado e Cristal, descemos até a trilha "oficial" que leva do Terreirão (um dos locais de acampamento oficiais do parque) até o Pico da Bandeira.

Na trilha cruzamos por algumas pessoas que desciam, fomos subindo e logo saímos novamente do "caminho", seguindo então até o colo entre o Bandeira e o Pedra Roxa (chamado também de Balaio). No caminho repusemos parte de nossa água para a noite e manhã seguinte, com o final da tarde armamos o acampamento e, sem mochilas nas costas, apenas carregando headlamps, roupa para frio e câmeras, subimos até o cume da Pedra Roxa, para algumas fotos (que também seriam apagadas futuramente...). Com o Sol se pondo descemos, preparamos nosso jantar e finalmente uma boa noite de sono em um local plano e sem touceiras nas costas (e temperatura mínima de 2,7ºC e umidade abaixo de 30%).

Dia 5 - De volta à "legalidade" e a decisão de nos "entregar"
No nosso 5º dia (bem que eu considerava o 4º, o primeiro dia tinha sido só do carro até o primeiro platô) madrugamos para ver o Sol nascer, fiz mais algumas fotos (também algumas que foram apagadas...) e, de volta à barraca tomamos o café da manhã, arrumamos as coisas e seguimos nosso caminho em direção ao cume do Pico da Bandeira.

Perto das 9h30 chegamos ao cume (novamente em local permitido pelo parque), fizemos mais fotos e vídeos (o material feito a partir desse ponto sobreviveu :-D) e, sem muita pressa, começamos a descer passando pelo Calçado (que nem considero uma montanha, para mim ele é só um "ombro" do Bandeira) e pelos (comédia terem inventado isso, eu teria vergonha) "Pico 2" e "Calçado Mirim" (vergonha alheia de quem chamou aqueles morrinhos da crista de cumes...).

Continuando nossa caminhada e, já que estaríamos encrencados por entrar por um local não permitido e íamos sair por uma portaria, que então fosse uma travessia Norte-Sul de verdade, decidimos então sair por Pedra Menina, a portaria mais ao Sul do parque, no ES.

Durante o começo da descida, no col entre o Calçado e Cristal, escondemos nossas mochilas e, leves, fizemos ainda um "bate-volta" até o cume do Pico do Cristal de onde víamos, ao fundo, a crista que tínhamos percorrido e as nuvens que começavam a chegar na serra (o tempo fecharia, em diversos sentidos...).

De lá, agora praticamente "só para baixo", seguimos pela trilha que já sai na descida para Pedra Menina, durante a descida demos uma pequena desviada até a Pedra Duas Irmãs e, perto das 16 horas, chegamos ao que foi "oficialmente" o final da travessia, até onde seria possível chegar de carro, no acampamento Pedra Menina (até lá foram 42,8 km com 4248 m de subida acumulada). Só que, como não havia ninguém para nos resgatar, a caminhada ainda não tinha acabado: ainda faltava, pelo menos, 8 intermináveis quilômetros até a portaria.

Seguimos pela estrada (em um trecho ela chega a subir um pouco, até perto de 2200 m de altitude) mas depois despenca até a portaria da Pedra Menina, a 1375 m de altitude. Durante essa descida, com a incerteza de conseguir chegar à cidade e, muito menos de conseguir transporte para nos levar até o carro no dia seguinte, que decidimos realmente "tocar o foda-se" e pedir ajuda (e "nos entregar") na portaria, e assim o fizemos.

Já no escuro e com as headlamps na cabeça, perto das 18h40 chegamos exaustos à portaria, falamos com o segurança que precisávamos de algum taxi para nos levar para a cidade, assumimos a "cagada" e falamos de onde tínhamos vindo e, depois de dar nomes, números de documento, ele fazer um pequeno relatório e esperar o taxista, finalmente seguimos para uma pousadinha em Pedra Menina para o merecido banho e noite de sono em uma cama.

Dia 6 - Não teria caminhada mas agora sim as coisas complicariam...
Já dia 28 acordamos, tomamos um capuccino quente no quarto, depois um café, pão e pedaço de bolo da pousada, o taxista, com quem havíamos marcado no dia anterior chegou, colocamos as coisas no porta-malas e seguimos então nosso caminho de volta até onde havíamos deixado o carro. A volta foi tranquila, saímos de Pedra Menina, passamos por Caparaó, Alto Caparaó e então chegamos em Pedra Menina, de onde já fomos subindo até onde o carro nos esperava.

Nos últimos metros de subida, onde havia algumas pedras, descemos para que o taxi subisse mais embalado e, a pé, subimos esses metros finais, quando vi que havia uma caminhonete parada ao lado do meu carro. Chegando mais perto vi que era uma caminhonete do icmbio. Essa hora só pensei e comentei com a Lorena: fodeu!

Chegando ao carro dois fiscais do icmbio nos aguardavam (já nos chamando pelos nomes), um deles, com quem teríamos mais contato durante aquele longo dia, disse para a Lorena levar meu carro enquanto eu iria na caminhonete com eles e então seguimos de volta para Alto Caparaó, onde fica sua sede, dentro do parque.

No caminho uma pausa na cidade para comprar uma marmita (eles iam fazer isso e nos recomendaram fazer o mesmo já que o "trâmite" demoraria um pouco e já estava perto da hora do almoço), chegando no escritório do icmbio (entrando no parque por Alto Caparaó) almoçamos, aguardamos uns minutos e logo o fiscal nos chamou em sua sala.

Resumindo BEM o que se seguiu nas próximas horas foi eu me apresentar (sim, eu sabia que estava errado mas eu tenho bastante experiência em montanhismo, subo montanhas há muitos anos, não abri trilha - nem facão carregava, não fiz fogueira - carrego meu fogareiro, carreguei todo lixo gerado - e de outros que encontrei - para baixo) e, como sabia que "tinha feito merda" e que, já que estava encrencado, não adiantaria em nada inventar história, realmente assumi e falei que a ideia era só subir a primeira montanha pelo caminho que fizemos mas havíamos desistido de descer por lá por causa do risco (falei que preferia estar enrolado naquela situação do que morto na base de uma cachoeira).

O fiscal, de seu lado, apesar de entender meu lado (ele também gosta muito de montanhas) estava seguindo sua função e o que seu chefe havia dito: abrir um processo por crime ambiental e me multar por isso (ele foi muito simpático e atencioso, mas seu trabalho era pegar "criminosos" como eu e estava apenas fazendo sua parte).

O tempo foi passando, ele pediu também os cartões de memória das minhas câmeras para apagar (e copiar para seu HD para posterior relatório) as fotos e vídeos feitas de locais "onde eu não devia estar" (mais uma coisa que mostra que ele não queria apenas "nos ferrar", só estava fazendo sua função: ele apagou só o que nos incriminava, as fotos e vídeos de locais permitidos no parque continuaram comigo) e continuamos conversando. Eu, obviamente do meu lado, justificando meu "crime" e porque o havia cometido. O tempo foi passando, ele dizendo que eram ordens de seu superior mas, depois de uma ligação, ele voltou e disse que "nós tínhamos muita sorte", que ao final, por sermos experientes, um casal e não uma "galera", por sermos colaborativos, por não mentir, o processo não seria aberto (mas que as fotos continuariam sendo apagadas, que eu também tinha que sofrer pelo que fiz - ele percebeu quanto eu gosto das minhas fotos).

Assim, já na metade da tarde, fomos liberados e eu prometendo não incentivar que outras pessoas fizessem essa trilha (o que eu já não incentivaria, foi realmente uma roubada e eu não faria esse caminho novamente). A noticia boa é que, o parque, pretende abrir oficialmente a travessia que faz esse percurso (aí sim a trilha será aberta e ninguém terá que escalar cachoeiras), ai sim eu pretendo voltar (até falei para ele que, se precisar de ajuda na abertura, pode me chamar) ;-)

Então, fechando esse loooongo relato de uma trilha, que virou travessia, e que quase deu muito errado por diversos motivos, assumo que não me arrependo pela caminhada que fiz, que não a repetiria e que ainda foi o mais sensato nos "entregar" que tentar um retorno por onde havíamos subido. O PN Caparaó está bem longe para mim (800 km), o que faz com que eu não vá até lá tanto quanto gostaria mas, assim que essa trilha for oficialmente aberta (previsão de uns 2 anos), eu voltarei para repetir as fotos e vídeos que havia feito :-P

Algumas fotos (as que sobreviveram) da travessia estão no link Travessia Norte-Sul Caparaó.

- enviado por Tacio Philip às 12:35:02 de 02/08/2017.



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