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01/10/2014 21:39:43 (#506) - Pedal, pedal, pedal, cursos, mais pedal e fotografias abstratas

Desde que comemorei com a Lorena, em um final de semana, mais uma volta deste planeta ao redor do Sol, tive meu tempo ocupado principalmente por duas coisas: bike e alguns cursos.

No dia 16 de Setembro, quase chegada da Primavera, dei uma aula particular de macrofotografia, sendo a aula teórica na sala de aula, no período da manhã e, a prática, no Jardim Botânico. Apesar do tempo ainda um pouco frio e seco, já dava para perceber que os insetos começavam a reaparecer.

Dois dias depois, na 5ª feira, tentando desenferrujar um pouco fui dar uma pedalada por São Paulo, principalmente para passar em alguns trechos das novas ciclovias/faixas implantadas em São Paulo (e tanto motivo de discussões, principalmente por politiqueiros que não se importam com a função, mas com o "quem fez" e o "quem é contra"). Nesse dia acabei rodando pouco mais de 35 km e, como novidade, só a ciclovia da Vergueiro, onde era uma faixa de moto. Inclusive esse é um trecho importante. Quando eu ia para a pós de bike passava por lá e era um dos trechos mais perigosos do meu percurso, agora está ótimo.

Chegando o final de semana, com a Lorena vindo para São Paulo, tivemos um final de semana mais cultural, só com alguns passeios, inclusive na Pinacoteca, no Domingo, antes de pegarmos estrada para Capivari, onde aconteceu o "1º dia municipal sem carro" da cidade, que ajudei como voluntário na montagem de cartazes, encher balões, plantio de árvores etc. etc. etc.

Na 3ª feira, dia 23, aproveitando que estava pelo interior, no retorno para São Paulo fiz um pit-stop em Itu, para um pedal com o Alessandro. O começo do pedal foi bem tranquilo até que, aos 38 km de pedalada, enquanto estava ao lado do Alê, começo a ouvir um som como de freio raspado na roda e na sequência um estouro. Mas não era o pneu que tinha estourado, era o aro! Passamos algum tempo pensando nas possibilidades e logo o Ale teve uma boa ideia: tirar o pneu e ver se era possível andar só com a roda (que já estava perdida). Assim, os quase 10 km restantes foram rodados com a bike sem pneu na roda dianteira. No mesmo dia aproveitamos ainda para um sorvete em Itu (que o Ale me devia de aniversário), para depois pegar de volta a estrada para São Paulo.

Chegando o final de semana, na sexta-feira, aproveitando que eu tinha visto diversas matérias na internet e vídeos de pessoas que não pedalam criticando uma nova ciclovia/faixa, resolvi ir até o local para ver o que realmente tinha de errado, filmar e comentar minhas impressões.

A ciclovia em questão está na Av. Escola Politécnica e, os três motivos principais de reclamações (das pessoas que não pedalam, não dos ciclistas) são:
- A ciclofaixa é compartilhada com calada em alguns trechos;
- Tem obstáculo (árvore e poste) em um trecho;
- A ciclovia passa na frente de posto de combustível.
Como dá para perceber, comentários totalmente sem sentidos. Se a ciclofaixa é compartilhada com pedestres, simplesmente significa que não foi possível fazê-la isolada (o que é o ideal) e que, nesse trecho, tanto ciclista quanto pedestre tem que respeitar um ao outro. Sobre a árvore e poste, quem comenta não deve entender que bicicleta faz curva e é possível desviar (essas pessoas devem bater em pilastras de viaduto nas ruas porque não devem conseguir desviar também). E o 3º comentário: sem comentários! Qual a diferença da ciclofaixa ou calçada passar na frente de um posto de combustível? Até agora não entendi.

De qualquer maneira, rodei 20 km só para experimentar os quase 6 km da ciclovia para fazer um vídeo, que tem tido uma boa divulgação por ai. As pessoas que não sabem pedalar não entendem que, quem quer, usa a bike, ganha tempo, faz exercício e se estressa menos que quem está horas e horas parado no trânsito. Mas veja o vídeo abaixo e meus comentários.

Chegando o final de semana dos dias 27 e 28 foi novamente hora de trabalhar, agora com uma turma do Curso Macrofotografia e Close-up em São Paulo. A turma teve 6 alunos e fico feliz por poder transmitir um pouco do que aprendi nesses anos para um pessoal super interessado (inclusive com gente vindo de longe para o curso, de Belo Horizonte).

Na Domingo, depois de ter desmarcado com o Leandro uma viagem para escalar devido a péssima previsão do tempo, a Lorena e eu fomos para Capivari e, na 2ª feira, aproveitei para mais um pedal com o Alessandro, dessa vez sem o imprevisto de explodir a roda dianteira. O pedal foi muito bom, com pouco mais de 51 km, e com direito a igualar meu record de velocidade na bicicleta: 79,4 km/h (o record anterior foi de 79 km/h - o marcador não mostrava décimos - e tinha sido da Dom Vilares, perto de casa, há uns 18 anos!). Mas continua entalado na garganta ainda não ter passado da marca dos 80 km/h. Mas quem sabe na próxima!

Hoje, dia 1º de Outubro, fui no Jd Botânico com o Guilherme Omella para umas macros de insetos e aproveitei para pegar umas folhas, que resultaram em um ensaio interessante de fotos abstratas (inclusive ando lendo muito sobre isso, esse tema tem me atraído cada vez mais). Uma delas segue abaixo (qualquer semelhança com Rothko e Newman não é mera coincidência, são só influências). ;-)

E fecho essa postagem com uma frase que li hoje, no livro "Arte Abstracta" de Dietmar Elger:
"Mas ele já me dizia por vezes que os outros apreciam os seus desenhos de animais, mas que ele próprio esperava um dia conseguir ultrapassá-los. Na altura ele "ainda precisava do animal" mas "as pessoas vão ficar muito espantadas com o que lhes irei apresentar um dia"."
(Maria Marc falando sobre o pintor Franz Marc)

- enviado por Tacio Philip às 21:39:43 de 01/10/2014.



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