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21/08/2015 21:04:29 (#531) - Subida da Pedra Grande de Itatiaia, Pedra Furada e outros cumes sem nome

No dia 15 de Agosto, depois de fazer uma Saída fotográfica para o Parque Augusta, no começo da noite a Lorena e eu acabamos de arrumar nossas coisas, passamos no mercado para comprar alguns lanches e pegamos estrada rumo Itatiaia.

Apesar dos sinais de cansaço e sono se pronunciando, a viagem foi bem e prefiro viajar com sono de noite/madrugada, que madrugar e dirigir. Assim, por volta das 2h, estacionávamos o carro em uma área aberta bem no começo da estrada que sobe da Garganta do Registro para o parque. Lá, sem perder muito tempo, rebatemos o banco de trás, colocamos as mochilas no banco da frente, abrimos os isolantes e sacos de dormir e mergulhamos no sono.

No dia seguinte, 16 de Agosto, dia que a Lorena e eu completávamos 1 ano de namoro, sendo que nos conhecemos no PNI, o despertador tocou às 6h30 mas o sono e preguiça não deram a coragem suficiente para sairmos dos sacos de dormir, o que fizemos só depois das 7h30, enquanto ouvíamos diversos carros subindo para o parque. Sem muita pressa fizemos nosso café da manhã, comemos, ajeitamos as coisas e começamos a subir, parando apenas na ponte para a clássica foto da Serra Fina.

Continuamos subindo e, às 9h40, com o carro já estacionado ao lado do antigo, totalmente abandonado, degradado e vazio Alsene, começamos a caminhada sentido travessia Serra Negra. Fomos descendo pela trilha da travessia até que, poucos minutos depois, pegamos o desvio que leva até a Pedra Furada. No caminho íamos olhando ao redor, tentando já identificar a Pedra Grande de Itatiaia e um cume sem nome, que também pretendíamos subir.

Cume da Pedra Furada

Fomos seguindo a trilha e, assim que chegamos ao colo da Furada, seguimos pela trilha que a contorna pela direita, atingindo o seu cume às 10h40, exatamente 1h após termos iniciado a caminhada. No cume diversas fotos, vídeo e então, uns 15 minutos depois, durante a descida, sugeri irmos até o cume secundário da Furada. Afinal, ir pra montanha e não varar um pouco de mato e se enfiar em roubada, não tem graça.

Fomos atravessando esse colo por onde era menos pior e então, às 11h20, chegamos ao seu cume, marcando 2540 m de altitude no GPS. Lá, mais algumas fotos e, vendo o caminho que seguiríamos para a Pedra Grande, decidimos que seria melhor descer pela crista oposta, direto para a trilha, em vez de retornar para a trilha da subida final da Furada. A descida foi mais tranquila que atravessar o colo e logo estávamos na trilha demarcada, que seguimos apenas alguns metros antes de sair para "descer" para o cume da Pedra Grande (o seu cume estava bem abaixo de nós).

Fomos seguindo pelo melhor caminho, em diversos trechos achamos bastante marca de mato pisado recentemente (talvez da Claudia que tinha me passado um track, afinal batia perfeitamente no GPS) e cada vez descíamos mais, até chegar em uma cerca, em um pequeno vale próximo a um riacho, onde paramos para um já tardio lanche.

Cume da Pedra Grande de Itatiaia

De lá atravessamos um pequeno bosque e então, depois de muito descer, começamos a subida final da Pedra Grande, seguindo pela sua crista, passando por um primeiro cume antes de chegar ao cume principal, com 2295 m de altitude, às 12h55.

No cume uma longa pausa pra fotos, mais vídeos e curtir um visual diferente do PNI com a imponente Serra Negra bem a nossa frente, o bairro Serra Negra abaixo e bem ao fundo o maciço de Agulhas, Sino e Altar.

Ficamos uns 20 minutos no cume e, como ainda faltava muito pra subir na descida da Pedra Grande (o carro estava mais alto do que onde estávamos) seguimos nosso caminho, voltando agora por uma trilha mais aberta que contorna a crista da Pedra Grande até o bosque em sua base.

Cume da Pedra Grande de Itatiaia

De lá mais uns poucos minutos até a cerca e então, como pretendíamos subir o cume sem nome que estava na nossa esquerda, em vez de voltar pelo cume da direita, que era por onde tínhamos descido, seguimos margeando a cerca até o riacho, onde fizemos mais uma pausa para lanche, e depois continuamos margeando a encosta antes do ataque final para cima, pela crista que nos levaria ao cume desejado.

A subida final é cansativa, bem inclinada, mas tínhamos um avanço bem rápido (inclusive com tempo para subir em um grande boulder isolado no caminho). Aos poucos fomos chegando ao final e a inclinação começava a diminuir e, subindo pela crista, íamos ora pelo lado direito, ora pelo esquerdo de uma antiga cerca (e nessas horas sempre penso em quem subiu lá carregando arame farpado e montou a cerca).

Cume sem nome perto da Pedra Furada

Às 14h55 chegamos ao cume sem nome, a 2503 m de altitude (o riacho abaixo tinha ficado a 2300 m). Neste cume, que fica em frente a Pedra Furada, do lado oposto da trilha que a sobe, ficamos um tempo descansando, fazendo mais algumas fotos, vídeo e então seguimos nosso caminho em direção à trilha da Pedra Furada, logo abaixo de nós.

Na descida encontramos uma ruína (talvez de um depósito para ferramentas ou algo assim, parecia ser apenas um quarto) e, ouvindo um barulho de radio próximo de nós, como eu acho que na trilha tinha visto um cara que não é nada "Santo" nem é a capital do Chile (um cara que segue para áreas "intangíveis" do parque mas não perderia oportunidade de me ferrar se me visse em alguma dessas que considera "particular"), ficamos um tempo sentados, esperando o som do rádio sumir, antes de seguir nosso caminho, chegando na trilha às 15h20.

De lá, felizes por termos conseguido realizar o planejado (repetir o cume da Pedra Furada, subir a Pedra Grande e o cume sem nome) seguimos nosso caminho de volta ao carro, fechando ao total 12,5 km de caminhada com 734 m de desnível acumulado.

Antes de descer demos ainda uma volta por dentro do Alsene (abandonado e cada vez mais degradado) e então começamos nossa descida para a sagrada pausa para compras na Garganta do Registro. De lá, com milho verde comido, tendo experimentado alguns queijos e com garrafas de mel e cocada no porta-malas, seguimos nosso caminho rumo Itamonte, passando em Passa-Quatro (onde o restaurante da Dona Filhinha estava fechado), seguindo então para o merecido jantar e hospedagem em Cruzeiro onde, no dia seguinte, ainda aproveitamos para passear e fotografar a estação abandonada da cidade (veja neste link o relato e fotos).

Como sempre, voltar ao PNI é sempre agradável e, nesta vez, teve ainda o gostinho especial de estar comemorando 1 ano de namoro com a Lorena (nos conhecemos lá). Além disso, ir para a montanha e subir cumes pouco explorados e inéditos para mim é muito mais agradável que subir os congestionados Agulhas Negras e Prateleiras, sempre lotados de agências de ecoturismo.

E, como sempre, fiz diversas fotos que podem ser vistas aqui no site no link Pedra Grande e Furada PNI.

- enviado por Tacio Philip às 21:04:29 de 21/08/2015.



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