<?xml version="1.0" encoding="ISO-8859-1"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
<title>Blog Tacio Philip</title>
<updated>2012-05-13T22:34:45.000-03:00</updated>
<atom:link href="http://www.tacio.com.br/tacio/blog/atom.xml" rel="self" type="application/rss+xml" />
<link>http://www.tacio.com.br/blog/</link>
<description>Últimos posts blog Tacio Philip</description>
<language>pt-br</language>
<ttl>60</ttl>
<image>
	<url>http://www.tacio.com.br/tacio/imagens/tacio4_over.jpg</url>
	<title>Blog Tacio Philip</title>
	<link>http://www.tacio.com.br/blog/</link>
</image>

<item>
<title>Pico da Maromba, Leoa e Gorila... mais uma vez</title>
<updated>2012-05-13T18:11:09.000-03:00</updated>
<pubDate>2012-05-13T18:11:09.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2012-05-13T18-11-09_Pico_da_Maromba-_Leoa_e_Gorila---_mais_uma_vez.php</link>
<description>

Esta é uma obra de ficção, os personagens aqui citados, assim como os locais, são fictícios, as imagens resultado de renderização 3D e qualquer semelhança com pessoas e locais reais é mera coincidência.





Era uma vez...

dois amigos montanhistas que já haviam caminhado em diversas montanhas, mas que não se contentavam apenas com "uma dúzia"  permitida no país. Graças a isso, há alguns anos eles resolveram subir outras montanhas, descobrindo que o Brasil, apesar do que muitos pensam, tem sim montanhas que não são simples passeio.


Dia 1


Depois de reagendar a viagem devido a uma unha muito encravada do Parofes, no dia 4 de Maio, na hora do almoço, passei em sua casa e logo pegamos estrada sentido Rio de Janeiro. No caminho apenas uma pausa rápida para almoço na Dutra e, no final da tarde, estacionávamos o carro no vale das cruzes, colocávamos as mochilas nas costas e, com as últimas luzes do dia, começamos a subida, chegando até o último ponto de água antes da crista do Pico da Maromba iluminando nosso caminho com as headlamps e luz cheia que tentava aparecer.


Nesse lugar, bem próximos da água, encontramos um local aberto onde outros já acamparam e o elegemos como 1º local de bivac (acampamento sem barraca), deixamos as mochilas no chão, buscamos água, jantamos e fomos dormir. Não sei se essa área foi aberta recentemente ou eu nunca tinha prestado atenção, mas ela facilmente comporta umas 2 barracas (só é um pouco inclinado).


Dia 2

No segundo dia acordamos por volta das 6h e às 6h30, quando os primeiros raios de Sol chegaram até nós, saímos dos sacos de dormir e começamos a preparar nosso café da manhã. Sem pressa mas também sem perder muito tempo comemos, guardamos as coisas e com apenas um pouco de água começamos o trecho final da subida, que leva até a crista do Pico da Maromba, onde desviamos da trilha da travessia Rebouças-Mauá subindo sentido cume do Marombinha.



Cume do Marombinha no PNI (visão 360º)





A subida desse trecho é bem inclinada mas fomos seguindo fazendo algumas pausas apenas para fotos e logo estávamos no seu cume observando a grande crista do Pico da Maromba (15ª mais alta do Brasil de acordo com o anuário estatístico do IBGE). Uma pausa para lanche, mochila novamente nas costas e seguimos, passando então pelo cume do Maromba descendo pela sua face SE até o encontro dos rios que descem do Maromba, Leoa e Gorila, onde deixamos nossas mochilas e fomos leves até o cume do Pico Cabeça de Leoa (23ª no IBGE), montanha que eu havia subido duas vezes mas que o Parofes ainda não conhecia.



Cume do Pico da Maromba no PNI (visão 360º)






Cume do Cabeça de Leoa no PNI (visão 360º)





No cume algumas fotos e, com a ameaça de chuva, descemos rápido até onde havia ficado nossas mochilas, fazendo o caminho  de ida e volta em 2h quase cravadas (na verdade foram 1h57). 


Mais um lanche, mais um pouco de descanso e logo começamos a subir a crista do Pico da Cara de Gorila (32º no IBGE), outra montanha que eu já havia visitado. No cume mais uma breve pausa, assinamos o "livro de cume" onde vimos que outras duas pessoas haviam estado por lá esse ano, e logo seguimos nosso caminho, descendo da montanha pela sua face Oeste e seguindo para o Sul, onde encontramos um bom ponto para nosso 2º bivac: plano e próximo da água.



Cume do Cara de Gorila no PNI (visão 360º) (





Lá, mais uma vez arrumamos nossas coisas para o 2º dia de bivac (não levamos barraca por não ter áreas grandes para armá-la no local e não pretendíamos também abrir esse local - além do peso extra da barraca) e com o começo da noite fizemos o jantar e com uma linda Lua cheia (que fez com que em alguns momentos à madrugada parecia dia) fomos dormir.



Dia 3

Acordamos novamente por volta das 6h e enrolamos até que o Sol chegasse até nós, pouco depois das 7h, quando o relógio ainda marcava uma temperatura de 3,2ºC. Inclusive nesse dia era necessário esperar um pouco: com a neblina noturna alguns itens estavam úmidos e os deixamos secar por algum tempo no Sol antes de preparar nossa partida.


No local de bivac na base do Gorila





Por volta das 9h acabávamos de arrumar tudo e, como não haveria mais água no nosso planejamento para os próximos 3 dias, eu segui com a mochila mais pesada em 8 kg (8 litros de água) e o Parofes mais 7 kg. Pesados fomos seguindo sem pressa o caminho que eu já havia percorrido (facilitou muito para saber onde atravessar aquele charco e riachos) e íamos cada vez mais para o Sul onde, depois da pausa para almoço e atravessar a crista no final do complexo da Leoa, começamos a descer observando o Pico do Gigante ao fundo.


Fomos seguindo alguns poucos totens (que levam a lugar algum) e ao meu arquivo de GPS até que chegamos onde eu não havia ainda pisado, começando a procurar algum vestígio de trilha que permitisse que atravessássemos o vale que nos separava do Gigante (menos de 700 m em linha reta). Lá rodamos e rodamos por diversos lados e nada, todos lugares nos levavam a mata bem fechada ou precipícios (há pessoas que tem esse caminho mas o guardam para si, ajudando para o retrocesso do montanhismo, parabéns à colaboração de vocês).


Núvens passando pelo Pico do Gigante - PNI 





Depois de rodar, rodar, rodar, e rodar consegui chegar até a crista na nossa frente mas já era tarde para seguir. Mesmo desanimados (e putos da vida) decidimos deixar para tentar seguir no dia seguinte, já que ainda tínhamos mantimentos e água para isso. Assim, bem próximo a um grande totem sobre uma rocha, arrumamos o local para nossa 3ª noite, onde antes do jantar e de deitar para dormir ficamos olhando as nuvens que passavam por cima da crista do Gigante ao mesmo tempo o Sol se punha atrás do Agulhas Negras, uma visão realmente linda e para poucos.



Núvens passando pelo Pico do Gigante e pôr do Sol no Agulhas Negras - PNI





Dia 4

No 4º dia acordamos, como sempre cozinhamos o café da manhã (nada glamoroso, apenas miojo), arrumamos as mochilas e seguimos nosso caminho pelo trecho que eu havia seguido até a pequena crista em nossa frente. De lá seguimos descendo para o grande vale por um caminho que ora se abria um pouco, ora fechava bem, até que, depois de umas 2h e tendo progredido pouco, saímos em uma rocha de onde não víamos uma boa rota de descida (até que seria possível descer mas não subir e, como precisávamos de um caminho que fosse possível percorrer no sentido contrário caso algo desse errado, não continuamos).



Jogando água fora depois de desistir do Pico do Gigante - PNI





Essa é a hora de maior decepção e mais difícil para um montanhista: ter que desistir, virar e voltar. Mas quem nunca passou por isso não sabe o que é montanhismo (teve diversas montanhas que consegui chegar apenas na minha 2ª ou 3ª tentativa). Então, com um nó na garganta, seguimos pelo caminho que havíamos passado deixando a montanha cada vez mais longe, parando só próximo do lugar do nosso bivac onde jogamos parte da água fora (como estávamos retornando teria bastante no caminho) e seguimos nosso caminho sem olhar muito para trás.


O caminho da volta foi pelo caminho de ida até a crista antes da face Norte do Leoa, onde paramos para um lanche (com direito a montar fogareiro e tudo). De lá continuamos por outro caminho, agora seguimos margeando sempre a base Leste do Leoa, sem atravessar o vale até o Gorila. Esse caminho em alguns trechos é muito tranquilo e aberto enquanto em outros você tem que caçar a melhor passagem entre as árvores ou para atravessar os muitos riachos que descem do Leoa (uns seis!).


Apesar de tudo foi razoavelmente tranquilo, sempre seguindo a curva de nível (quando possível) e, quando chegávamos no final do Leoa, começamos a subir sentido sua face Sul, onde encontramos um outro ótimo ponto de bivac próximo ao rio entre o Leoa e o Maromba).




No local de bivac na base do Leoa





Lá, mesmo decepcionados por não conseguir seguir e completar uma possível travessia, estávamos felizes por estar naquele lugar há 4 dias e pela sua tranquilidade. Ainda com tempo e sem pressa alguma buscamos água (o riacho desce por uma linda laje de pedra) e, depois de muito enrolar e bater papo sentados encostados na pedra que nos protegia do vento, preparamos o jantar (feito em duas partes - para não dizer que jantamos duas vezes) e fomos dormir, nossa 4ª noite bivacando olhando o céu que se acendia com a chegada da Lua cheia.


Dia 5

No nosso último dia acordamos, fizemos o café da manhã padrão, arrumamos as coisas e, com muito frio (uns 8ºC con sensação por volta de 0ºC ou menos devido ao forte e úmido vento) seguímos a crista que nos levou novamente ao cume do Pico da Maromba, onde paramos apenas uns 2 minutos para uma foto e seguimos nosso caminho, até o Marombinha. Desse ponto em diante o restante seria descida, uma longa mas tranquila descida até o carro (por volta de 1400 m desnível).


A descida foi tranquila e como fluía bem só parávamos para beber um gole de água nos riachos, deixando para descansar de verdade quando a terminasse. No caminho encontramos duas pessoas do parque que subiam a trilha à procura de um casal perdido e, pouco depois das 13h, chegamos ao carro para finalmente tirar as mochilas das costas, trocar de roupa e seguir caminho, fazendo só uma pausa em Visconde de Mauá para o merecido almoço (nada melhor que arroz, feijão, farofa, bife e salada de alface, tomate e cebola), tudo que precisávamos.


De volta ao carro mais estrada: atravessamos a serra de volta à Penedo (agora asfaltada), saímos na Dutra e, fazendo apenas duas breves pausas para foto na estrada e uma para colocar combustível, seguimos direto até São Paulo, chegando adiantados em relação à nossa programação em alguns dias mas felizes por termos passados 5 dias entre algumas montanhas que poucos visitam.


Conclusões finais

Mesmo não tendo completado o planejamento inicial a viagem valeu a pena. Repeti diversas montanhas, o Parofes subiu algumas que ainda não conhecia, e passamos 5 dias andando por uma região que gostamos muito (além disso foi a vez que mais bivaquei em sequência: 4 noites). Além disso a montanha continua por lá, esperando nossa visita. 


Só lamento a atitude de alguns que se dizem "montanhistas" e não compartilham informações. Essas pessoas agem como pérolas: vivem fechadas em seu mundo como uma ostra.


Veja também o relato do Parofes dessa viagem. E algumas fotos estão aqui no meu site no link Mais uma vez na Borda Leste de Itatiaia.

</description>
</item>



<item>
<title>Exposição fotográfica - Pequenos Grandes Seres - por Guilherme Ide</title>
<updated>2012-04-30T19:36:23.000-03:00</updated>
<pubDate>2012-04-30T19:36:23.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2012-04-30T19-36-23_Exposicao_fotografica_-_Pequenos_Grandes_Seres_-_por_Guilherme_Ide.php</link>
<description>Para quem é de São Paulo uma exposição com o tema macrofotografia que você não pode perder.


Nela, meu parceiro de fotos e amigo Guilherme Ide, expõe algumas de suas fotografias macro, todas com explicações sobre o assunto fotografado, já que ele é biólogo doutorando em entomologia.







Onde: Polo Cultural - Rua República do Iraque, 815 - São Paulo/SP

Quando: 30 de Abril a 20 de Julho de 2012 (2ª à 6ª das 9h às 19h)


Local de fácil acesso e fácil para estacionar, não tem desculpa para não ir!

</description>
</item>



<item>
<title>Pedaladas em SP e Embu, escaladas em SBS e Paraíso, cursos diversos etc.</title>
<updated>2012-04-17T12:25:31.000-03:00</updated>
<pubDate>2012-04-17T12:25:31.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2012-04-17T12-25-31_Pedaladas_em_SP_e_Embu-_escaladas_em_SBS_e_Paraiso-_cursos_diversos_etc-.php</link>
<description>Esse último mês não teve nada muito forte mas também não fiquei parado. Nos dias 17 e 18 de Março teve a 7ª turma do Curso básico de escalada em rocha em São Paulo, mais uma turma do curso formando novos escaladores de rocha (próxima data em breve, fique de olho no link acima).


E, como tem sido todo mês, teve também uma turma do Curso Operacional RPN hp50g para alunos de engenharia no dia 25 de Março e terá mais uma turma no próximo Domingo, dia 22 (ainda há vagas!).


Além dos cursos aproveitei vários dias para fotografar, o que rendeu mais algumas macrofotografias para minha galeria no site tacio.macrofotografia.com.br e para pedaladas por São Paulo, algumas sozinho, outras com a Aline, Dom, Jonas, William e Davi (não necessariamente nessa ordem). Entre elas uma foi na região da estrada velha de Santos, com o Davi, onde pretendo voltar para descobrir o caminho que leva até Cubatão (acho que é só seguir uma trilha que pegamos, na próxima vamos continuar descendo).


Mais recente teve um pedal, no Sábado passado, na região de Embu, com o Dom, Guilherme e Fernando. Foi um belo roteiro com 44 km e mais de 900 m de desnível acumulado (com direito a um belo tombo quando, depois de passar por umas erosões em uma descida, fui jogado para o canteiro e a bike caiu em uma vala, fazendo com que eu fosse ejetado por cima e aterrissasse uns metros depois - felizmente caí em local "macio" com bastante mato, se tivesse sido na estrada estaria totalmente ralado).


Além disso, no Domingo, fomos para para a Falésia Paraíso, em Pindamonhangaba, a Aline, Osvaldo, Rodrigo e eu, aproveitando o dia que ameaçava trazer chuva com diversas escaladas no setor "Seu Renato", que eu ainda não conhecia - e a chuva veio de verdade quando estávamos no carro indo embora para Pinda comer o merecido e esperado Açaí.


Esses dias foram aproveitados para deixar também meus sites em ordem, com adição de novos produtos no www.eportateis.com.br, alteração da barra superior aqui do meu site pessoal, dando um visual um pouco mais moderno (falta "só" modernizar o resto mas sou péssimo nisso - aceito help no design), novas fotos na minha galeria e novos produtos, inclusive uma camiseta, na loja virtual do site www.macrofotografia.com.br.


E os próximos dias estão com a agenda lotada. Hoje terá show do Sebastian Bach (ex vocalista do Skid Row) e, para os próximos dias, tenho na agenda uma visita na Adventure Sports Fair com o Parofes (sem muita esperança, essa feira prestava há 10 anos ou mais, hoje em dia devia se chamar "Ecoturismo Chato Fair"), um longo pedal com o Ale e retomar um projeto de travessia e exploração de montanhas, mas isso só para o começo de Maio, com o Parofes. Aos poucos vou postando o que rolar por aqui.


Algumas fotos de todos esses dias podem ser vistas no link Escalada SBS - Falésia Paraíso e Pedal Embu.

</description>
</item>



<item>
<title>Camiseta macrofotografia.com.br em tecido dry</title>
<updated>2012-04-06T17:27:23.000-03:00</updated>
<pubDate>2012-04-06T17:27:23.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2012-04-06T17-27-23_Camiseta_macrofotografia-com-br_em_tecido_dry.php</link>
<description>Depois de algum tempo e insistência de alguns alunos, chegou a camiseta macrofotografia.com.br.


Essa camiseta dry, feita em tecido 100% sintético (poliester), tem a grande vantagem de não acumular umidade como acontece com o algodão, mantendo uma sensação mais agradável ao corpo e aumentando o conforto durante a prática fotográfica em ambientes naturais.



Clique na imagem abaixo para pedir a sua!





Disponível nos tamanhos P, M, G e GG, na cor branca, com logotipo macrofotografia em cores na frente e costas. 


Poucas unidades, garanta já a sua e mostre que você é um fotógrafo macro e apoia o site.
</description>
</item>



<item>
<title>Nova tatuagem e escalada da via Gregos e Troianos na Pedra do Bau</title>
<updated>2012-03-12T19:47:25.000-03:00</updated>
<pubDate>2012-03-12T19:47:25.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2012-03-12T19-47-25_Nova_tatuagem_e_escalada_da_via_Gregos_e_Troianos_na_Pedra_do_Bau.php</link>
<description>Desde o carnaval não fiz viagem longa, só saí para pedalar uma dezena de vezes por São Paulo, algumas com a Aline, William, Dom e fui inclusive nas manifestações na Avenida Paulista, após o incidente que causou mais uma morte de ciclista na cidade, por mais segurança, educação no trânsito e respeito a quem usa a bicicleta na cidade como lazer e principalmente como meio de transporte.


Além disso, aproveitando que estou de volta ao pedal, fiz uma tatuagem com esse tema. No dia 28 de Fevereiro, depois de uma longa espera na agenda (1 mês), fui até a Exotic Art em São Bernardo do Campo, onde fiz a tatuagem de uma corrente de bike na perna. O tatuador foi o Eduardo, indicado pela Aline, e também o recomendo muito. Além de gente boa o trabalho ficou excelente.


Algumas fotos do making-of podem ser vistos no link tatuagem corrente de bike e abaixo um vídeo.



making-of tatuagem





Além disso, no último final de semana, saímos de São Paulo no Sábado cedo a Aline, eu, Davi Caetano e Osvaldo rumo a São Bento do Sapucaí. A ida foi tranquila, chegando na cidade fomos direto almoçar e depois subimos para o bauzinho onde, com ameaça de chuva, seguimos a trilha até o col, onde vimos que a chuva estava realmente perto e abortamos nossa ideia de escalar (a chuva caiu forte 3 minutos depois que chegamos ao carro). 


Sem muito o que fazer voltamos para a cidade, tomamos um açaí e depois fomos comprar nosso jantar, um ótimo estrogonofe preparado pela Aline. No abrigo do Eliseu, como esperado, encontramos o Felipe Uzum e o Victor Germano, ex-alunos do curso de escalada em rocha que haviam escalado a Elektra na Ana Chata no período da manhã e depois ido até a Falésia dos Olhos.


Sem ter muito o que fazer fomos dormir cedo e, no dia seguinte, logo depois do Victor e Felipe irem embora tomamos café e seguimos mais uma vez para o bauzinho, refazendo a caminhada até o col e iniciando logo o rapel até o platô onde começa a via Gregos e Troianos (5ºVI E2 75m). Eu já havia tentado essa via mas por engano entrei na via na sua direita, a Pimenta Honesta.


Na base nos equipamos e, depois de eu me enfiar em um lance errado logo no começo da parede e ainda abalado psicologicamente pela queda em SC que me deixou com dores por mais de 2 meses e por um grande stress em outra escalada durante o carnaval em Pancas, acabei desistindo de subir e deixei que o Osvaldo fosse guiando até a primeira parada, sendo um belo começo para suas escaladas em móvel.


Na sequência fomos eu, o Davi e depois a Aline, enquanto o Osvaldo já subia a 2ª enfiada da via até sua 2ª parada, sendo novamente seguido por nós três.


No final da via há a opção de emendar pela Learning to fly, via que fiz em 2009 com o Pedro Hauck mas decidimos ir embora por causa da ameaça de chuva e o tempo que levaria para fazer mais uma escalada com 4 pessoas. Como sugestão, para ganhar tempo e poder escalar mais alguma coisa, comentei sobre a Normal do Bauzinho (3º), que começa logo no col e seria um "atalho" para voltarmos para o carro.


Assim, do final da Gregos e Troianos voltamos para o Col, o atravessamos e começamos a subir para a base da Normal. Eu era o único que havia a escalado e, devido a facilidade e conhecer meus parceiros, fui subindo até que perguntaram: "não estamos na via?", ai eu disse: "sim, e acabando, termina logo aqui". Assim, em poucos minutos, nós 4 solamos a via e chegamos ao cume do bauzinho para algumas fotos e depois voltar para o carro ouvindo o som dos trovões que se aproximavam (obs: não recomendo seguir meu exemplo, se errar vai morrer, é sério!).


De volta ao centro mais um açaí, um bate papo com o Eliseu Frechou que mostrou algumas fotos da escalada em Mali, uma passagem para banho no abrigo e depois estrada para São Paulo, onde chegamos por volta das 20h.


A via Gregos e Troianos é muito bonita mas acabei não aproveitando muito. Ainda estou receoso com a escalada por causa das últimas viagens e acho que preciso de uns meses de férias para me recompor. Enquanto isso vou continuar pedalando umas 3x por semana como tenho feito e, chegando mais próximo da temporada de escalada, volto para as paredes.

</description>
</item>



<item>
<title>Escaladas em Pancas - ES - Pedra do Jacaré e Pedra da Cara</title>
<updated>2012-02-24T21:26:58.000-03:00</updated>
<pubDate>2012-02-24T21:26:58.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2012-02-24T21-26-58_Escaladas_em_Pancas_-_ES_-_Pedra_do_Jacare_e_Pedra_da_Cara.php</link>
<description>Depois de decidir - na última hora como sempre - para onde iríamos, na Sexta-feira às 11h busquei a Aline na faculdade e seguimos caminho rumo à Fernão Dias (BR381).


O começo do caminho é o mesmo que estamos "cansados" de percorrer para ir escalar na região de Bragança Paulista, mas aos poucos fomos passando as cidades que mais visitamos e deixando São Paulo para trás. Os primeiros cerca de 600 km da viagem foram tranquilos, pela Fernão duplicada até Belo Horizonte e sem trânsito. De lá em diante que as coisas pioraram, já de noite e com trânsito na saída de BH que leva à Vitória (e nosso caminho).


Sem muita pressa (não havia o que fazer) fomos seguindo pela continuação da BR381, paramos no restaurante "Tia Eliana" para jantar (recomendo, uma ótima lasanha com molho de queijo por R$9,90) e depois seguimos mais alguns quilômetros até o Graal onde, de um lado uma fila imensa de carros para comer caro e comida sem graça, do outro muitos caminhões estacionados para passar a noite, e foi lá onde paramos. Já cansados arrumamos o porta-mala-cama do Defender e deitamos para dormir.


No dia seguinte, dia 18, acordamos por volta das 8h, fizemos nosso café da manhã e por volta das 9h pegamos novamente estrada. No primeiro dia tínhamos percorrido uns 700 km e nesse segundo foram mais uns 450 km, sendo que o tempo no volante foi quase o mesmo já que a estrada piora a cada quilômetro avançado.


Mesmo assim o tempo passou logo, cruzamos a "fronteira" de MG/ES (em 4 km de estrada de terra) até que, às 16h e embaixo de uma forte garôa, chegamos no nosso destino: Pancas. Cidade que eu penso em visitar há uns 8 anos (inicialmente pensando em fotografar e mais ultimamente para escalar).


A cidade é bem pequena e ainda sem muita estrutura para turismo. Na nossa volta pela cidade passamos na única pousada (que estava fechada, devem ter viajado para curtir o carnaval) e em dois hotéis, para saber os preços. Demos ainda uma boa rodada até que conseguimos gelo, necessário para nossa "geladeira".


Com o clima melhorando fizemos ainda algumas fotos e depois seguimos para o sítio cantinho do céu, indicação do Oswaldo Baldin (para mais infos sobre escalada em pancas veja seu blog: blogdobaldin.blogspot.com/). Lá falamos com a Dna. Joana e logo estacionamos o carro onde seria nosso "acampamento" nos próximos dias.


No local conhecemos ainda o Felipe e Simone (escaladores do Rio) e, depois de pegar umas dicas sobre acesso de via, com o começo da noite fizemos nosso jantar e fomos dormir.


No Domingo, dia 19, acordamos, fizemos nosso café da manhã, arrumamos as mochilas e saímos a pé até a base da Pedra do Jacaré, onde fica a via Casa da mãe Joana D3 4º VI E3/4 330m. Na base coloquei a cadeirinha e logo percebi que faltava algo na mochila: as costuras! No dia anterior tinha tirado da mochila e havia esquecido no carro! Sem perder tempo voltei até o carro para buscar e mais alguns minutos estava de volta à base da via (felizmente é muito, mas muito perto!) para começar a escalar a 1ª enfiada.


Chegando na parada a Aline seguiu guiando a 2ª enfiada e então segui guiando as seguintes, sem maiores problemas, a 3ª e 4ª enfiadas até a P4. De lá a Aline começou a guiar e, não se sentindo muito segura e sem achar o caminho, decidiu parar em uma árvore e me dar a segurança para que eu continuasse.


Fui até onde ela estava, peguei as costuras e continuei a subida, tentando farejar o caminho (não havia croqui). Segui então próximo a um diedro até que, depois de esticar uns 30m de corda sem uma proteção, cheguei em um lance difícil de prosseguir e impossível de desescalar.


Fiquei alguns muitos e muitos minutos parado tentando resolver o problema até que consegui fazer uma travessia para esquerda, chegar em uma sequência mais tranquila e, para cima, encontrei a 5ª parada da via, realmente um alívio. Fazer uma enfiada com uns 45m com lance de 5ºsup/6º e exposição E5 (ou seja, sem nenhuma proteção), não foi muito agradável.


De lá o restante da via segue mais tranquilamente e logo chegamos ao seu final, subindo na mata após o final da parede, onde achamos a caixa (marmita) com o "livro de cume". Lá cogitamos que nossa escalada tinha sido a primeira repetição da via, já que não havia outro nome além dos conquistadores no livro (e depois confirmamos isso com o Baldin) e logo começamos a descer.


Tirando o fato que, mesmo sem muito Sol, lá é muito quente e nossa água havia acabado a descida foi tranquila. Descendo da P5 encontramos o caminho correto da via (onde há 2 chapas) e mesmo com alguns enroscos e embolamentos de corda logo estávamos no chão caminhando de volta para o "cantinho do céu" para o merecido descanso e litros de água.



Croqui da via Casa da mãe Joana - D3 4º VI E3/4 330m - feito por mim e pela Aline enquanto descíamos (enquanto o Baldin não lança o oficial)





À noite encontramos no sítio com o Baldin, André e Soldado, mais tarde jantamos a comida da Dna. Joana e logo fomos dormir para, no dia seguinte, depois do nosso café da manhã seguirmos de carro até a estrada e começarmos a caminhada pelas rampas de pedra da "Pedra da Cara".


Sem saber exatamente onde começava a via, nem por onde seguir, fomos subindo até que chegamos, depois de um bom tempo, à uma árvore onde eu acreditava ser o começo da via, e realmente era. Logo nos equipamos e subi a 1ª pré-enfiada de 60m até uma chapeleta com malha rápida (pré-enfiada porque o croqui do Baldin não considera as 2 primeiras como a via), segui os outros 60m da segunda e ai sim começamos a via (de acordo com o croqui).


Na P1, logo que a Aline chegou, ficamos um tempo olhando algumas nuvens de chuva que ameaçavam nos alcançar até que decidimos subir o restante, chegando logo no cume da Pedra da Cara pela via Face Oculta D1 3º IV E3 170m.



Cume da Pedra da Cara em Pancas - ES





No cume, com um visual espetacular, vimos que a chuva desviou por trás do Camelo e de lá víamos dezenas de picos rochosos ao nosso redor. Fizemos algumas fotos, alguns vídeos e, depois de encontrar o livro de cume próximo à parada da via e assiná=lo, começamos nossa longa descida.


Até a base onde está a árvore se desce rapelando, de lá uma longa e infinita caminhada por rampões de pedra (alguns lances bem expostos) até chegar novamente à estrada, pegar o carro e ir para a cidade comer um merecido açaí. Lá aproveitamos para pegar o resto do gelo que havíamos comprado (só tinham pacote de 10kg mas aceitaram guardar metade até esse dia) e voltamos para o sítio para o merecido descanso.


No dia seguinte, 21 de Fevereiro, nosso dia de partida, tomamos o café da manhã, arrumamos as coisas e por volta das 9h pegamos estrada. Com sugestão do Baldin subimos até as rampas de voo livre para ver a cidade por cima e, quando seguíamos para a rampa Sul (ou depois dela, ainda não sei), fui passar por um trecho com lama e o carro literalmente afundou e atolou (e quando se atola um 4x4 que estava em reduzida e com bloqueio de diferencial a atolada é séria).



Defender 110 atolado na lama em Pancas - ES





Tentei algumas vezes sair para frente ou para trás colocando peso onde as rodas rodavam em falso mas nada, o jeito era usar os macacos, erguer o carro e com uma pequena pá cavar (o chassi e diferencial haviam encostado no chão), calçar as rodas e tentar sair. Escrevendo é rápido, mas isso tomou quase 4h de trabalho meu, da Aline e, nos 30 minutos finais, de dois caras de Pancas que apareceram de moto e nos ajudaram. Mas, no final, imundo de lama conseguimos tirar o carro e seguir caminho.



Depois de desatolar o Defender em Pancas - ES




Depois de atolar e desatolar o Defender, dirigir quase 1km de ré





O retorno foi longo e desgastante, com algumas poucas paradas, até que chegamos um pouco antes de BH e paramos no hotel que fica atrás do restaurante "Tia Eliana", onde chegamos por volta das 22h depois de pouco mais de 500 km rodados. Lá o merecido banho para tirar um pouco da lama encrustada (ainda não saiu toda), fazer um miojo (era o mais rápido e prático) e ir dormir.


Na 4ª feira, último dia da viagem, tomamos o café da manhã no hotel e logo pegamos estrada. Felizmente passamos por BH sem nenhum trânsito e logo estávamos na parte boa da BR381 seguindo de volta para São Paulo. Nesse dia rodamos os 650 km que faltavam e, no começo da noite já deixava a Aline em sua casa e seguia para a minha para o merecido descanso.



Pancas vista da Rampa de voo livre Sul




Pancas vista da Rampa de voo livre (rampa da colina)





Ao total foram 4 dias de estrada, somando no final pouco mais de 2400km, para dois dias de escalada em Pancas - ES, e valeu a pena! A cidade ainda conta com poucas vias, mas o potencial é grande para se tornar um novo centro de escalada tradicional do Brasil. Vale a pena voltar com um batedor, broca e chapeletas!


Para mais infos sobre as vias e dicas sobre o local veja o blog do Oswaldo Baldin: blogdobaldin.blogspot.com/.


Algumas das fotos estão disponíveis no link Escaladas em Pancas - ES.

</description>
</item>



<item>
<title>Reveillon com escaladas, passeios e 4x4 no Rio Grande do Sul</title>
<updated>2012-01-30T19:32:31.000-03:00</updated>
<pubDate>2012-01-30T19:32:31.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2012-01-30T19-32-31_Reveillon_com_escaladas-_passeios_e_4x4_no_Rio_Grande_do_Sul.php</link>
<description>Postagem com um mês devido a um projeto que ocupou meu tempo 24h por dia durante mais de 2 semanas mas, no dia 27 de Dezembro, depois de acordar com o despertador, logo a Aline e eu colocamos todas as tralhas no porta-malas do carro (o que ainda não estava lá) e logo pegamos estrada, por volta das 8h da manhã, rumo ao Sul.


1º dia de viagem - 27/12/11

O primeiro dia se resumiu a uma única coisa: estrada. A ideia desse dia era esticar o máximo possível para o Sul. 


Depois de sair de São Paulo e pegar a Serra do Cafezal (eternamente em obras) sem trânsito (coisa rara), seguimos pela BR 116 e depois BR 101 sem parar até pouco depois de Curitiba, onde paramos para o almoço. De lá mais estrada e, como havíamos decidido passar de Floripa e, se fossemos escalar por lá deixar para a nossa volta, continuamos pela estrada até Torres, já no RS, completando 960 km de estrada com direito a trânsito, tempestade e cansaço, estacionando o carro próximo da praia por volta das 23h onde logo jantamos e fomos dormir com o barulho da chuva forte que caia no porta-mala-cama transformado do Defender.


2º dia de viagem - 28/12/11

No dia seguinte acordamos, tomamos nosso café da manhã no porta-malas-cama-cozinha e fomos dar uma passeada pela praia. Demos uma volta pela praia, subimos pelas trilhas até o topo das falésias (primeira vez que eu visitava uma falésia de verdade) e, depois de almoçarmos, pegamos nossas coisas e fomos escalar.


O local tem um potencial absurdo pra escalada, tendo várias vias grampeadas e muitas outras possibilidades. Os únicos poréns são: muitas proteções podres e agora é proibido escalar lá! Como se não bastasse outros lugares, agora Torres também está na lista de lugares onde não se pode escalar. Os políticos e orgãos ambientais não se preocupam com farofa, sujeira, desmatamento mas sempre inventam uma desculpa para que escaladores não acessem o lugar (talvez até com razão graças a alguns "escaladores" que usam a base da parede para se drogar). Com isso, escalei uma via, desci, e quando a Aline também a escalava vieram me dizer que não podia (até essa hora eu não sabia). Depois disso a única saída foi descer, guardar as coisas no carro e pegar estrada, deixando para trás uma cidade que não pretendo pisar outra vez (a menos que voltem a permitir a escalada, além disso não há mais nada que me atraia lá).


De lá seguimos de volta para a divisa de SC e entramos sentido Praia Grande, de onde continuamos por uma serra em estrada de terra até Cambará do Sul, de volta ao RS, onde ficamos em uma pousada.


3º dia de viagem - 29/12/11

Em Cambará acordamos, tomamos o bom café da manhã (Pousada Santos, recomendo, infelizmente o albergue que eu já havia ficado não existe mais) e saímos em direção ao PN Aparados da Serra, um parque nacional que deve se inspirar no PN Iguaçu, onde você consegue "passear" sem sujar a sola do sapato, se assim preferir. Mesmo sabendo das "todas" proibições (o que você imaginar além de andar na estrada é proibido) fomos até o mirante do canion itaimbezinho e depois do lado oposto olhar (de longe) umas cachoeiras. Lá perto inclusive achei um começo de trilha com u7ma placa do Ibama interessante, veja aqui a placa e meu recado para eles.


De lá saímos então rumo a outro parque nacional, o Serra Geral, onde fica o Canion Fortaleza. Mesmo embaixo de garôa e com visibilidade zero acabamos seguindo até ele, deixando o parque no final da tarde.


De volta à estrada seguimos agora rumo à Canela, seguindo por uma estrada alternativa onde atravessamos de carro um belo rio, chegando ao nosso local de acampamento (Refúgio Canastra, que estava vazio) com as últimas luzes do dia. Lá mais uma vez preparamos nosso jantar, arrumamos a cama e fomos dormir.



Atravessando riacho na região da Canastra Alta (RS) com o Defender





4º dia de viagem - 30/12/11

Depois de um bom café da manhã, com a companhia de dois cavalos, arrumamos as mochilas com o equipo de escalada e seguimos rumo à base do Pico da Canastra. O local é muito próximo e a trilha muito tranquila, tanto é que tive que percorrê-la duas vezes quando descobri que eu havia esquecido o freio no carro. 


De volta à base a Aline começou a guiar a primeira enfiada da via Bugio Solando 6b, e fomos alternando as guiadas até chegarmos ao cume da agulha, depois de 4 enfiadas, para assinar seu livro de cume. De lá uma sequência de rapéis por outra linha e, como tínhamos ainda muito tempo e mais ainda disposição, subimos na sequência a via Ronco do Bugio 5º, guiando até o final da 3ª enfiada, de onde pode-se seguir pela via que tinhamos acabado de escalar.


De volta ao chão seguimos a trilha para o refúgio, preparamos nosso jantar e depois fomos dormir.


5º dia de viagem - 31/12/11

No último dia de 2011 acordamos no Refúgio Canastra, demos uma enrolada fazendo fotos, olhando a paisagem e, sem pressa, guardamos as coisas no carro, nos despedimos dos cavalos e seguimos estrada rumo à Canela.


Na cidade uma pausa no supermercado para repor os mantimentos e em seguida mais estrada, passando por Gramado e seguindo agora até próximo de Caxias do Sul, estacionando na famosa Gruta da 3ª légua, onde estão algumas das vias mais difíceis do Brasil (vários 11a entre muitas outras não muito mais fáceis que isso).


Na gruta, mesmo embaixo de chuva, descemos até onde ficam as vias e fomos "brincar", ou melhor, "levar um espanco" de duas vias. Resolvemos entrar em duas que já possuiam costuras, assim não sofreríamos para desequipá-las, então entrei em um 9b - que só consegui isolar os movimentos até a parada usando as costuras como auxílio - e depois um 8b (acho), que desistimos antes da 2ª costura.


Com os braços quase tijolando ficamos então fazendo algumas travessias na parede de basalto negativa, depois algumas fotos e então, no final da tarde, voltamos para o carro para nosso jantar, deixando apenas o despertador programado para 23h50, hora que acordamos para brindar a mudança de ano (para que comemorar um ponto de passagem da Terra em volta do Sol?) e depois voltamos a dormir.


6º dia de viagem - 01/01/12

No primeiro dia do ano acordamos com bastante chuva, tomamos o café da manhã e depois fomos brincar de travessias na gruta. Com as mãos e braços ainda cansados não rendeu muito então fizemos mais algumas fotos e antes do horário do almoço estávamos no carro seguindo nosso caminho.


Esse foi outro dia curto de estrada e nos levou até o Campo Escola Behne, que fica dentro de um camping com o mesmo nome, na cidade de Ivoti. Lá estacionamos, fizemos uma caminhada longa a procura da base da parede (depois a encontramos e vimos como é perto, menos de 5 minutos!) e fomos então escalar, procurando algumas poucas vias que não estivessem molhadas.


Escalamos alguns 6º graus, inclusive sem conseguir ir até o final por causa da parede molhada, e então voltamos para o acampamento (recomendo!) que possui toda a infraestrutura que precisávamos (chuveiro e local para acampar). Lá um banho, um lanche natural, uma sinuca com cerveja e depois mais uma noite de sono no porta-mala-cama.


7º dia de viagem - 02/02/12

Mais uma vez acordamos no carro, tomamos nosso café da manhã e, mesmo com uma forte chuva de madrugada, resolvemos ver como estaria a parede já que fazia muito Sol. Na base da parede vimos que havia algumas vias mais secas que no dia anterior e então fomos escalá-las, entrando em outros 6ºs e fechando a tarde com alguns 5ºs para dar um volume maior aos dedos.


O Campo Escola Behne é um lugar que com certeza que voltar. O arenito é de boa qualidade e tem muitas vias que merecem ser escaladas, só espero retornar em uma temporada mais seca. 


De volta ao acampamento mais um banho (não sabia quando seria o próximo), as coisas no porta-malas e de volta à estrada. Durante a viagem toda não tínhamos um plano fixo, só algumas ideias, então pensamos em esticar até o Chuí. Depois de mais de uma hora passamos por Porto Alegre e seguíamos para o Sul quando percebemos que a estrada era muito ruim e já era tarde, o que faria que nossa ida se tornasse mais uma corrida de resistência do que curtição, então, depois de alguns quilômetros, resolvemos voltar.


Paramos o carro no acostamento, olhamos o GPS e o mapa no notebook então voltamos para Porto Alegre e de lá fomos para o litoral pela BR 290, fazendo uma pausa para lanche em Tramandaí e depois para "acampar" em um terreno vazio ao lado de uma casa em frente ao mar.


8º dia de viagem - 03/02/12

Acordamos na nossa residência em frente ao mar, tomamos o café da manhã e mais uma vez estrada, seguindo agora rumo ao Norte pela RS 389, passando sem sequer parar em Torres, indo parar para almoçar em Lauro Muller.


De lá subimos a Serra do Rio do Rastro (recomendo a visita) com muitas e muitas pausas para fotografias. No seu final, decidimos seguir por um caminho alternativo que nos levou até o Pico Monte Negro, ponto mais alto do RS ao lado do canion do mesmo nome. Depois de subir até seu cume mais um pouco de estrada e mais uma caminhada muito light até o cume do Pico da Cruzinha, que tinhamos visto no GPS.


De volta ao carro com muita ameaça de chuva e vento forte seguimos estrada e, depois de muitos outros quilômetros de estrada de terra e cruzando mais uma vez a divida SC/RS (Rio Pelotas) chegamos em São Joaquim, onde nos hospedamos na pousada de mesmo nome e depois, com a cidade parecendo uma fantasma, fomos até uma das praças jantar, fechando a noite dessa vez em uma cama de pousada (bem familiar).



Zig-zag em estradas de terra na fronteira RS/SC 





9º dia de viagem - 04/02/12

No dia seguinte um café da manhã na pousada e logo em seguida mais estrada, agora indo até Urubici, parando para olhar algumas inscrições rupestres e de onde seguimos por uma trilha para 4x4 muito interessante e divertida que nos levou próximo ao Morro da Igreja, um dos pontos mais altos de SC e onde costuma nevar no inverno.


Próximos do Morro da Igreja uma placa dizendo o bla bla bla de proibido bla bla bla de sempre, então, como sempre, abri a porteira amarrada com cadarço velho de tênis e segui de carro até o cume da montanha. Só dá pra percorrer esse trecho de 4x4, mas fico me perguntando: por que eles proibem fazer a pé uma "trilha" que é uma estrada de manutenção de torre??? Não seria apenas "querer ser chato"??? "Institutos ambientais": VTNC!



Subida do Morro da Igreja em Urubici - SC





De volta ao carro depois de umas fotos no cume (ao lado do carro), seguimos a estrada para a cidade, almoçamos e fomos para mais uma serra que merece visita, a Serra do Corvo Branco, mais vazia e mais impressionante que a serra que havíamos visitado no dia anterior.


Ao final da descida mais alguns muitos quilômetros e chegávamos então, mais uma vez, à BR 101, seguindo agora rumo ao Norte. De lá continuamos pela SC 280 e, já de noite, encontramos um lugar para estacionar, preparar nosso jantar e dormir, já em São Francisco do Sul.



Início da descida da Serra do Corvo Branco





10º dia de viagem - 05/02/12

Como sempre acordamos sem muita pressa, fizemos o café da manhã e, depois de olhar o guia de escalada do local, seguimos para o Pão de Açucar. Quase na base estacionamos o carro, pegamos os equipamentos e, depois de indicação dos moradores locais, seguimos pela trilha que nos levou à base da parede.


Na base nos equipamos e a Aline começou guiando a primeira enfiada da via Desbravadores 5º Vsup E3. Na sequência fui eu, logo começando a segunda enfiada, e aí que as coisas começaram a ficar "interessantes". Depois de umas 4 proteções fixas a via chega a um pequeno platô onde, pelo croqui, continua com proteções fixas para a direita (onde não via caminho para passar por causa de mato e árvores) ou por uma fenda, bem óbvia e bonita, direto para cima.


Sem procurar muito a linha mais tranquila segui pela fenda, colocando uma proteção no começo da fenda e uma segunda no seu final, de onde eu não conseguir subir reto por causa de mato e via, bem na minha direita, uma chapeleta da linha original.


Tentei algumas vezes para todos os lados e a minha melhor opção era atravessar para a direita, de volta à linha original da via, de onde eu seguiria alguns poucos metros até a parada que devia estar quase na minha cabeça. O problema é que essa travessia foge completamente da graduação da via, com um movimento de confiança em pé totalmente chapado no nada e alto (para baixo esse trecho de pedra ficava negativo) e para as mãos, apenas um veio de cristais muito pequenos. Tentei e tentei algumas vezes e, quando decido de vez transferir meu peso para o pé direito e tirar o esquerdo da fenda, eu estava em um caminho sem volta, não havia mais como voltar.


Lá, com as mãos bombando me regletes horríveis, o pé ameaçando escapar e em uma posição horrível, muito encolhido, chegou o final das forças e tive que falar para a Aline: "Queda!", respirar fundo e me soltar.


Era para ser uma queda idiota, de uns 3m, e parar próximo do platô. Isso se a peça que estava no final superior da fenda não saísse com a minha queda. Logo que me soltei senti a corda esticar e em seguida o incomparável barulho de peça sendo sacada da parede, quando pensei: "que m*@!*". Além disso a peça abaixo não estava muito boa, mas, depois de ser jogado para fora da parede no platô e uns 8 metros de queda ela me segurou com um belo tranco, me atirando com força de volta à parede.


Na hora a dor foi muito forte, pensando depois, acredito que, quando eu bati no platô e fui jogado para fora da parede eu caí deitado. Quando a corda esticou tive uma superextensão na coluna (ou seja, ela virou pro lado que não devia) e na volta fui de ombro/cabeça na parede, o que deixou tudo preto por alguns instantes.


Com muita dor pedi para a Aline me descer até um platô de mato onde consegui deitar. Fiquei lá alguns minutos tentando me recuperar até que pude pedir para a Aline me descer até a parada onde ela estava. Lá muitos outros minutos com muita dor até que eu consegui dar a seg para que ela subisse para limpar a parede.


Com a Aline de volta à parada comecei a descida, chegando ao chão onde finalmente pude tirar a cadeirinha e mais uma vez deitar um pouco. Mais alguns minutos e, com as coisas guardadas e com auxílio de 2 troncos como bastões de caminhada, seguimos pela trilha de volta ao carro, onde deitei mais uma vez no chão esperando a dor diminuir.


Ainda com muita dor nas costas, uma mancha roxa grande no ombro mas começando a ter fome, seguimos pela estrada rumo a BR 101, retornando depois de um ponto onde havia caído uma ponte e o trânsito não andava, aproveitando então para almoçar.


De volta ao carro seguimos mais uma vez rumo ao trânsito que desviava por uma estrada de terra até que parou de vez por causa de dois caminhões que se travaram na estrada. Sem perder muito tempo demos meia-volta e, depois de uma indicação, seguimos por uma estrada que o morador local chamou de "estrada do inferninho", onde só dava pra ir de 4x4 e passaríamos por área indigena/rippie e por aí vai.


Esse trecho foi muito interessante em uma estrada que segue uma linha reta perfeita atravessando alguns atoleiros, buracos e riachos que inundavam o caminho. No começo placa de área de preservação federal e no final uma mineiradora, mais uma vez mostrando que o caminho dos institutos não é preservar, mas só encher o saco e permitir práticas pouco "ambientalmente corretas".



Icmbio proibe acampamento, caminhadas etc mas permite mineiradoras





Mais um pouco de estrada de terra e saímos então na BR 101, seguindo rumo ao Norte o máximo possível já que no dia seguinte queríamos chegar em São Paulo. Fomos seguindo até de noite, parando então para dormir na "casa-carro" pela última vez nessa viagem em um posto de caminhoneiros, já no vale do Ribeira.



11º dia de viagem - 06/02/12

No nosso último dia acordamos cedo, tomamos café e seguimos estrada, chegando em São Paulo na metade da tarde, quando deixei a Aline na 90 graus para um dia normal de trabalho, e voltei para a minha para o merecido descanso.



Fechamento de viagem

Essa viagem foi muito boa. Ao total rodamos mais de 3300 km em 11 dias na estrada, sendo que passamos 8 noites no "porta-mala-cama-cozinha" adaptado do Defender, o que tornou a viagem confortável (a cama ficou melhor que algumas pousadas que já fiquei) e mais barata do que se fossemos pagar hotel ou pousada todos os dias.



Final do "roteiro romântico de escalada" pelo RS/SC





De lá para cá passei muitos e muitos dias na frente do computador terminando um projeto, mais alguns outros dias me recuperando da lesão (que ainda dói) e, há pouco mais de 1 semana já pude ir assistir um show do Eluveitie e voltei a treinar e à prática esportiva com a Aline, tendo pedalado em São Paulo duas vezes, treinado na 90 graus algumas outras e ontem, ainda subimos a pé e escalamos na Pedra Grande de Atibaia. Aos poucos a dor vai diminuindo e vou voltando a colocar os músculos para ralar. 


E que venha a próxima viagem no mesmo estilo (em breve!).


Algumas das fotos desse reveillon estão no link Reveillon com escaladas no Sul.


E abaixo um vídeo feito ontem mostrando mais um lugar que tem autorização ambiental para desmatamento. Veja fotos no link Desmatamento Pedra Grande - Atibaia.



Desmatamento na Pedra Grande - Atibaia




</description>
</item>



<item>
<title>Pedal Rota Marcia Prado, curso de escalada, pedal em Paranapiacaba etc</title>
<updated>2012-01-09T20:24:16.000-03:00</updated>
<pubDate>2012-01-09T20:24:16.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2012-01-09T20-24-16_Pedal_Rota_Marcia_Prado-_curso_de_escalada-_pedal_em_Paranapiacaba_etc.php</link>
<description>Post "um pouco" atrasado (e curto), mas só para colocar em dia (e ter registrado, afinal esse blog serve como minha agenda quando quero lembrar o que fiz), no mês passado, dia 10 de Dezembro, depois de me encontrar com o Dom e o Fernando na frente da 90 graus (onde deixei o carro por ser perto da casa do Dom), seguimos de carro até onde começaríamos o pedal pela 3ª Rota Cicloturística Marcia Prado, roteiro que sai de São Paulo e vai até Santos, com cerca de 100 km.


O começo do pedal foi bem frio e úmido com uma garôa que ia e voltada a cada minuto. O tempo foi passando, aos poucos fomos saindo de São Paulo e, quando chegamos na região das represas, onde se atravessa 2 trechos em balsa, já estávamos bem molhados e sujos de lama (uns 20 km do trecho são em estrada de terra). De lá seguimos pedalando até a saída na Rod dos Imigrantes onde tivemos que esperar um bom tempo até liberarem nosso acesso pela rodovia até o ponto onde começa a descida da serra pela estrada de manutenção. No posto de controle no início da descida muita desorganização mas, depois de entregar uma ficha rasgada e molhada com nome, começamos a descida, ainda embaixo de garôa e bastante frio.


Eu havia feito esse trecho de descida há dois anos com o Ale, quando fizemos só o trecho de serra ida e volta, mas agora estava fazendo o percurso completo (e vale a pena!). Aos poucos e sem muita pressa fomos descendo, quanto mais baixo íamos melhor o clima ficava e, no começo da tarde, chegamos com um lindo céu azul e Sol na cidade de Santos (e finalmente secos). Lá a mulher do Dom nos buscou, bebi uma merecida água de coco na praia, almoçamos e depois de colocarmos as bikes no carro pegamos a estrada de volta para São Paulo.


Na semana seguinte, dia 13, depois da Aline e eu irmos patinar no gelo embaixo da Ponte Estaiada, começou a 6ª turma do Curso Básico de Escalada em Rocha, tendo aulas também nos dias 15 e 17 (com direito, após a aula prática e antes do retorno pra SP, a um voo panorâmico em Bragança Paulista), formando assim mais um grupo de escaladores e fechando o ano com 6 turmas e muitos novos escaladores que encontro pelo ginásio e vejo agitando saídas para a rocha.


Na outra semana teve mais um dia de pedal, em um final de tarde de uma quarta-feira, dia 21, quando a Aline e eu fomos até Paranapiacaba pedalar por algumas estradas de terra. No final não fizemos o roteiro completo que eu havia imaginado (ele era mais técnico e forte que eu pensava) mas mesmo assim foi bom para dar uma movimentada nas pernas. E agora ficou o gostinho de voltar para fazer o roteiro planejado por inteiro.


O resto dos dias do ano foram por São Paulo, sem fazer nada demais, só pensando no que fazer no reveillon (fato que foi decidido só na véspera da viagem) e que merece um post a parte em breve ;-)


E abaixo alguns vídeos:



Rota Marcia Prado 2011 - antes da 1ª balsa




Rota Marcia Prado 2011 - balsa lotada




Rota Marcia Prado 2011 - pausa para lanche na descida da serra




Patinação no gelo - São Paulo - SP




Voo panorâmico em Bragança Paulista




Aline pedalando em Paranapiacaba




</description>
</item>



<item>
<title>Workshop Fotografias 3D - Anaglifos - em São Paulo</title>
<updated>2011-12-20T16:16:09.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-12-20T16:16:09.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-12-20T16-16-09_Workshop_Fotografias_3D_-_Anaglifos_-_em_Sao_Paulo.php</link>
<description> WORKSHOP FOTOGRAFIAS 3D (ANAGLIFOS)

www.macrofotografia.com.br



O primeiro workshop com o tema fotografias 3D do Brasil.


Incluso no workshop óculos para todos participantes ( 1 par de óculos plástico + 5 pares de óculos cartão para presentear amigos).


INSCRIÇÕES ABERTAS!









CRONOGRAMA:

Sábado, 11/Fev/2012 das 13h às 17h

- como nosso cérebro enxerga uma imagem 3D;

- o que é um anaglifo;

- como fotografar um anaglifo (com prática no local);

- cuidados ao fotografar;

- como montar um anaglifo (prática com software Photoshop);


Este é o 1º workshop fotografias 3D (anaglifos) do Brasil. Para fazer esse curso você pode ter qualquer modelo de câmera digital (recomendamos modelos que tenham ajuste manual). É recomendável, para o curso, que o aluno leve sua câmera e notebook com software Photoshop para os exercícios práticos. Óculos para visualizar anaglifos serão fornecidos.


E, para quem quiser um curso básico de fotografia: Curso Conceitos Básicos de Fotografia


LOCALIZAÇÃO:

Curso em São Paulo - SP.

Local: Av. do Cursino, 3653 sala 23 - São Paulo/SP



INCLUSO NO WORKSHOP:

Treinamento teórico sobre funcionamento das imagens 3D (anaglifos);

Treinamento prático para fotografar imagens 3D;

1 par de óculos plástico para visualizar/montar suas imagens 3D;

5 pares de óculos cartão para presentear amigos;

Certificado.


CUSTOS:

R$ 150,00 à vista ou em 2 x R$85,00


PRÉ-REQUISITOS:

Para o Workshop Fotografias 3D (anaglifos) o aluno deve ter câmera digital e é recomendável que leve para o curso também notebook com software Photoshop instalado. Caso tenha alguma dúvida entre em contato.


INSCRIÇÕES:


Para mais informações e inscrições entre em contato pelo site www.macrofotografia.com.br informando seu nome completo e curso de interesse.


As pré-inscrições já estão abertas e a turma será confirmada assim que tiver 4 alunos (e no máximo 12). Se você pretende participar me informe!


Tacio

www.tacio.com.br

www.macrofotografia.com.br

</description>
</item>



<item>
<title>Escaladas em Cajon de Los Arenales - Mendoza - Argentina</title>
<updated>2011-12-19T19:55:06.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-12-19T19:55:06.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-12-19T19-55-06_Escaladas_em_Cajon_de_Los_Arenales_-_Mendoza_-_Argentina.php</link>
<description>Tentando colocar o blog em dia, depois de alguns dias de escalada em Los Gigantes e mais alguns em La Ola, ambos na região de Córdoba, aproveitando a hospedagem e companhia do grande Cidão que hoje em dia mora em Villa Carlos Paz, no dia 10 de Novembro o Victor e eu pegamos um voo bem cedo de Córdoba para Mendoza.


Logo chegando em Mendoza fomos até um hostel e logo em seguida saímos para comprar comida, guia de escalada, gás e tudo que precisaríamos para os próximos 15 dias em Los Arenales. A compra só não foi melhor porque não encontramos nenhum macarrão estilo "miojo" (que seria nosso café da manhã), mas que foi muito bem substituído por alguns quilogramas de aveia e leite em pó. Além disso tivemos um pouco de trabalho para efetuar todas as compras já que quase tudo fecha no período das 14 h às 17 h (nesse horário nossa única opção foi voltar para o hostel e dormir um pouco).


Com tudo comprado, no dia seguinte cedo embarcamos na rodoviária rumo a Tunuyan, cidade a 1h10 de Mendoza. Logo que chegamos na rodoviária e começávamos a pensar no transporte para Arenales conhecemos o Jaro, eslovaco com quem escalamos alguns dias depois. Com tudo negociado com o Yagua, morador de Manzano Histórico que faz o traslado de escaladores, por volta do meio dia seguíamos até o refúgio, a cerca de 2 h de Tunuyan.


Logo chegamos fizemos uma caminhada pelo local, impressionados com a quantidade de agulhas e fendas nas paredes, com uma infinidade de vias e outra infinidade a ser aberta (é simples, pra quem quiser é só olhar uma parede e abrir uma via ou variante). Depois disso voltamos para a barraca e ansiosos com o próximo dia fomos dormir (acabamos ficando na barraca só uns 3 dias, depois nos mudamos definitivamente para o refúgio).


Os próximos 14 dias, tirando os poucos dias de descanso (que felizmente coincidiram com poucos dias de chuva), foram praticamente iguais, acordando não muito cedo (normalmente por volta das 9 h), tomando café da manhã, saindo para escalar, voltando para a janta e indo dormir para no dia seguinte escalar mais. Dessa maneira escalamos as seguintes vias/agulhas durante a nossa permanência em Arenales (graduação francesa):


11 a 26/11/11 - Cajon de los Arenales, Mendoza, Argentina

Ya te Guaverigua (Pilar Oeste) 6b 230m - Aguja Charles Webis

Armónica (Espolon Oeste) 225m 5+/6a - Aguja Campanille Alto

Mejor no Hablar de Ciertas Cosas (Canal y Pilar Norte) 500m 6b - Aguja El Cohete

Il Patagonico (Espolón y cresta Noroeste) 460m 5+/6a - Aguja Casemiro Ferrari

Pilar y Cresta Noroeste 180m 5+ - Aguja Alta Nuez

Deja ya de Joder 280m 6a / Kamikase 20m 6b - Aguja Carlos Daniel

Mujeres , Tequilas y Otras Yerbas 180m 5+- Aguja Nuez

El Zorro (Pared Oeste) 200m 5+ - Aguja Cara del Inca

Patricia 200m 6a+ - Muralla Central

Historietas 22m 6a+ / Running 23m 6b+ / Bolzano 23m 5+ / Strip Tease 23m 6a+ - Pared de La Mitria


No nosso último dia em Arenales, dia 26 de Novembro, acordamos no horário de sempre, tomamos nosso café da manhã, arrumamos nossas coisas (conseguimos comer praticamente tudo que havíamos comprado, acertamos nas contas e só sobrou um pouco de óleo, alguns sachês de mate, sal e 250g de macarrão) e seguimos nosso caminho nos despedindo de todos que conhecemos por lá e que ainda ficariam alguns dias. Ao meio-dia, conforme combinado, o Yagua nos buscou e seguimos então para Tunuyan onde, depois de um bom e barato almoço seguimos para Mendoza para o merecido banho depois de 17 dias à seco (meu record até agora).


Em Mendoza, com a sensação de "trabalho feito" passeamos pela cidade onde aproveitamos para experimentar algumas cervejas artesanais e, no dia seguinte à noite embarcamos em mais um voo de volta à Córdoba, sendo mais uma vez recebidos pelo Cidão.


No nosso último dia na Argentina só passeamos por Carlos Paz, fizemos compras e arrumamos nossas malas, embarcando de volta para São Paulo na madrugada seguinte.


Essa viagem foi bem proveitosa e, se não me engano, pelos cálculos do Victor, escalamos 52 vias. Mas mesmo assim eu esperava um pouco mais de Arenales, acho que devido a minha primeira ida pra escalar na Argentina ter sido para Chalten, tirando as aproximações chatas em moraina de Arenales o restante é bem tranquilo, tanto é que é o local de escalada de final de semana de quem mora em Mendoza, não tem nada do que os brasileiros fazem de mistificação do lugar. Mas vale a pena a visita.


E, durante essa permanência usamos como guia o Escaladas en Mendoza - Mauricio Fernandez, recomendo (inclusive o meu foi autografado pelo autor, que passou alguns dias por lá).


E as fotos já estão disponíveis no link Escaladas em Arenales - Argentina.


E, para quem quiser uma referência, abaixo lista de comida que levamos para 15 dias em Arenales:

8 latas 250 g de sardinha 

10 latas 170 g de atum

1 L óleo

4 kg macarrão diverso

4 pacotes de sopa

4 pacotes de molho desidratado

1 pacote de molho pronto

1 caixa de extrato de tomate

1 peça de salame (1 kg)

200 g de queijo ralado

1 pacote de mostarda 200g

1 pacote de orégano

0,5 kg de amendoim salgado

1,6 kg de aveia

1 kg açucar

500 g sal

0,5 kg uva passa

1 geléia de morango

1 pote doce de leite

1 caixa de chá (50 pacotes)

0,5 kg capuccino

2,4 kg leite em pó

30 pacotes de suco

6 barras de chocolate

4,7 kg bolachas doces

540 g bolachas salgadas

240 g torrones

22 barras de cereal

20 alfajores

1 sabonete

1 detergente

1 abridor de lata

1 pacote 6 rolos de papel higiênico

3 cilindros gás (450 g cada)


E as cervejas degustadas durante o mês na Argentina:

Quilmes stout

Quilmes gold

Quilmes bock

Andes gold

Andes porter

Duff gols

Duff Strawbeer

Aldea Gala porter

Jagger oatmeal stout

Don Otto negra bock

Don Otto negra stout

Don Otto roja

San Antonio de Arredondo negra

</description>
</item>



<item>
<title>Escaladas em La Ola - Córdoba - Argentina</title>
<updated>2011-12-16T21:14:20.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-12-16T21:14:20.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-12-16T21-14-20_Escaladas_em_La_Ola_-_Cordoba_-_Argentina.php</link>
<description>Entre os dias 31 de Outubro e 29 de Novembro estive na Argentina para algumas escaladas com o Victor Carvalho, parceiro daqui do Brasil. A primeira parte da viagem foi reservada às escaladas na região de Córdoba, sendo acompanhadas pelo grande Alcides, amigo meu do Brasil que conheci na Bolívia e hoje em dia mora em Villa Carlos Paz.


Nos primeiros dias de viagem escalamos em Los Gigantes, um local que me lembrou muito a região do Agulhas Negras em Itatiaia.


Depois dessa temporada, no dia 07 de Novembro, seguimos rumo à "La Ola", um setor de escalada esportiva há uns 85 km de Carlos Paz, onde ficamos acampados e aproveitamos 3 dias de escalada, fechando, no último dia, com escalada também em "Copina", um bloco de rocha no caminho de retorno à Carlos Paz.


Durante esse período de escaladas esportivas nos focamos em vias de graduação baixa em vez de trabalhar vias mais duras, evitando assim qualquer possibilidade de lesão (já que nossa meta principal estava ainda por vir) e queríamos mesmo é fazer volume e nos aclimatar com as rochas "irmanas". Durante esses dias escalamos as vias (todas à vista - graduação francesa):


07/11 - La Ola

Sem nome - placas sortidas 22 - 5+ 18m

Sem nome - placas sortidas 20 - 5 18m

Placa de la Luna - 6a+ 10m

Placa del Sol - 6b+ 12m


Ultimo Sol de Marzo

Ninfoman - 6a+ 20m

Malavida - 6a+ 20m

Encuentro Cercano con 3 tipos - 6a+ 15m

Estuproblema - 6a+ 15m

Garota Pertuba - 6a 15m

Masomacras Sexuales - 5+ 25m


08/11 - Torres Gemelas

Como nene con jugete nuevo - 6a 25m

Merece un buen nombre - 6a 30m

Los Chivitos - 6b 27m

Pan Casero - 6a+ 25m

Criollitos - 6b+ 25m

Sem nome - 6a+ 15m

Sem nome - 6b 15m


09/11 - Copina

Variante del Arborito - 6a+ 40m

Espolón Chico - 6a 22m


Os croquis que usamos são do guia Escalada em Córdoba - Los Gigantes / La Ola - Guillermo Durá, encontrado à venda nas lojas de escalada da região.


Depois dessa breve temporada em La Ola retornamos para Carlos Paz e, no dia seguinte, dia 10, partimos para Mendoza, mas isso virá no próximo post.


Algumas das fotos feitas durante essas escaladas (a maior parte feita pelo Cidão) estão no link Escaladas em La Ola - Argentina.

</description>
</item>



<item>
<title>De volta da Argentina e novas datas de cursos, cursos e mais cursos</title>
<updated>2011-12-02T22:13:33.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-12-02T22:13:33.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-12-02T22-13-33_De_volta_da_Argentina_e_novas_datas_de_cursos-_cursos_e_mais_cursos.php</link>
<description>Depois de uma temporada de férias para escaladas na Argentina (relato assim que eu tiver mais tempo), desde 3ª feira estou de volta ao Brasil e na correria para colocar tudo em dia.


Como parte desse trabalho estou com inscrições abertas para diversos cursos em São Paulo - SP, alguns com início daqui a pouco mais de 1 semana:


Curso Operacional RPN hp48/49/50g/g+/gx para alunos de engenharia

Este curso ensina como usar de forma correta sua calculadora hp nas principais matérias de exatas (cálculo, vetores, física etc.) assim como transferência de dados HP-PC.

Próxima turma dia 11 de Dezembro.


Curso básico de escalada em rocha

Informações e apresentação dos equipamentos e técnicas de segurança necessários para uma prática saudável de escalada em rocha.

Próxima turma dias 13, 15 e 17 de Dezembro.


Curso de manuseio e navegação com GPS (urbana e outdoor)

Informações técnicas sobre o sistema GPS, prática com aparelho e transferência e edição de dados no computador com o uso de GPS Garmin (curso voltado ao uso em trilhas e navegação urbana).

Próxima turma dia 18 de Dezembro.


Curso conceitos básicos de fotografia

Voltado aos proprietários de câmeras fotográficas que possuam controle manual onde são ensinados os conceitos principais da fotografia: lentes, abertura, velocidade, ISO. Curso com aula teórica e prática no Jd. Botânico.

Próxima turma dias 19, 21 e 23 de Janeiro.


Curso macrofotografia e close-up

Curso completo de macrofotografia e close-up com 16h de carga horária (o curso mais completo do Brasil nesse tema). Conheça os acessórios e técnica para esse tipo de fotografia.

Próxima turma dias 24, 26, 28 e 31 de Janeiro.


E, em breve, data para o Workshop fotografias 3D (anaglifos). Nesse curso ensinarei desde o processo fotográfico até a edição para montagem das fotografias 3D (incluso no curso óculos 3D para todos alunos).


Para informações sobre os cursos acesse o link título ou entre em contato. Todos cursos com inscrições abertas.

</description>
</item>



<item>
<title>Escaladas em Los Gigantes - Córdoba - Argentina</title>
<updated>2011-11-07T00:32:31.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-11-07T00:32:31.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-11-07T00-32-31_Escaladas_em_Los_Gigantes_-_Cordoba_-_Argentina.php</link>
<description>Na 2a. feira passada, dia 31, depois de meus pais e a Aline me deixarem no aeroporto de Guarulhos embarquei com o Victor para Córdoba, na Argentina.


Tirando o fato da Pluna (empresa de aviação) sequer oferecer lanche a bordo - em vez disso vende, e muito caro - e depois - mais caro ainda - comemos um lanche no aeroporto de Montevideo, com a chegada da madrugada chegamos em Córdoba onde fomos recebidos pelo Alcides, amigo que conheci na Bolivia e com quem já voltei para lá para escalar e hoje em dia mora na Argentina.


Do aeroporto fomos para Vila Carlos Paz, onde ele mora atualmente e, depois de alguns minutos de papo o merecido sono.


No dia seguinte acordamos tarde e gastamos o dia para trocar dinheiro, pegar chave de abrigo, comprar comida etc. No final da noite jantamos e logo depois fomos dormir, acordando no dia seguinte e pegando estrada para Los Gigantes.


A ida foi bem tranquila e, depois de pouco mais de 40 km, parávamos o carro, colocávamos as mochilas nas costas e começávamos a subida para o refúgio. Apesar de não ser muito longa, pouco mais de 6 km subindo pelo Sendero Norte, ela tem  trechos bem íngremes e chegamos ao Refugio Rafael Juarez pouco depois do horário do almoço.


No refúgio logo largamos nossas coisas, pegamos o equipo de escalada e fomos para as paredes. E os 3 dias seguintes foram iguais, todos com um café da manhã no refúgio, equipo de escalada nas costas, o dia todo escalando e jantar de volta no refúgio antes da merecida noite de sono (que durava normalmente das 23h até por volta das 9h).


Passamos 4 dias nesse ritmo, escalando todos os dias. Nossa ideia era ficar ainda um dia a mais mas, devido a chuva que pegamos no Sábado na hora do almoço, acabamos optando por descer um dia antes e evitar ser pego por chuva mais forte no dia seguinte. Assim então, hoje ficamos pela cidade descansando, demos um passeio em um rio para refrescar do calor em Carlos Paz, compramos comida e amanhã pegamos novamente estrada, agora para alguns dias de escalada em La Ola.


As vias escaladas nessa breve temporada em Los Gigantes foi:


1o. dia - 02/11

Setor: Gorila


- Empotrando Garrafas 5 25m

- Seños Rotos 5+ 15m

- Gente del Miercules 6a 22m

- Sueñen comigo 6a 15m



2o. dia - 03/11

Cerro de la Cruz


- Angel Negro 6a+ 35m

- Trabá el Triceps 5+ 40m (Mogote Chico)

- Stress 6a+ 60m

- Espolón 1er largo 6a 45m



3o. dia - 04/11

Mogote Bareta


- Que dice dom Jose 6a 20m

- Que dice dom Antonio 6a 20m


Mogote Grande


- Normal (cume do complexo Los Gigantes)


Valle Se Te Queri i i

- Ite 6a 10m

- Llamate el Silencio 6b 12m


La Lajita


- Final Femenina 6a 12m



4o. dia - 05/11

Mogote del Ocaso


- El Pesto 6a 20m

- Flash for Fantasy 6a 20m


Mogote Zuriaga


- Zeppelin 5+ 60m

- Que manaca 5+ 45m



Todas as graduações são francesas de acordo com o guia de escalada local. Nós não entramos em nada forte, ficamos sempre por volta do 6o./6o.sup brasileiro para nos aclimatar com a região e evitar lesões já que a meta principal ainda está por vir. E amanhã pegamos estrada para La Ola, onde ficaremos mais alguns dias escalando.


E algumas fotos da viagem já estão disponíveis no link Escaladas em Los Gigantes - Córdoba - Argentina.
</description>
</item>



<item>
<title>Cursos, show, passeios, fotografias, pedal, mais passeios...</title>
<updated>2011-10-28T21:58:54.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-10-28T21:58:54.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-10-28T21-58-54_Cursos-_show-_passeios-_fotografias-_pedal-_mais_passeios---.php</link>
<description>As últimas semanas foram bem calmas por aqui. Dei o último curso de macrofotografia e close-up do ano e mais uma turma do curso operacional hp50g para alunos de engenharia (a última turma do ano desse curso será em Dezembro).


Na mesma semana, dia 12 de Outubro, assisti o show do Cruachan em São Paulo, banda conhecida como os "pais do Folk Metal". Foi um ótimo show, só que o achei um pouco curto e esperava um pouco mais, abaixo o set list e algumas fotos no link http://www.tacio.com.br/tacio/fotografia/index.php?pasta=2011-10-13_show_cruachan_sp/.

– The Horned God

- Maeves March

– Pagan Hate

– Bloody Sunday/Brian Boru

– The Great Hunger

– Thy Kingdom Gone

– Ossians Return

– Primeval Odium

– Some Say The Devil is Dead

– Pagan

– I am Warrior

– Ride On


Além disso fiz diversos passeios simples por São Paulo. Entre eles vale destacar a ida com meu pai e a Aline na Expobikes, feira voltada mais às empresas que me lembrou as antigas edições do salão duas rodas (isso há mais de 15 anos quando o salão das duas rodas era salão de bike, não apenas caixas de pizza para motoboy). Fui também ao prédio do Banespa no centro de São Paulo, com a Aline, depois de almoçar com o Nelson (amigo fotógrafo que agora mora em Londres). Teve também uma tarde de fotografias na Av. Paulista com o Guilherme Omella, uma manhã de fotografias macro com a Aline e também o Guilherme no Jd Botânico e uma tarde no Catavento Cultural com a Aline, um museu científico muito, mas muito interessante (inclusive preciso retornar mais umas duas vezes, no mínimo, para conseguir aproveitar mais e tudo!).


Além disso, no final de semana passado, fomos o Dom Miranda, Daniel Cotellessa e eu pedalar em Biritiba Mirim. Tirando a roubada quando eu insisti em seguir reto por uma estrada e ver se sairíamos mais adiantados no ponto de retorno (o que não aconteceu e tivemos que voltar um bom pedaço, inclusive alguns trechos empurrando ou carregando as bikes), o pedal foi muito bom, nem muito light nem muito pesado, com quase 44 km rodados no total e quase 1000 m de desnível acumulado. Algumas das fotografias já estão aqui no site e abaixo os vídeos durante uma pausa para lanche durante o pedal.


Esse final de semana não devo fazer nada além do que tenho feito nos últimos dias e, na 2ª feira, pego estrada, ou melhor, "pego céu", para uma temporada de escaladas com o Victor Carvalho. Como a temporada de escaladas por aqui acabou (as chuvas chegaram), a solução é procurar lugares secos nessa época. Provavelmente minha próxima postagem será de lá, ai passo mais informações.



Pausa durante pedal em Biritiba Mirim - Mogi - I




Pausa durante pedal em Biritiba Mirim - Mogi - II




</description>
</item>



<item>
<title>Macrofotografias 3D (anaglifos)</title>
<updated>2011-10-25T13:20:55.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-10-25T13:20:55.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-10-25T13-20-55_Macrofotografias_3D_-anaglifos-.php</link>
<description>Fazer macrofotografias já não é uma coisa muito fácil, requer prática, estudo e, principalmente, paciência, muita paciência.


Essa semana, em uma saída ao Jardim Botânico, resolvi dar um volume maior a uma galeria minha com um tipo de macrofotografia um pouco mais trabalhosa: as macrofotografias 3D.







Como em outras fotografias 3D, para termos esse efeito são feitas duas imagens e depois as mesmas são unidas através de software no computador para termos o efeito 3D quando usamos óculos específicos.


O tipo de foto 3D que eu faço é chamada anaglifo e, para visualizar o efeito de profundidade, é necessário o uso de óculos com lentes azul/vermelha (aqueles mesmos que encontramos em algumas revistas, jornais ou nas sessões antigas de cinema 3D - os atuais são com lentes polarizadas). Se você não tem e buscar na internet verá que acha esses óculos a venda por preços bem atrativos (são bem simples).


Se você tiver esse tipo de óculos e gostar desse tipo de fotografia dê uma olhada na galeria Anaglifos macro ou clique na imagem acima para acessá-las.


E, para quem quiser aprender a fazer esse tipo de fotografia (anaglifo) - macro ou não - em breve terei um workshop onde passarei todos os macetes para fazer esse tipo de imagem desde o momento da captura até como unir as fotos no computador (inclusive os participantes receberão alguns óculos para poder visualizar/editar suas imagens assim como presentear amigos).


Para mais infos e inscrições entre em contato.

</description>
</item>



<item>
<title>Review: Bandanas Ecohead</title>
<updated>2011-10-24T23:51:27.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-10-24T23:51:27.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-10-24T23-51-27_Review-_Bandanas_Ecohead.php</link>
<description>Esse texto faz parte de uma série de testes de produtos a pedido do Kiko (Marcus Araújo) da Proativa, distribuidora no Rio de Janeiro de diversas marcas relacionadas ao montanhismo, escalada e atividades ao ar livre como Deuter, Sea to Summit, Lorpen, Primus, Suum entre outros.


Já foram analisados as pastilhas eletrolíticas Suum, os Copos X-Cup da Sea to Summits, comida liofilizada liofoods, meias Lorpen, Liner Thermolite Reactor Extreme da Sea to Summit e agora as bandanas Ecohead.




Essas bandanas, feitas de material sintético, o que ajuda na não proliferação de fungos e bactérias, tem formato de tubo e podem ser usadas de diversas maneiras como gorro, prendedor de cabelo, máscara, balaclava, cachecol etc.


Mesmo antes de receber um exemplar, fornecido pela Proativa, eu conhecia e usava esse produto nas minhas atividades ao ar livre. No meu caso, como tenho cabelo comprido, acho ele muito interessante para manter o cabelo preso, sem voar no rosto, quando pratico atividades como escalada em rocha, montanhismo e mountain bike. Além disso, com o uso dessas bandanas, evito que o suor escorra pela testa e atinja meus olhos, fazendo com que a prática de atividade esportiva seja mais prazeirosa.


Não há muito o que falar sobre essas bandanas. Toda pessoa que eu conheço que experimentou, aprovou e continua a usando (no meu caso posso até dizer "as usando" já que tenho diversos modelos).


É um item simples, com preço justo, super resistente e que sempre está na minha cabeça ou mochila quando estou pelas trilhas, montanhas ou paredes por aí.


Esse item pode ser encontrado em diversas lojas do Brasil por um preço médio de R$25,00.


Abaixo algumas imagens onde eu apareço usando a Ecohead (sempre que uso capacete também uso a bandana).



































</description>
</item>



<item>
<title>Curso para bombeiros e pedal em Bragança Paulista e PE Carlos Botelho</title>
<updated>2011-10-10T14:21:37.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-10-10T14:21:37.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-10-10T14-21-37_Curso_para_bombeiros_e_pedal_em_Braganca_Paulista_e_PE_Carlos_Botelho.php</link>
<description>As últimas semanas não tiveram muitas atividades outdoor. No dia 29 de Setembro, pela 3ª vez, dei um curso sobre escalada em rocha e resgate de escaladores, com meu parceiro de escalada Osvaldo, no CSALT (Curso de Salvamento em Altura) do Corpo de Bombeiros do Estado de São Paulo. Esse curso é importante para que os bombeiros conheçam a escalada em rocha e os equipamentos utilizados, que podem vir a ser úteis em um resgate vertical de escalador (raro) ou rapeleiro (mais comum).


No final de semana, dia 1º de Outubro, acordei cedo, busquei o Dom em sua casa e fomos fazer um pedal em Bragança Paulista, fechando os pouco mais de 30 km com o merecido açaí. De noite, de volta à São Paulo, fui com a Aline na Chácara do Jockey onde assistimos o show do System of a Down (não é uma banda que eu gosto mas até que o show foi animado). No resto do final de semana fiquei por aqui enrolando e assistindo o Rock in Rio pela TV (não me arrependi nem um pouco de não ter ido).


A semana passou e o máximo que fiz foi treinar na 90 graus. Na Sexta-feira, logo depois de deixar a Aline na 90 peguei estrada e fui para a casa do Alessandro em Itu. De lá, no dia seguinte cedo, pegamos estrada rumo à 7 Barras.


Chegando em 7 Barras achamos um local para deixar o carro, comemos um salgado de calabresa no posto de combustível (não coma!!!) e pouco depois das 11h começamos nosso pedal rumo à São Miguel do Arcanjo, atravessando o Parque Estadual Carlos Botelho.


O pedal começa em um sobe-desce tranquilo em asfalto por quase 27 km e ai sim a "diversão" começa: quase 32 km em terra e quase só subindo (de 95 m a 840 m de altitude). Apesar da inclinação não ser muito elevada, fazendo com que o pedal renda sem precisar descer a coroa para a menor, é uma subida interminável que vai minando as pernas aos poucos e no seu final eu já sentia ameaças de cãibras - isso sem contar a dor por causa do desconforto de muitas horas sobre o selim.


Terminado o trecho de terra ainda não está acabado. De lá mais 23 km em asfalto com sobe-desce até que chegamos à cidade de São Miguel do Arcanjo para um merecido banho, jantar e pesada noite de sono.


No dia seguinte, mais uma vez, acordamos cedo, tomamos café da manhã, fechamos a diária no hotel e começamos a pedalar. Nossa ideia era voltar pelo mesmo caminho já que o carro nos esperava em 7 Barras. Com o tempo nublado o começo foi tranquilo mas, depois de uns 10 km de pedal, começou a garoar. Paramos para guardar as coisas nos sacos estanques e embaixo de chuva mais forte chegamos na portaria do parque onde havíamos programado fazer a 1ª pausa para lanche.


Depois do rápido lanche começamos a descer um trecho da estrada já de terra e, menos de 200 m depois, desistimos e resolvemos voltar para a portaria! O frio estava muito forte e, além disso, descer mais de 1000 m de desnível com chuva e na lama acabaria com os nossos freios e o risco de acidentes era muito alto para arriscarmos.


De volta à portaria começamos a pensar sobre nossa rota de fuga, nossa única saída era conseguir alguém que nos levasse até 7 Barras (60 km de distância atravessando uma serra sem calçamento) para que resgatássemos o carro. Esperamos alguns minutos na portaria e, como não passava ninguém, resolvemos voltar uns 3 km até um bairro onde começamos a longa procura de alguém que topasse fazer o "carreto".


O tempo foi passando, nãos e nãos por todos os lados até que conseguimos negociar e uma pessoa aceitou nos levar. Deixamos as bikes e fomos em um Gol até 7 Barras onde resgatamos o carro e depois voltamos para resgatar as bikes. Com tudo certo e agora tanto com as bikes quanto com o carro em mãos, fizemos uma pausa na cidade para lanche (já era umas 14h) e de lá estrada de volta para Itu, onde deixei o Alessandro em sua casa, lavei minha bike e peguei mais estrada de volta para São Paulo.


Apesar da ideia inicial não ter sido completada (subir e descer a serra) o pedal foi muito proveitoso e pelo menos fizemos o trecho mais pesado (a subida). Ao total, no primeiro dia, foram cerca de 83 km com quase 1500 m de desnível acumulado. Mas é um pedal que merece ser repetido, nem que seja apenas o trecho de serra em estrada de terra.


E os próximos dias serão aqui em São Paulo. Amanhã começa mais uma turma do Curso macrofotografia e close-up, que terá aulas na 3ª, 5ª, Sábado e próxima 3ª. No meio da semana, 4ª feira, tem o show do Cruachan, no Domingo Curso de manuseio RPN hp50g para alunos de engenharia e hoje e Sexta treino na 90 graus. A semana será corrida!


E abaixo o playlist dos vídeos feitos durante o pedal no PE Carlos Botelho e os vídeos individualmente.



Playlist Pedal 7 barras - s.m.arcanjo (pe carlos botelho)




Pedal 7 barras - São Miguel Arcanjo (Pq Estadual Carlos Botelho) 1-5 Início do pedal




Pedal 7 barras - São Miguel Arcanjo (Pq Estadual Carlos Botelho) 2-5 Final do pedal.




Pedal 7 barras - São Miguel Arcanjo (Pq Estadual Carlos Botelho) 3-5 No hotel



Na metade desse vídeo como um inseto que vem voando direto na minha garganta!


Pedal 7 barras - São Miguel Arcanjo (Pq Estadual Carlos Botelho) 4-5 2º Dia com chuva




Pedal 7 barras - São Miguel Arcanjo (Pq Estadual Carlos Botelho) 5-5 Abortando o retorno



</description>
</item>



<item>
<title>Escalada das vias K2, Coringa, Iemanjá, LSD e Cavalo Louco no Rio de Janeiro</title>
<updated>2011-09-28T22:45:44.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-09-28T22:45:44.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-09-28T22-45-44_Escalada_das_vias_K2-_Coringa-_Iemanja-_LSD_e_Cavalo_Louco_no_Rio_de_Janeiro.php</link>
<description>No Domingo, dia 18 de Setembro, logo que o Felipe chegou aqui em casa, a Aline, ele e eu tomamos um café da tarde, jogamos as coisas no portal-malas e pegamos estrada rumo ao Rio de Janeiro.


Mesmo com a incerteza sobre onde ficaríamos hospedados (teve hotel que respondeu sobre preços mas não respondia como efetuar reservas) a viagem foi bem tranquila e, sem fazer nenhuma parada, por volta das 21h, passávamos por alguns albergues e hotéis até que encontramos vaga e resolvemos ficar exatamente no hotel que não havia respondido meus emails sobre reserva (indicado pelo Leo e localizado no Catete). Lá deixamos as coisas nos quartos e saímos para jantar, indo até uma lanchonete que servia refeições no mesmo quarteirão. Inclusive, acho que foi a primeira vez que consegui comer bem no RJ - e sem frescuras - sem ter que pagar R$30,00 por pessoa em um prato de comida - em compensação a Aline e o Felipe comeram um simples sanduíche natural (um pão de forma com queijo branco e tomate) que custou R$7,50, ai sim preço padrão no Rio. De lá voltamos para o hotel para a merecida noite de sono e pensando na semana de escaladas que estava por vir.


No dia seguinte, 2ª feira, acordamos antes do despertador programado para às 8h, enrolamos um pouco e depois descemos para o café da manhã. Em seguida nos arrumamos, pegamos os equipos e seguimos para o Corcovado onde deixamos o carro no estacionamento das Paineiras e subimos a trilha até a base da via K2 (4º IVsup E2 D1 150m - VI seguindo pela variante), via que eu já havia escalado com o Pedro e com o Osvaldo em duas outras ocasiões.


Chegando na base da via esperamos a fila andar (havia escaladores e fotógrafo de algum jornal fazendo alguma matéria) e, assim que tivemos espaço, o Felipe entrou guiando a primeira enfiada da via, fazendo a parada na 1ª parada antes da travessia para a esquerda. Em seguida subiu a Aline e logo depois eu.


Na parada ficamos mais um bom tempo esperando que a sessão de fotos terminasse e, logo que vi que já saíam da 2ª parada da via, comecei a guiar a 2ª enfiada pela variante em móvel que segue direto pelo diedro. Essa enfiada, para quem curte escalada em móvel devia ser obrigatória. Suas proteções ficam perfeitas em uma fenda lisa e a movimentação é espetacular com um crux chegando ao final do diedro (VI), de onde retorna para a linha original da K2.


Da parada dei segurança para a Aline e o Felipe que logo chegaram na P2 e em seguida a Aline saiu guiando a 3ª enfiada, emendando na 4ª, parando no final da via. De lá, depois de resgatar um boné perdido, uma caminhada de 3 minutos e então pulávamos o parapeito que nos levava junto às centenas de turistas que visitavam o Corcovado naquela tarde perfeita. Lá mais alguns minutos passeando, fazendo algum vídeo, algumas fotos então pegamos a van que nos levou de volta a Paineiras, de onde seguimos de volta para o hotel, jantar e noite de sono.


Na 3ª feira, dia 20, novamente acordamos antes das 8h, tomamos café e fomos escalar, dessa vez no Pão de Açúcar. Logo depois que estacionamos o carro seguimos pela pista Claudio Coutinho até quase o seu final onde entramos por uma trilha que nos levou à base das vias do setor Coringa, onde depois de procurar por alguns minutos o Felipe entrou guiando a 1ª enfiada da via que dá nome ao setor (Coringa 3º IIIsup E1 D1 110m).


Essa escalada foi bem tranquila e, logo que chegamos ao seu final, começamos a descer pela trilha à procura da verdadeira via que era a meta do dia, na face Leste do Pão de Açúcar (lado virado para o mar). A caminhada foi tranquila e, mais rapidamente do que esperava, encontramos a base da via Iemanjá (4º Vsup E3 D3 430m).


A via começa por uma travessia horizontal para a direita e, na 2ª enfiada, segue direto para cima após a 2ª ou 3ª proteção, local onde, sem prestar muita atenção, continuei pela travessia e só percebi bem isso quando o Felipe e a Aline já haviam se juntado a mim na parada (simples). De lá voltei novamente pela horizontal até uma proteção anterior e segui para cima torcendo para encontrar a verdadeira via (após uns 30m sem achar uma proteção sequer achei um grampo P e pude respirar novamente). Agora sim eu achava que estava de volta à via e dei segurança para que a Aline e o Felipe também subissem.


De lá segui guiando a maior parte das enfiadas (principalmente para ganhar tempo já que a escalada não é tão óbvia e tem alguns bons esticões) até que chegamos no final da 7ª enfiada, de onde a via continua por uma trilha inexistente no meio de uma floresta de bromélias, gravatás e pequenas árvores até que o Felipe achou um grampo P branco que achamos ser o começo da 9ª enfiada.


De lá, com o final da tarde chegando, segui guiando até a 9ª parada e logo que chegaram segui mais uma outra, sendo que nessa não encontrei mais nenhum grampo P na parede. Sem ter muito o que fazer já que o final da tarde chegava, não achava nenhuma proteção e já tinha esticado 60m sem uma proteção sequer, fiz uma "parada" psicológica nas raízes de alguns gravatás e esperei que a Aline e o Felipe subissem. Sem perder muito tempo, e já com headlamp na cabeça, estiquei mais quase 60m de corda e fiz outra "parada" em algumas raízes (felizmente mais confiáveis que a parada anterior). De lá, já com a última luz do dia, logo que todos chegaram nos desencordamos, guardamos as cordas e seguimos por uma sequência de trepa-pedras, alguma aderência e alguns trepa-matos até chegarmos em uma floresta próxima do cume do Pão de Açúcar.


Quando achávamos que o perrengue havia acabado (felizmente não tínhamos virado oferenda para Iemanjá) vimos que ainda havia uma longa floresta para atravessar. Aos poucos fomos procurando o caminho, em alguns trechos tendo que rastejar, mas depois de uns 10 minutos o Felipe chegou na mureta que nos levou de volta à civilização. De lá uns 5 minutos e estávamos no meio do luxo das lojas do cume do Pão de Açúcar matando a sede no banheiro (nossa água havia acabado há algumas horas) e depois um mate gelado antes de pegarmos o bondinho de volta à praia vermelha.


De volta ao carro seguimos para o hotel para o merecido banho e depois fomos jantar em Copacabana, onde aproveitei para ver se tudo estava ok usando a rede wireless que existe na orla da praia. Depois disso só pensávamos em voltar para o hotel para a merecida noite de sono.


No dia seguinte, 4ª feira e metade da nossa "temporada" no Rio, tínhamos pensado em descansar por causa do dia anterior mas sugeri escalarmos algo mais light e todos toparam. Sendo assim, depois do café fomos até a praia onde, enquantoa  Aline dava um mergulho eu acessava internet em um quiosque enquanto bebia uma água de coco e, depois de um acaí na Nossa Sra de Copacabana, seguimos para a Floresta da Tijuca e logo começamos a subir a trilha rumo ao Pico da Tijuca, desviando após uns 10 minutos de caminhada até a base da via Vereda Tropical 4º IVsup (A1/VIIc) E2 D2 210m, sendo que na metade de sua 2ª enfiada, logo após o lance em artificial, segui pela via LSD - louvado seja deus 4º V E2 D2 185m. Mesmo com muito vento e frio (uma massa de ar frio chegava) a escalada foi tranquila, fomos alternando as guiadas e logo chegamos ao final da via, de onde seguimos pela trilha até o cume.


No cume, com o final da tarde chegando (já era umas 17h) uma breve pausa para fotos, filme e então começamos a descida para o carro> De lá voltamos para um banho no hotel e saímos então para jantar, nesse dia um ótimo rodizio de pizza e depois algumas cervejas importadas com o Léo em um bar que eu havia conhecido no Rio há alguns anos e não lembrava onde era (e nada de Ambev, o cardápio nosso começava pelo menos com Erdinger).


Na 5ª feira, último dia que teríamos para escalar e com previsão de tempo ruim (o que não se concretizou) fomos mais uma vez para o Pão de Açúcar. Logo depois de estacionar o carro pegamos a pista Claudio Coutinho e em seguida a trilha que leva à base da via Italianos, via que eu mais escalei no Rio (3x), onde encontramos 2 duplas de SC que aproveitavam o dia para escalar antes do começo do Rock in Rio no dia seguinte - inclusive, se alguém os conhecer peça para entrarem em contato comigo, tenho fotos legais deles escalando.


Logo que o último deles começou a escalar acabamos de nos equipar e comecei então a 1ª enfiada da via Cavalo Louco com Secundo 5º VI E2 D2 270m, sendo que a primeira enfiada é o verdadeiro filé da via, com uma linda fenda protegida em móvel em uma boa sequência de agarras. Da 1ª parada dei segurança para a Aline e Felipe se juntarem a mim e logo segui o crux da via, um VI grau técnico em pequenas agarras onde, por um descuido besta no equilíbrio, levei uma pequena queda, mas resolvido na 2ª entrada. Na sequência o Felipe e a Aline foram alternando a guiada e, na metade da tarde, chegávamos mais uma vez ao cume do Pão de Açúcar (dessa vez sem perrengue). Lá uma breve pausa e logo descemos de bondinho para o morro da Urca e de lá pela trilha para a praia vermelha onde o carro nos esperada. De lá, mais uma vez, jantar em Copacabana e depois a merecida noite de sono.


No dia seguinte, 6ª feira dia 23, acordamos um pouco mais cedo, tomamos nosso café da manhã, fechamos nossas diárias e pegamos estrada de volta pra São Paulo. O caminho foi bem tranquilo com apenas uma pausa e, pouco depois do horário do almoço chegávamos em casa.


Escalar no Rio de Janeiro é sempre muito bom e essa vez foi espetacular. Em 4 dias na cidade escalamos 5 bonitas vias e também curtimos um pouquinho da cidade (mais a Aline e o Felipe que não conheciam muito de lá). E, como fomos apenas em locais mais seguros, não tivemos que nos preocupar com assaltos e com os traficantes sustentados pelos fãs de baseadinho da cidade. Mas com certeza voltaremos para outras vias (só não sei se ainda nessa temporada que está no final).


O resto dos dias desde o retorno do Rio até hoje foram aqui pela selva de pedra (ou seria de merd@?). No final de semana coloquei minhas coisas em dia (inclusive dando mais um curso de manuseio de calculadoras hp48/49/50g para engenharia no Domingo), ontem a Aline e eu fomos no centro passear (aproveitei para comprar ingresso para o show do Cruachan) e hoje fomos no Jd. Botânico onde fiz algumas fotos macro (ainda não estão no ar). Amanhã acordo cedo para mais uma aula sobre escalada para os bombeiros que fazem o CSALT (Curso de Salvamento em Altura) e o resto dos dias uma incógnita, tirando um show no Sábado vamos ver o que mais aparece para fazer.


E veja também os vídeos das escaladas no Rio e também as Fotografias das escaladas.
</description>
</item>



<item>
<title>Vídeos das escaladas no Rio de Janeiro</title>
<updated>2011-09-24T23:44:10.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-09-24T23:44:10.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-09-24T23-44-10_Videos_das_escaladas_no_Rio_de_Janeiro.php</link>
<description>Enquanto não escrevo o relato sobre as escaladas no Rio de Janeiro essa semana, segue abaixo os vídeos.


Resumindo, entre os dias 19 e 22 de Setembro a Aline, Felipe e eu escalamos as vias:

- K2 pela variante do diedro na 2ª enfiada (Corcovado);

- Coringa + Iemanjá (Pão de Açucar);

- LSD (Louvado Seja Deus) (Pico da Tijuca);

- Cavalo Louco com Secundo (Pão de Açucar).


E as fotografias podem ser vistas no link Escaladas no Rio de Janeiro.



Idioma estranho no cume do Corcovado depois de escalada da K2




Aline, Felipe e eu descendo de van após escalada da K2




Vara mato no final da via Iemanjá no Pão de Açúcar




No cume do Pão de Açúcar depois da escalada das vias Coringa e Iemanjá




Chegada de frente fria no Pico da Tijuca durante escalada da via LSD




Cume do Pico da Tijuca depois da escalada da via LSD




</description>
</item>



<item>
<title>Curso de macrofotografia e close-up em São Paulo - última turma do ano!</title>
<updated>2011-09-17T21:35:43.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-09-17T21:35:43.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-09-17T21-35-43_Curso_de_macrofotografia_e_close-up_em_Sao_Paulo_-_ultima_turma_do_ano-.php</link>
<description>CURSO MACROFOTOGRAFIA E CLOSE-UP

www.macrofotografia.com.br



O curso de macrofotografia e close-up mais completo do mercado com formato ampliado e aulas práticas em sala de aula e em campo.









CRONOGRAMA:

3ª feira, 24/Jan/2012 das 19h30 às 22h30 - aula teórico/prática

- introdução sobre macro (definições) 

- equipamentos para macro e close-up 


5ª feira, 26/Jan das 19h30 às 22h30 - aula teórico/prática

- iluminação em macro 

- técnica para macrofotografia


Sábado, 28/Jan das 9h30 às 16h30 - aula prática

- ganhando ampliação 

- iluminação em macro 

- técnica macro


3ª feira, 31/Jan das 19h30 às 22h30 - aula teórica

- revisão de fotos 

- dúvidas


O curso tem duração de 16h entre teoria e prática.


Este é o curso de macrofotografia mais completo existente no mercado mas é esperado que todos os alunos dominem fotometria manual, uso básico de flash, conheçam lentes e dominem a relação entre abertura e profundidade de campo etc. Para quem ainda não tem esse domínio, uma boa oportunidade de aprender é no Curso Conceitos Básicos de Fotografia



LOCALIZAÇÃO:

Ambos os cursos serão em São Paulo - SP.

Aulas teóricas (A): Av. do Cursino, 3653 sala 23 - São Paulo/SP

Aula prática (B): Jardim Botânico, Av. Miguel Stefano, 3031 - São Paulo/SP

Veja os locais no Google Maps



CUSTOS:

R$ 450,00 à vista ou em 3 x R$165,00



PRÉ-REQUISITOS:

Para o Curso Macrofotografia e Close-up o aluno deve ter câmera reflex com flash incorporado e/ou flash externo + algum acessório para macrofotografia (lente macro, filtro close-up ou outro acessório que permita maior aproximação que a lente "sozinha"). Qualquer dúvida entre em contato.



INSCRIÇÕES:

Para mais informações e inscrições entre em contato pelo site www.macrofotografia.com.br informando seu nome completo, curso de interesse, qual o seu equipamento fotográfico e suas expectativas para o curso.


As inscrições já estão abertas (máximo 10 alunos). Se você pretende participar me informe!


Tacio

www.tacio.com.br

www.macrofotografia.com.br
</description>
</item>



<item>
<title>Pedal e escalada das vias Johny Quest, Surfista Prateado e V de Vingança (com ataque de marimbondos) em São Bento do Sapucaí</title>
<updated>2011-09-09T19:19:38.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-09-09T19:19:38.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-09-09T19-19-38_Pedal_e_escalada_das_vias_Johny_Quest-_Surfista_Prateado_e_V_de_Vinganca_-com_ataque_de_ma.php</link>
<description>Nos últimos dias estive mais uma vez em São Bento do Sapucaí, SP. Na 2ª feira à noite, por volta das 20h saí de casa e segui estrada rumo ao abrigo montanhismus do Eliseu, onde costumo ficar. O caminho foi bem tranquilo e por volta das 23h já estacionava o carro e na sequência me preparava para dormir.


No dia seguinte, mesmo com o despertador programado para as 7h, acordei um pouco mais cedo com o clarear do dia, tomei tranquilamente meu café da manhã, troquei de roupa, peguei a bike e fui encontrar com o Eliseu Frechou em seu escritório às 8h. Ele já me esperava na rua e me falou que iria mais uma pessoa (o Gabriel, muito gente boa) e que sairíamos da praça da cidade. Então, enquanto ele seguia para lá de carro, já aqueci um pouco as pernas com os 5 km até o centro da cidade.


No centro aproveitei para dar uma mexida no freio da bike e, depois da chegada do Gabriel, em uma tentativa de regulá-lo melhor, fiz uma besteira e estourei um o-ring de vedação do seu sistema hidráulico. Resumindo: vazou o óleo e fiquei sem o freio dianteiro. Mesmo sabendo que seria um pouco tenso pedalar sem um dos freios, disse que iria assim mesmo, seria muito decepcionante não sair para pedalar aquele dia. Então, por volta das 9h30, começamos nosso pedal para mapear uma trilha para um futuro guia de trilhas para MTB que será lançado pelo Eliseu.


O começo do pedal foi bem tranquilo em estradas de terra quase planas e com direito a diversas pausas para marcação de distâncias e pontos de referência para a planilha, mas isso não durou muito. O tempo foi passando, assim como os quilômetros, e logo pegávamos uma subida atrás da outra, uma pior que a outra, sendo que algumas só venci empurrando a bike em alguns trechos!


Continuamos o pedal, passamos ao lado da Falésia Vista Aérea (onde há vias de escalada) e, depois de chegar ao colo na crista da serra, começamos a descer por um single track para depois começar novamente a subir (e pior ainda) pela estrada velha que leva ao bairro da Bocaina (subidas infinitas), onde paramos para um guaraná. De lá praticamente só descidas (tensas por estar só com freio traseiro, mas mesmo assim passei dos 50km/h nas estradas de terra) e logo chegamos de volta ao centro de São Bento. Lá o Gabriel seguiu para sua casa enquanto o Eliseu e eu fomos almoçar.


De volta ao abrigo tomei um banho e depois desci para o escritório do Eliseu para lavar a bike (e depois cochilar por alguns minutos nos colchões pinicantes que formam uns sofás no chão - disseram que fui o primeiro a conseguir dormir "naquilo").


A noite foi chegando, passei no supermercado para comprar meu café da manhã do dia seguinte, jantei um lanche e depois fui dormir, acordando com a chegada do Felipe, ex-aluno do curso de escalada em rocha e agora parceiro de escalada.


No dia seguinte, feriado de 7 de Setembro, mais uma vez acordei antes do despertador e com a chegada de uma galera (15 pessoas) de Curitiba, que aproveitavam que por lá o feriado era prolongado. Aos poucos arrumamos nossas coisas e seguimos para a Ana Chata (e demos uma carona para a Camila, Sil e Rodolfo). Deixamos o carro, começamos a caminhada e 30 minutos depois estávamos o Felipe e eu na base da parede procurando as vias que pretendíamos escalar (o resto do pessoal seguiu para o Bau). Primeiro achamos uma outra via, a qual achávamos ser a certa e o Felipe começou a guiar, mas logo percebemos que estávamos errados. Com o Felipe de volta ao chão mais uma vez fomos procurar a base da via, a encontrando por volta das 11h!


Agora na base correta comecei a guiar a 1ª enfiada da via Johny Quest (4º IV+), uma via que fica bem na direita na Ana Chata, com 3 enfiadas, e que eu ainda não havia escalado. Da parada dei segurança para o Felipe que logo seguiu guiando a 2ª enfiada. Chegando lá, como nossa ideia era escalar também a Surfista Prateado (4º IV+), e essa via se juntava a Johny Quest nesse ponto, rapelamos até sua base (onde existe uma parada dupla onde só estão os parafusos!) e o Felipe guiou então a sua 1ª enfiada e em seguida eu a 2ª e nos juntávamos novamente na 2ª parada da Johny (e final da Surfista).


De lá guiei a última enfiada e logo estávamos no cume da Ana Chata fazendo uma pausa para lanche, tirando algumas fotos e depois descendo para o carro onde, uns 40 minutos depois, chegou o pessoal que havia pego carona comigo (sorte ter visto a mensagem deles dizendo que estava descendo para o carro logo que começamos a ir embora e então voltamos para esperar - seria uma loooonga caminhada de volta).


De volta a cidade comi o merecido Açaí, depois o bom banho no abrigo e no começo da noite saímos para jantar. De volta ao abrigo tive que aguentar uns maconheiros (ou melhor, muitos maconheiros da galera de Curitiba - é surpreendente como tem gente que gosta de sustentar tráfico em troca de "relaxar"). Inclusive, pouco tempo depois um deles veio me perguntar se eu tinha uma "sedinha" (papel para enrolar a droga). Sem pensar duas vezes falei: "use papel higiênico, a merd@ que vai dentro é igual". Sem gostar muito do que eu disse se virou e foi embora, mas eu não tenho mais paciência com maconheiros. Quem quiser saber minha opinião sobre drogas na escalada deve dar uma lida nesse link.


O tempo foi passando, o sono chegando e antes das 21h estava na cama para dormir. Apesar de muita gente (o abrigo estava super lotado com todas camas ocupadas e algumas pessoas se acomodando em colchonetes no chão) a noite foi silenciosa (só quebrado por uma das pessoas que falava dormindo e de vez em quando acordava todo mundo). 


No dia seguinte mais uma vez acordamos antes das 7h, tomamos café da manhã e logo saímos, dessa vez rumo ao Bauzinho. Chegando ao "estacionamento" deixamos o carro e começamos a descida para a base das vias. Dessa vez, como já conhecia a base, não teve nenhum erro e pouco depois das 9h eu começava a guiar a primeira enfiada da via V de Vingança (4º VIsup), um lindo diedro que fui protegendo em móvel por não confiar muito nas chapas antigas que estão por lá.


Na sequência o Felipe guiou a 2ª enfiada e, de lá, comecei a guiar a primeira enfiada da via Dança da Chuva, via que eu ainda não tinha escalado. O começo foi tranquilo, passei a primeira proteção, subi alguns metros e então um marimbondo veio dar uma olhada em mim, pousando bem no peitoral da mochila. Sem me preocupar muito com ele, depois de o tocar, fiz mais um movimento, peguei em uma laca lateral e então os bichos atacaram. Sem saber de onde viam (depois o Felipe disse que apareceu uma nuvem da rocha em volta de mim logo que peguei na laca) comecei a desescalar desesperadamente alternando as mãos entre segurar as agarras para descer e bater nos marimbondos que me ferroavam.


Fui desescalando mais rápido que eu havia escalado e, logo que cheguei perto da costura, me soltei e o Felipe me desceu de volta à parada, mas já era tarde, depois fiz a contagem e foram 9 ferroadas (com direito a uma na orelha, que doeu muito!).


Com os planos de subir essa via indo por água abaixo, ou melhor, por marimbondos acima, subi para recuperar a costura e voltamos então para a V de Vingança, via que eu já havia escalado, seguindo logo para sua 3ª parada (logo após o seu belo crux em minúsculos regletes para as mãos e pés).


De lá o Felipe guiou quase até a 4ª parada (parou um pouco antes por não ter passado um lance por erro de leitura) e de lá estiquei até a 5ª parada, guiando depois também as duas últimas, até o topo do Bauzinho, onde chegamos por volta das 12h45.


Lá, mais uma pausa para lanche, fotos e depois descemos para o carro e para São Bento para almoçar. O resto do dia fiquei enrolando pelo abrigo, no escritório do Eliseu, na praça comendo mais um açaí e, com o final da tarde chegando, arrumei minhas coisas, coloquei tudo no carro, enrolei mais um bom tempo esperando o tempo passar e, lá pelas 18h30, peguei estrada de volta à São Paulo.


Hoje levei a bike para conserto (se fosse a antiga o orçamento seria muito mais barato, quem mandou eu fazer upgrade!) e esse final de semana não tenho mais planos, vamos ver o que faço (bem que estou bem interessado em descansar!).


Abaixo um vídeo feito durante o pedal e no link Pedal e Escaladas em São Bento do Sapucaí algumas fotos do pedal (pelo Eliseu) e das escaladas.



Pedal em São Bento do Sapucaí



</description>
</item>



<item>
<title>Vídeo da escalada da via Evolução em Pedralva (de 2006!!!)</title>
<updated>2011-09-02T18:57:56.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-09-02T18:57:56.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-09-02T18-57-56_Video_da_escalada_da_via_Evolucao_em_Pedralva_-de_2006----.php</link>
<description>Hoje, sem ter muito o que fazer, resolvi ressuscitar um vídeo de uma escalada que fiz com o Pedro Hauck e o Léo Moreira em 2006: a via Evolução em Pedralva - MG (D3 5º VIsup E2 320m).


Essa foi uma escalada marcante, na época, para todos nós. Antes dela a maior via que eu havia escalado tinha menos de 200 metros e foi a primeira "escalada tradicional" de verdade (tanto para mim quanto para meus parceiros). Inclusive o relato da época pode ser lido no link 3 dias de escaladas: a melhor (e maior) via escalada por mim até agora! de 01/06/2006, primórdios do meu blog (em uma época que esse termo nem existia).


Depois dessa ocasião voltei para Pedralva e escalei a via Evolução em solitário, poucos meses depois da primeira escalada, e depois retornei com o Pedro Hauck e Luciana Maes para escalar as vias 
Suanu Arco, Sabotadores e Racha Cuca. E esse ano mesmo estive por lá com a Aline Lessa escalando as vias Ossos do Ofício e Tião Simão). Para quem gosta de escalada tradicional recomento muito o lugar. Mais infos e croquis você pode encontrar no blog http://rotadaescalada.blogspot.com do Zé Nunes.


Mas, voltando a falar sobre o vídeo, o principal motivo de eu não tê-lo colocado no ar até hoje era seu formato. Eu o tinha apenas em formato de DVD e sua duração é de 28 minutos, mais do que o aceito por arquivo no youtube. Entretanto, hoje o converti para 2 arquivos menores de 15 minutos (avi) e fiz o upload. E esse é um vídeo com edição, trilha sonora, extras etc., coisa que não tenho mais paciência em fazer.


O playlist (ou os vídeos individualmente) podem ser vistos logo abaixo.






Escalada da via Evolução em Pedralva (2006) - 1 de 2




Escalada da via Evolução em Pedralva (2006) - 2 de 2




</description>
</item>



<item>
<title>Escalada das vias Caninana e Nirvana na Pedra do Pantano e lançamento do guia de escaladas de Andradas</title>
<updated>2011-08-25T23:36:25.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-08-25T23:36:25.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-08-25T23-36-25_Escalada_das_vias_Caninana_e_Nirvana_na_Pedra_do_Pantano_e_lancamento_do_guia_de_escaladas.php</link>
<description>No final de semana, aproveitando a folga da Aline, no Sábado cedo pegamos estrada e seguimos rumo ao Abrigo Pantano onde, no começo da noite aconteceria o lançamento do Guia de Escalada de Andradas, lançado pelo Pedro Zeneti Jr (Jacaré), Daniela C. Lopes e Filippo Croso.


A viagem foi tranquila e, por volta das 15h, estávamos no abrigo em Andradas sem ter muito o que fazer já que o clima não colaborava com uma garôa que ia e voltava - além de já ser tarde. O tempo foi passando, ficamos batendo papo e à noite teve o lançamento oficial do guia (o recomendo!) com sessão de autografo dos autores.


No dia seguinte, Domingo, o dia amanheceu bem molhado e, mais uma vez, a vontade de escalar foi por água abaixo. Depois da hora do almoço, cansados de não fazer nada, resolvemos dar uma volta e fomos então até Poços de Caldas conhecer a cidade. Ao chegar fomos surpresos por trios elétricos e muita gente na rua em algum evento GLS, tudo cor de arco íris! Tivemos que esperar uns 10 minutos para atravessar um cruzamento e depois demos uma passada rápida pela praça da cidade onde comemos uma Tapioca, tomamos um frapê de café (muito bom!) e logo seguimos (ou melhor: fugimos da baderna e shows que estavam por vir) para mais tarde jantar uma pizza no centro de Andradas, em um ambiente bem menos colorido e muito mais agradável e tranquilo.


No dia seguinte o clima começou a melhorar. Mesmo tendo acordado tarde subimos para a Pedra do Pantano e escalamos a via Caninana (6º VIIb E1 170m). Essa via começa com duas enfiadas bem verticais em pequenos regletes para, na 3ª enfiada, entrar no crux da via, uma enfiada que sobe um lindo negativo com "boas" agarras e depois continua por um diedro protegido em móvel até sua parada (achei o diedro mais difícil que o negativo). De lá mais duas enfiadas de 5º grau e, no final, nem seguimos as duas últimas, em rocha com mato (3º grau), até o cume, descendo pela mesma via até a base onde a Aline ficou praticando colocação de proteções móveis (nuts e friends) em algumas fendas próximas da base da via Savamu antes de irmos embora vendo o pôr-do-Sol.


De volta ao abrigo preparamos o jantar e depois de mais um longo bate papo com a Nice (que cuida do abrigo) fomos dormir.


No dia seguinte, 3ª feira e nosso último dia por lá, também acordamos tarde mas logo seguimos para o Campo Escola do Pantano. Lá, depois de uma longa busca encontramos a base da via Não Pise na Grama (3º 15m) que dá acesso à base que realmente queríamos escalar, a Nirvana (4º Vsup E1 90m).


Sem perder muito tempo fomos subindo e logo estávamos no final da via iniciando a descida por outras vias que nos levaram direto à base do "campo escola". Apesar de ter sido uma via bem mais tranquila que no dia anterior, vale a pena escalá-la!


De volta ao chão voltamos para o carro e, em seguida, para o abrigo onde almoçamos e ficamos enrolando até decidirmos pegar a estrada de volta para São Paulo às 18h30. O retorno foi bem tranquilo e, em menos de 3h, estavamos próximo de casa parando para uma salada no Ragazzo e depois a merecida noite de sono.


Mesmo Andradas sendo razoavelmente longe (mais de 250km) e com estrada cheia de pedágios, eu ainda pretendo retornar por lá algumas vezes. Principalmente agora com o guia que serve de referência para saber melhor o que existe de vias por lá, e tem algumas que ainda quero escalar!


Algumas das poucas fotos tiradas durante as escaladas estão no link Escaladas em Andradas.
</description>
</item>



<item>
<title>Vídeos das escaladas em Salinas e Dedo de deus</title>
<updated>2011-08-18T23:33:47.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-08-18T23:33:47.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-08-18T23-33-47_Videos_das_escaladas_em_Salinas_e_Dedo_de_deus.php</link>
<description>Depois de algum tempo, finalmente os vídeos feitos durante as escaladas em Salinas (PE 3 Picos) e no Dedo de deus (PNSO) mês passado.



No cume do Capacete - Salinas - depois de escalar a via CERJ




No cume do Capacete - Salinas - depois de escalar a via Roberta Groba




No cume do Capacete - Salinas - depois de escalar as vias Fata Morgana e Sérgio Jacob




No cume do Capacete - Salinas - depois de escalar a via Trapos e Trapanos




Quase na base da Arco da Velha no Pico Maior




Pedro escalando a 7ª enfiada da via Arco da Velha no Pico Maior - Salinas




No cume do Pico Maior - Salinas - depois de escalar a via Arco da Velha




No cume do Pico Maior - Salinas - depois de escalar a via Abracadabra




Depois da escalada do Dedo de deus pela via Teixeira




</description>
</item>



<item>
<title>Escalada da via Enferrujados no Marumbi, SL Purunã, Anhangava e Pedal em Itu</title>
<updated>2011-08-15T21:35:32.000-03:00</updated>
<pubDate>2011-08-15T21:35:32.000-03:00</pubDate>
<link>http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2011-08-15T21-35-32_Escalada_da_via_Enferrujados_no_Marumbi-_SL_Puruna-_Anhangava_e_Pedal_em_Itu.php</link>
<description>Faz pouco mais de uma semana que minhas "férias" acabaram e não tive tempo de postar novidades, passei boa parte desse tempo colocando a casa em ordem e correndo atras do dinheiro que não ganhei nos meus "pouco mais de um mês" escalando por ai (ser autônomo é assim, não trabalha = não ganha, mas colocando na balança valeu muito a pena!).


Na semana entre os dias 31/07 e 08/08 estive em Curitiba. No dia 31 de Julho a Aline e eu pegamos um voo de SP pra Curitiba e à noite assistimos, mais uma vez, o show de uma banda que gosto muito, TÝR. Já tinhamos assistido ao mesmo show em SP no dia anterior mas resolvi unir o útil ao agradável, assistir mais uma vez o show e emendar depois alguns dias em Curitiba para escalar.


No dia seguinte, graças a chuva não pudemos escalar em rocha, mas fomos treinar um pouco no ginásio Campo Base. No dia seguinte, 02/08, agora também com a companhia do Pedro, fomos para São Luiz do Purunã, setor 1, escalar.


Mesmo tendo chovido bastante nos dias anteriores algumas vias estavam razoavelmente secas e pudemos nos divertir um pouco (e sofrer com o frio). No dia seguinte, aproveitando que o clima havia melhorado mais ainda fomos escalar no Anhangava onde, devido ao frio, acabei entrando com a Aline em apenas uma via e depois fizemos uma caminhada até o cume da montanha.


No dia 04 acordamos cedo e, depois de levar a Aline no aeroporto (para voltar para SP) o Pedro e eu acabamos ficando em sua casa sem fazer nada. Um dos motivos foi eu ter ficado doente, não sei exatamente do que, mas tive muita dor no corpo e febre, o que era agravado ainda mais com a temperatura de 2ºC que chegou aquela madrugada. No dia seguinte, ainda baqueado fiquei descansando e me recuperando assistindo filmes no youtube.


Com o final de semana chegando - e minha condição melhorando - o Pedro falou sobre irmos para o Marumbi escalar. No começou achei que podia piorar, mas depois achei que se fosse piorar que fosse em algum lugar melhor que a cidade, então, no final da noite de Sexta o Pedro, Camila e eu passamos no supermercado, pegamos estrada e seguimos para o Marumbi, deixando o carro por volta das 9h30 e chegando na casa do CPM (Clube Paranaense de Montanhismo) lá pelas 23h.


Na casa uma ótima sopa feita pela Camila e logo entrei no meu saco de dormir, acordando só no dia seguinte com o Pedro me chamando para escalar. Tomamos café da manhã e logo começamos a caminhada para o Abrolhos, desviando até o Parque do Lineu onde enquanto eu dava segurança o Pedro subiu a primeira enfiada da via Enferrujados (A1), uma via em artificial fixo em uma linda parede alaranjada e negativa.


Logo que o Pedro chegou na 1ª parada subi jumareando e em seguida comecei a guiar a 2ª enfiada, tendo que pedir ao Pedro que continuasse pelo fato de eu ter deixado as sapatilhas na base (a 2ª enfiada é "meio" em artificial, como a via foi conquistada há uns 50 anos, foram colocados grampos em alguns lances e outros são escalados em livre, por isso não me senti nem um pouco à vontade em escalar de tênis e deixei que o Pedro também guiasse essa enfiada - e ele precisava treinar artificial mesmo) :-P


Do final da via ele travou mais uma vez a corda, subi jumareando mais uma vez (fazia tempo que eu não desequipava via jumareando, foi bom treinar) e logo começamos a descida para o chão em 3 rapéis, sendo que o último é um dos mais fotogênicos que eu já vi (pelo fato da parede ser bem negativa, uma luz de tarde espetacular e uma serra ao fundo - onde está o Pico Paraná!).


De volta ao chão, sem muita pressa guardamos nossos equipos e começamos a descida de volta para a casa. Lá jantamos, depois demos uma andada (aproveitando para dar um alô para o Drá em sua casa - um dos meus professores no curso do Cosmo que fiz em 2003) e depois fomos dormir.


No dia seguinte acordamos, tomamos café e eu realmente já estava saturado de escalar, não aguentava mais e pensava: "preciso de férias de escalada" (nunca achei que pensaria isso!). Um dos motivos era o cansaço, um mês escalando quase todos os dias realmente cansa! Graças a isso fomos então fazer uma caminhada - e leve porque não aguentava mais andar também - então só subimos até o Rochedinho (que o Pedro não conhecia) e descemos por uma trilha alternativa que sai próximo a um dos túneis (foi uma mini travessia). Depois disso um bom tempo na estação Marumbi enrolando, fazendo fotos e depois subimos para a casa para arrumá-la, guardar as tralhas nas mochilas e começar a descida de volta.


Logo que saíamos da estação Marumi a caminho da estação Engenheiro Lange encontramos o Kikko (diretor do parque) e ele nos ofereceu uma carona que aceitamos na hora. Com isso poupamos cerca de 1h de caminhada e logo estávamos no carro do Pedro indo para Morretes comer um camarão e depois voltar para Curitiba.


No dia seguinte acordamos cedo e eu já estava com as malas prontas. O Pedro me levou até o aeroporto e de lá voltei para São Paulo.


O resto da semana foi de trabalho atrasado e, chegando o final de semana, falei com o Alessandro (amigo de Itu) sobre pedalarmos. Ele disse para ir para lá no final de semana e na hora topei. Na Sexta-Feira, dia 12, na metade da tarde peguei estrada e no começo da noite estava em Itu batendo papo com o Ale em sua casa.


A noite chegou, fomos dormir e, no dia seguinte, ele me acordou às 7h, tomamos o café da manhã, nos arrumamos e saímos para pedalar. O pedal foi espetacular mas foi muito, muito, mas muito cansativo (Alê, me vingarei na próxima travessia em montanha!). Ao final foram quase 68 km com mais de 1300 m de desnível acumulado e quase tudo isso em terra em um percurso que levou cerca de 4h30! Quando chegamos em sua casa eu estava morto, se eu pedalava as pernas doíam e se eu não pedalasse ameaçavam dar cãibras! Com a ajuda do "amigo dorflex" consegui almoçar (doia ficar sentado com a perna dobrada) e depois passamos o resto da tarde batendo papo.


Com o chegar da noite e, já com a bike limpa, coloquei tudo de volta no porta-malas e segui de volta para São Paulo, onde cheguei antes das 22h (ao contrário da ida que teve trânsito na Marginal o retorno foi absurdamente rápido e iluminado - em um trecho vazio cheguei a desligar os faróis e dava para enxergar graças a lua cheia - mas foi um teste rápido).


Essa semana passarei aqui por São Paulo mesmo mas para o final de semana já tenho alguns planos!


E veja abaixo alguns vídeos feitos no pedal em Itu, na via Enferrujados no Marumbi e algumas fotos no link Escaladas no Paraná.



Enferrujados no Marumbi




Quase no final do pedal em Itu - I




Quase no final do pedal em Itu - II





</description>
</item>


</channel>
</rss>
