Tacio Philip Sansonovski - fotógrafo macro e montanhista

busca

página inícial
últimas notícias
lojinha novo!

sobre
Tacio Philip
currículo
meu blog

calendário
temporada 2010
temporada 2009
old

montanhismo
brasil
alta montanha

arquivos
gps atualizado!
cartas atualizado!


ePortateis eletrônicos


Eu não uso drogas!

onde estou (blog)
Através desse link saiba onde eu estou e o que tenho feito atualmente

sábado, 27 de fevereiro de 2010 - Dois dias de escaladas na Maria Antônia
Maria Antônia I - 25/02
Ignorando a chuva em São Paulo na 5ª feira, peguei o Victor na estação de metrô São Judas às 9h e logo estávamos na estrada a caminho de Pedra Bela para escalar na Maria Antônia.

Chegando em Bragança Paulista fizemos uma pausa para lanche - já na hora do almoço - e em seguida mais uns 30 minutos de estrada e estávamos estacionados na base na Pedra Maria Antônia, em Pedra Bela.

Nos equipamos, demos uma olhada na parede e identificamos o começo da canaleta que chamou minha atenção durante a escalada de outra via. Fomos até a base e comecei a escalar uma linha entre duas vias e protegendo em móvel, até esse momento eu ainda achava que podia estar conquistando uma nova linha na parede, o que acabou quando, depois de escalar uns 25 metros, cheguei a um platô onde na minha frente havia uma parada dupla com "P"s bem antigos.

Da parada fiz a seg para o Victor subir e como a continuação da canaleta seria mais arrancar mato do que escalada continuei paralelo a ela pela direita e acabei emendando na via paralela. De lá segui até a parada, esperei o Victor e ele seguiu guiando a próxima enfiada, novamente pela fenda e protegendo em móvel até chegar a outra parada fixa.

Na Parada com o Victor segui guiando a outra enfiada em uma diagonal, ele veio até mim e seguiu pela última até quase o topo da pedra (sendo que no finalzinho, como a corda estava no final com ele escalando), entrei a francesa e segui até a parada montada em uma árvore que ele havia montado. Depois, olhando melhor o croqui, vimos que fizemos a via "Na Berola" com algumas variantes em alguns momentos (como lá tem muitas vias e em alguns lugares muitos "P"s é fácil trocar de via sem saber.

De lá uma caminhada até o topo e os rapéis até o chão. Como o tempo estava estranho decidimos então ir embora em vez de arriscar pegar chuva na parede. Uma pausa no Açaí par aum lanche (como demorou!) e depois mais estrada até São Paulo.

Veja aqui o relado do Victor sobre a escalada em seu blog.

Maria Antônia II - 27/02

Hoje, depois de receber uma chamada do Dom dizendo que a Fernão Dias estava parada e verificar na internet que o motivo era um desabamento (sem previsão de liberarem), busquei o Osvaldo em sua casa por volta das 10h e saímos rumo à Mairiporã pela Estrada Santa Inês para fugir da Fernão.

Pegamos um pouco de trânsito na Zona Norte de São Paulo e na hora do almoço, com a fome apertando, fizemos uma pausa em Mairiporã para um bom pastel e depois seguimos para Pedra Bela para escalar na Maia Antônia, onde o Osvaldo ainda não tinha escalado.

Chegando na base nos equipamos e logo entramos em uma via (achando que era a via Mãe de Prata, depois vimos que era a "Via 3"). Fomos seguindo a escalada esticando de 2 em 2 paradas e no seu final seguimos emendando na Mãe de Ouro até sua última parada. De lá fizemos 2 rapéis e logo estávamos no chão (nessas horas é muito bom usar corda dupla de 60m!).

Comemos um lanche e fomos então para a 2ª via do dia, agora a "Febre Amarela", que segue com "P"s antigos e de cor amarela. Outra escalada rápida e em uns 30 minutos estávamos no final da 3ª enfiada da via. De lá mais dois rapéis e de volta ao chão.

Sem perder muito tempo subimos um pouco mais a trilha beirando a rocha e entrei então em uma via que agora sei que é um projeto inacabado. O começo foi tranquilo, a primeira proteção a uns 3m do chão, a 2ª a uns 7m e então não achava mais nada. Subi alguns metros e cheguei em uma posição onde tive certeza que não havia mais proteções e descer era inviável. Nessa hora, minha única opção era continuar para cima, sabendo que se eu caisse eu chegaria até o chão.

O nível da via não era muito complicado, um 5º grau, mas estando em uma parede que não é escalada, suja com muio líquem e com a fama da Maria Antônia onde tudo quebra, não era nem um pouco cômodo estar lá. Na medida do possível me mantive calmo e aos poucos fui continuando a escalada (isso depois de jogar minha mochila para baixo para o Osvaldo que fazia minha "segurança"). Fui seguindo aos poucos e devagar, tomando cuidado com cada movimento e com cada agarra e então cheguei a um platô confortável onde pude fazer uma travessia até a 1º parada da via "Febre Amarela" (e finalmente poder respirar).

De lá rapel até o chão e seguimos então para Bragança para o "Açaí de cada escalada". Foram também o Jonas e sua namorada (que também estavam escalando por lá) e depois de repormos as energias um pouco de estrada até São Paulo (felizmente sem nenhum trânsito).

Esses dois últimos dias na Maria Antônia foram muito bons, só entrei em vias que não conhecia e elas valem a pena. A "Na Berola" é uma boa via mista com algumas colocações complicadas mas bons movimentos. As vias "nº 3" e "Febre Amarela" também são muito boas, um pouco diferente das outras por terem muitas sequências em aderência. Mas o filé que escalei esses dias com certeza foi o lance onde passei o stress: a parte mais vertical do projeto de via (que depois em conversa com o Alexandre ele disse que um dia pretende continuar). Ainda faltam umas vias para terminar todas do local, logo estarei por lá novamente!

As fotos já estão disponíveis no link Escaladas na Maria Antônia.


segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010 - Torrando com o Sol durante escaladas em Pedra Bela
No Domingos fomos a Paulinha, Gabriel, Victor e eu escalar em Pedra Bela, interior de São Paulo ao lado de Bragança Paulista.

Saímos de SP cedo, pouco depois de pegar o Victor em sua casa às 8h e depois de algum tempo de estrada estávamos fazendo um pit-stop em padaria de Bragança Paulista para um lanche. De lá mais alguns quilômetros e logo estavamos estacionando o carro em frente a Pedra do Santuário em Pedra Bela.

Pegamos as coisas, andamos os 2 minutos até a base das vias e começamos a nos equipar. Aproveitei também para passar protetor solar (muito mal passado só para constar - com o Sol que fez fiquei parecendo uma zebra vermelho/branca...) e logo comecei a escalar a via Adrenalina, um 6º grau gostoso que estou mais que calejado de fazer. Em seguida ele foi escalado em parte em top pela Paulinha e depois o Victor também a fez guiando.

De volta ao chão dei a sugestão de escalar algumas vias que eu não escalava há muito tempo por lá, e foi o que fizemos. Escalamos então na sequência as vias (pelo croqui) nº6, nº7 e outras duas ao lado da nº8 que não estão no croqui, todas 5º grau e bem gostosas (principalmente porque ainda estou com o dedo lesionado e em processo de recuperação com fisioterapia e ainda sinto um pouco de dor e não posso forçar).

Depois disso o Victor ainda fez uma tentativa na via nº12 e depois, só para fechar o dia, subi mesclando as vias nº10 e via nº9, fazendo um esticão da base até a 2ª parada só usando 3 proteções no intervalo. Da parada dei segurança para a Paulinha escalar e de lá descemos cainhando pela escada de volta pro carro, onde encontramos o Victor e o Gabriel.

Saindo de lá uma pausa para fotografar o odômetro do carro entre Pedra Bela e Bragança (veja as fotos na pasta Pedra Bela) e depois, como sempre, pausa para Açaí antes de voltar para São Paulo, onde chegamos no final da tarde.

Já estive n+300 vezes em Pedra Bela mas ainda acho um lugar gostoso de escalar. As vias são na grande maioria tranquilas e por ser um pouco maior que os outros locais perto de SP raramente está lotado (a não ser as vias de 3º grau no fundo, no campo escola). Com certeza ainda voltarei lá muitas e muitas vezes.


sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010 - Ponto negativo para vídeo da Petzl
Hoje o Luciano postou em seu blog de escalada um vídeo de anúncio da Petzl onde a minha interpretação deve ser diferente da grande maioria dos escaladores que vejo por ai.

O vídeo em questão mostra um escalador fazendo um boulder em uma grande escultura de um gato inspirado nas pinturas de Botero (não sei em que país e nem quem é o escalador). Acho esse tipo de vídeo um ótimo exemplo para "queimar o filme" dos escaladores. Escalar uma escultura, ao meu ver, mesmo eu sendo escalador, não passa de vandalismo ou no mínimo uma brincadeira infantíl (é só imaginar o dano causado à escultura).

Esculturas, prédios e monumentos históricos, paredes protegidas etc. não foram feitas para serem escaladas. Não é porque é vertical e pode ser escalado que tem que dar um gritinho "u-hu" e escalar.

Bom senso é bom e esse vídeo é um ótimo exemplo do que não fazer.

Ponto negativo pra Petzl.

Spot Petzl from Hammudi Al-Rahmoun on Vimeo.


quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010 - Subida da Pedra do Frade via Bananal
No último Sábado, aproveitando o feriado do carnaval, o Vin e a Petula sairam do Rio de madrugada e chegaram em São Paulo cedo. Os busquei no metrô, passamos na minha casa para acabar de arrumar as tralhas e pegar a Paulinha e logo estávamos fazendo um pit stop no supermercado para compras e em seguida na estrada a caminho de Bananal.

Como meu pai havia me avisado que a Ayrton Senna estava parada por causa de acidente na Tamoios (e depois confirmado pelo Luiz), seguimos direto pela Dutra e a viagem correu sem nenhum imprevisto ou atraso. Seguimos pela Dutras até Cachoeira Paulista onde entramos pela Rodovia dos Tropeiros passando por Silveiras (com direito a um Açaí), Areias, São José do Barreiro e finalmente Bananal. De Bananal mais alguns muitos quilômetros em estrada de terra pela SP 247 até pouco depois da divisa SP/RJ (sendo que em uma das bifurcações pegamos caminho errado - no km 28 SUBA!).

Com a chegada da noite conversamos na pousada Rio Mimoso (que só tinha pacotes em chalé para carnaval) mas conseguimos um local para acampar próximo ao seu mirante. Armamos acampamento, fizemos o jantar e logo fomos dormir.

No dia seguinte acordamos cedo, arrumamos as coisas e por volta das 8h30 estávamos na casa da D.Maria deixando o carro e começando a trilha de subida da Pedra do Frade.

O começo da trilha é bem tranquila, segue por uns 30 minutos em estrada de terra até chegar a um descampado onde se vira para esquerda e se atravessa o Rio Bonito (com uns 10 metros de largura). Lá tiramos as botas, atravessamos e depois continuamos pela trilha, agora em mata fechada quase o tempo todo.

A trilha é muito bonita e também muito molhada. Em diversos pontos tivemos que atravessar charcos e riachos - a parte boa é que você praticamente não precisa carregar água. Ela também é quase plana, há muitos lances com subidas e descidas mas no final você percebe que continua na mesma altitude de onde ficou o carro (sempre por volta de 1150m). A trilha só começa a subir de verdade no seus lances finais, quando chega à gruta do alemão, onde é o último ponto de água e onde montamos nosso acampamento (apesar da trilha estar bem limpa, não podemos dizer o mesmo da gruta, muitas pessoas ainda insistem em subir e deixar lixo naquele lugar, realmente lamentável!).


(não dá pra ver muita coisa mas dá pra imaginar pela minha indignação)

Nessa hora a Petula estava muito cansada e o Vin com dor de cabeça então eu e a Paula resolvemos continuar leves (carregando só água e um lanche) e fazermos então o resto da subida até o cume da Pedra do Frade. Saimos da gruta às 14h50 e como seguimos leve em cerca de 1h30 estávamos no seu cume podendo observar de um lado a Serra da Bocaina e do outro lado o mar e Angra dos Reis.

Ficamos um bom tempo no cume tirando fotos e descansando até que resolvemos descer. Na descida mais uma pausa no mirante para mais fotografias e depois direto até a gruta para um merecido banho (estava absurdamente calor), acabar de armar o acampamento, jantar e dormir.

No dia seguinte acordamos sem pressa, tomamos nosso café da manhã, desarmamos o acampamento e às 10h45 começamos a descida da trilha. O caminho da volta foi mais rápido e às 15h estávamos no Rio Bonito deixando as mochilas na sua margem e tomando um belo banho.

Ficamos mais de 1h nos refrescando e depois seguimos os 30 minutos restantes de trilha até o carro. Lá mais uma pausa para lanche, finalmente tirar as botas e calçar a papete e depois seguimos então a estrada de volta para Bananal.

Em Bananal procuramos algum lugar que nos atraisse para almoçar/jantar mas a cidade estava toda interditada por causa do carnaval. Seguimos então pela estrada agora sentido Barra Mansa (esse caminho é maior mas a estrada é muito melhor que o caminho que usamos na ida). Algumas horas se passaram e chegamos novamente a Rodovia Dutra onde fizemos mais uma parada, agora em Resende, onde encontramos um restaurante aberto (parecia cidade fantasma) e pudemos jantar.

De lá mais algumas horas de estrada (felizmente sem nenhum trânsito) e pouco depois da 0h estava deixando a Petula e o Vin na casa de seu irmão e chegando em casa para uma merecida noite de sono em uma cama.

A subida da Pedra do Frade é muito bonita. A trilha não é muito exigente mas é bem longa (13,5km de onde deixamos o carro até seu cume) mas vale a muito a pena. O visual é lindo e a própria Pedra do Frade, com algumas fendas, me deixou com idéia de voltar por lá para tentar uma nova via de subida, quem sabe...

Para ajudar na subida eu usei os croquis encontrados no blog do Augusto e se você tiver já coloquei os tracks para GPS e parte da carta topográfica para download aqui no meu site.

Algumas das fotografias tiradas durante a subida já estão no link Pedra do Frade


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 - Twittando
Apesar de ser uma coisa que considero quase que totalmente inútil, acabei entrando na onda do Twitter.

Essa nova mania, um tipo mini blog de posts curtos, nas horas vagas até que é divertida e é uma maneira fácil e rápida para se postar uma idéia, um link, uma dica rápida ou dar alguma satisfação sobre o que você está fazendo naquele momento.

No meu perfil do twitter postarei principalmente alguns pensamentos e alguma dica de link que pode ser relacionado à fotografia, montanhismo, escalada ou apenas algo que achei interessante.

A periodicidade das atualizações vai variar, pode ter várias atualizações em um dia ou nenhuma em algumas semanas, isso vai depender do meu ânimo.

O link para o meu perfil é http://twitter.com/macrofotografia e por enquanto coloquei também na página inicial aqui do meu site uma janela com os "twitts" mais recentes.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010 - Escalando no Visual das águas
Ontem, Domingo dia 07/01/10, além de comemorar 1 ano de namoro com a Paulinha fui fazer minha primeira escalada em rocha do ano no Visual das Águas em Bragança Paulista.

Pouco antes das 8hs ela e eu saimos de casa e nos encontramos nos bombeiros do Jabaquara com o Osvaldo, Zé, Jonas e sua esposa (esqueci o nome). De lá foi só seguir estrada (com direito a pausa no caminho para comprar uns mistos de mortadela e queijo) até o Visual das Águas, que estava absurdamente lotado.

Subimos a trilha, a parede do Visual estava lotada e a parede da Sombra também lotada. Seguimos então para a Urubu Assassino (também lotada e ainda por maconheiros), nos fazendo ir até a Pedra do Sol, finalmente um lugar com espaço para escalarmos! Na sua base e torrando com o Sol (bem que o nome diz) subi pela via Lelê fazendo um desvio e acabando na via Mini Teto. Ao mesmo tempo o Osvaldo subiu a Excalibur.

De volta ao chão e me escondendo do Sol também escalaram o Zé e o Jonas, deixando para que depois eu entrasse também na Excalibur e o Osvaldo fizesse (agora sem emendar vias) a via Lelê.

Com o cérebro fritando de calor decidimos descer e procurar alguma via na parede da sombra e nessa hora fizemos um passeio pelo mato à procura de blocos (frase que achamos menos humilhante que falar que nos perdemos lá pro fundo dos blocos do Visual) e com isso perdemos um bom tempo até chegarmos na base da Pedra do Urubu Assassino (onde os maconheiros acabavam de fumar seu baseado e saiam do lugar).

Entramos então o Osvaldo, o Zé e eu na Nanico Perreia fazendo uma via alternativa (e mais fácil) pela sua direita. Lembro que fiz a via por sua linha original por volta de 2005 e ela é realmente dolorida (principalmente pq uma agarra chave quebrou).

Saindo de lá fomos finalmente para a Pedra da Sombra, que continuava lotada. Essa hora o tempo também começava e fechar e de vez em quando sentíamos alguns pingos de chuva. O Osvaldo subiu ainda a via Domingo de Chuva mas logo que desceu decidimos ir embora e evitar pegar chuva na parede.

De volta ao carro estrada até Atibaia (para uma merecida Esfiha e mate bem gelado) e de lá mais estrada até São Paulo, sendo que só pegamos chuva de verdade por aqui.

O visual é o lugar que mais devo ter escalado até hoje e continua sendo legal. Tem uma boa quantidade de vias de 6º grau para não ficar me matando e é próximo de São Paulo. E ontem acho que muita gente pensou o mesmo visto que muuuuita gente estava por lá.

Algumas das poucas fotos já estão no link visual das águas.


sexta-feira, 29 de janeiro de 2010 - Guns N'Roses em Março no Brasil
Só para atrapalhar um pouco uma viagem para a Argentina para escalar, nas últimas semanas o Guns N'Roses confirmou sua listas de shows no Brasil. E para piorar, o show em São Paulo será dia 13 de Março.

Desde o final da década de 80 eu ouço Guns, bem antes de aparecerem as baladas November Rain e Don't Cry, e não poderia deixar de ir nesse show da turnê do album Chinese Democracy, um album que levou "apenas" 14 anos para ser lançado e se não me engano custou US$13 milhões para ser produzido (entrou para o Guinness).

O primeiro show grande que eu fui na minha vida foi do Guns, em 92, no Pq Anhembi (que virou Sambódromo). Até hoje esse foi um dos melhores shows que assisti (mesmo com muita chuva e lama na altura da canela). O show de 92 foi da turnê Use Your Illusion, teve um setlist espetacular (praticamente igual ao do show do Japão que pode ser encontrado a venda em DVD - inclusive saiu em revista nas bancas há alguns anos) e, para completar, era a formação quase original. De original só faltou na época o baterista Steve Adler, que havia sido substituido pelo Matt Sorum.

O show desse ano será diferente, tirando o vocal do Axl, outro participante antigo é o Dizzi, que entrou na época do Matt para cuidar dos teclados. O resto da banda (Slash, Duff, Izzy e Matt) saiu da banda depois de graves brigas com o Axl (que vive de TPM) e agora temos só uns Emos estranhos na banda. Resumindo: Será um show do Axl com uma banda cover qualquer (não importa se eles são bons, o GNR realmente perdeu a identidade).

Mesmo com esse desfalque na formação eu não podia perder esse show. Como assisti o GNR ao vivo em 92 em SP e 2001 no Rock in Rio (já com uma formação escrota), fiz questão de comprar o ingresso para esse ano também e adiar minha viagem em alguns dias. Essa turnê já está em andamento e espero que o show no Brasil seja como um que aconteceu em Dezembro em Tokio com 3h20 de show (mesmo a voz do Axl acabando depois de 30 min ainda vale a pena) :-D

Já estou com o ingresso na mão, essa semana perdi umas 3hs na fila do Credicard Hall para não ter que pagar a "taxa de conveniência" extorsiva de 20% do valor do ingresso + taxas de entrega ou retirada (!?!?) da ticketmaster. Agora é só esperar chegar dia 13 e curtir o show!


terça-feira, 26 de janeiro de 2010 - Final de semana (sem escaladas) no Rio de Janeiro
Na última Sexta-feira, dia 22, às 15hs embarcamos o Luiz, Rose e eu rumo ao Rio de Janeiro. O começo da viagem já foi preocupante por causa das chuvas fortes em São Paulo, mas o pior veio depois quando, graças a um desmoronamento, ficamos mais de 1 hora parados antes da descida da serra das Araras o que no final fez com que a viagem tivesse uma duração de 9hs (3hs a mais que o "padrão").

Chegando na rodoviária do RJ o Luiz pegou o carro que havia reservado na locadora e deu uma carona até o albergue em Botafogo (El Misti) onde finalmente pude ter uma cama para uma curta noite de sono.

No Sábado acordei cedo, tomei meu café da manhã e depois com mais uma carona do Luiz fui para o Jardim Botânico onde me encontrei com o grupo que faria comigo o Workshop Fotometria Aplicada. O curso correu bem, acho que gostaram bastante e na metade para o final da tarde já estava na cama do albergue para um merecido descanso. Nesse mesmo dia, à noite, me encontrei com o Nelson (amigo fotógrafo de SP que está morando no RJ) e o Leonardo (parceiro na maratona de shows do Iron Maiden ano passado) para um merecido chope e petiscos na Cobal do Humaitá.

De volta ao albergue mais uma curta noite de sono e no dia seguinte, Domingo, acordei com o despertador do celular, tomei meu café e peguei um ônibus até o Jd. Botânico, agora para o curso de macrofotografia e close-up.

Esse curso também correu muito bem, passei de manhã a parte teórica e depois do almoço saímos para a parte prática: caça de assuntos para fotografar. Nesse período chegaram também o Nelson e o Antônio Kern (ex-aluno e agora amigo fotógrafo). Ficamos mais um tempo fotografando, fizemos mais uma pausa na lanchonete para um merecido mate gelado e, depois de fechar o curso, fui com o Nelson e Kern para o Belmonte comer uma boa picanha.

De volta ao albergue um merecido banho, mais um descanso e à noite, depois de me encontrar com o Vin (parceiro de escaladas), Nelson e Leonardo fomos então para um quiosque em Copacabana para mais uma rodada de chope Brahma Black e petiscos com o Kern, Luiz e Rose. Saindo de lá rachamos um taxi, fiquei no albergue e desmaiei na cama até o dia seguinte.

No nosso último dia no RJ fechei minha conta no albergue, o Luiz veio me buscar por volta das 10hs então fomos fazer uma caminhada em volta da lagoa. Andamos quase a volta toda mas tivemos que no final pegar um taxi por causa de bolhas nos pés da Rose e do horário avançado já que o Luiz tinha que fazer checkout no hotel até meio dia.

Saindo do hotel fomos para o Shopping Botafogo almoçar e depois para a rodoviária, onde compramos passagem para SP às 16h32. O ônibus saiu até que no horário, mas graças a muita (mas muita mesmo) chuva, só chegamos na rodoviária de São Paulo às 0h15! E para completar, como saí com pressa para ainda pegar o metrô, levei um belo escorregão na escada do ônibus que me rendeu alguns hematomas e grandes arranhões na perna. Mas com pressa, dor e mancando ainda consegui pegar o metrô para finalmente ir para casa.

Mesmo indo para o Rio de Janeiro e não tendo escalado a viagem valeu muito a pena. Além dos cursos pude sair com bons amigos de lá e, como choveu, não tinha motivo também para ficar chorando por não escalar já que muitas das paredes estavam encharcadas! :-D Mas logo resolvo isso voltando para lá para subir algumas de suas lindas paredes!


domingo, 10 de janeiro de 2010 - Tempestade elétrica!
Ontem à tarde estava aqui em casa e de repente, como tem sido essa semana toda, o céu começou a ficar escuro anunciando mais uma tempestade.

Continuei por um bom tempo na mesma, sem dar muita atenção ao que acontecia lá fora, brigando com um código php que estou implementando nos meus sites mas logo tive que dar uma pausa para prestigiar a quantidade de relâmpagos que caiam literalmente sobre o conjunto de prédios onde moro!

Essa foi, com certeza, a maior tempestade elétrica que eu vi (ou melhor, estava dentro dela). E depois de ver 2 relâmpagos caírem sobre o pararraios do prédio ao lado com grandes estrondos que fizeram diversos carros do estacionamento dispararem os alarmes e soltando faíscas como fogos de reveillon - e isso a uns 30 metros de mim, eu estou no 9º andar e o prédio tem 13 - tive que parar o que estava fazendo e fiz alguns pequenos vídeos com a câmera compacta, um trecho de um deles, com o mais bonito, segue abaixo.

Só fico imaginando uma tempestade dessa em uma montanha. Com certeza não queria passar por isso!


quinta-feira, 7 de janeiro de 2010 - Workshop Fotometria Aplicada e Workshop Macrofotografia e Close-up no Rio de Janeiro - Jan/2010
Estão confirmados os Workshop fotometria aplicada e Workshop macrofotografia e close-up no Rio de Janeiro:
 
Workshop Fotometria Aplicada - 23/Jan/2010
  - fotômetro das câmeras
  - range do sensor/filme
  - entendendo a luz
  - compensação de exposição
  - fotometria pensando em pós processamento
  - prática acompanhada
 
Recebi alguns e-mails perguntando sobre este curso. Ele não é voltado ao uso de fotômetro de mão em estúdio mas sim ao uso correto do próprio fotômetro da câmera, mostrando como o fotometro das câmeras "enxergam" a luz e como fazer a medição de maneira correta para evitar fotos escuras, claras ou com áreas estouradas (brancas). Ensino as técnicas de medição de luz e como efetuar compensações para diferentes assuntos. Para quem usa câmera digital também mostro como fotometrar pensando em um pós processamento no Photoshop para melhor aproveitamento da gama de tons do sensor e assim ter detalhes em todas áreas das fotos, desde as alta luzes até as baixas. É um curso com diversos exercícios práticos que mostrarão que não basta ajustar seu fotômetro no "zero" ou usar modo automático para ter uma boa fotografia, é realmente importante para qualquer área da fotografia!
 
Workshop Macrofotografia e Close-up - 24/Jan/2010
  - definições da macrofotografia e close-up
  - equipamentos e acessórios para ganhar ampliação
  - acessórios e técnicas para iluminação macro
  - prática acompanhada
 
Neste curso mostrarei diversos acessórios usados para fotografia close-up e macro (filtro close-up, tubo de extensão, inversor de lente etc) e acessórios para iluminação (cabos TTL, flash ring, flash gêmeo) de modo que o partcipante conhecerá o que existe no mercado para macro e suas vantagens/desvantagens. Não é necessário possuir equipamento macro mas recomendo pelo menos câmera reflex e filtros close-up (terei acessórios para serem testados pelos alunos durante o curso também). Além disso mostrarei técnicas para segurar melhor a câmera e que é necessário paciência para ser um fotógrafo macro :-)
 
Ambos os cursos serão no Jardim Botânico com início às 9hs e término por volta das 16hs (1h de pausa para almoço em lanchonete do próprio local). O valor de cada curso é R$250,00 à vista ou em 2x R$150,00. Fazendo ambos os cursos sai R$450,00 à vista ou em 2x R$250,00.
 
Aguardo sua confirmação. Se tiver amigos que possam se interessar nos cursos divulgue, ainda temos vagas mas as turmas são limitadas.
 
Aproveito para dizer que tenho diversos ítens para fotografia de natureza e macrofotografia a venda no meu site www.macrofotografia.com.br, caso tenha interesse em algum (sem compromisso) me informe que posso levar durante o curso, assim se houver interesse na compra terá economia do envio.
 
Qualquer dúvida entre em contato pelo site www.macrofotografia.com.br.
 
Tacio Philip
 


Arquivos

Abril 2006   Maio 2006   Junho 2006   Julho 2006   Agosto 2006   Setembro 2006   Outubro 2006   Novembro 2006   Dezembro 2006   Janeiro 2007   Fevereiro 2007   Março 2007   Abril 2007   Maio 2007   Junho 2007   Julho 2007   Agosto 2007   Setembro 2007   Outubro 2007   Novembro 2007   Dezembro 2007   Janeiro 2008   Fevereiro 2008   Março 2008   Abril 2008   Maio 2008   Junho 2008   Julho 2008   Agosto 2008   Setembro 2008   Outubro 2008   Novembro 2008   Dezembro 2008   Janeiro 2009   Fevereiro 2009   Março 2009   Abril 2009   Maio 2009   Junho 2009   Julho 2009   Agosto 2009   Setembro 2009   Outubro 2009   Novembro 2009   Dezembro 2009   Janeiro 2010   Fevereiro 2010  
03/06 e anteriores.

Crie seu próprio blog!

cursos
foto de natureza*
macrofotografia*
fotometria*
workshops*

fotografias macro
- mais recentes*

fotos recentes
- pedalada em itu
- formatura bombeiros
- escaladas na maria antonia
- pedra bela
- pedra do frade
- visual das aguas
- ze vermelho e pedra do bau
- rota marcia prado mtb
.: ver todos :.
.: buscar imagem :.

vídeos
YouTube

* será redirecionado para o site:
macrofotografia.com.br

free counters

© Tacio Philip - 2005/09
Não é permitida cópia parcial ou total do conteúdo ou código fonte deste site.
10 Usuários Online (457 nas últimas 24hs)