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01/08/2018 13:40:20 (#584) - Travessias Marins-Itaguaré e Serra Fina 2.0 (com cumes extras) emendadas

Há alguns meses, sabendo as datas de suas férias, o Juvenil me chamou para fazer a travessia Marins-Itaguaré, sendo que já estava negociando o transporte/resgate para o início/fim da travessia. Entretanto, como sabia que ele toparia algo a mais, sugeri emendarmos a Marins-Itaguaré com a Serra Fina e, além disso, aproveitarmos para subir alguns cumes extras no caminho, o que ele logo topou e, junto com a Lorena, no dia 19 de julho iniciamos nossa longa travessia de seis dias.

Dia 1: Saída de Bragança e subida do Pico dos Marins
No dia 19 de julho, junto com a Lorena, às 8 h buscamos o Juvenil em sua casa e logo seguimos nosso caminho para Passa-Quatro/MG, aonde chegamos por volta das 11h30, horário perfeito para aproveitarmos um bom almoço caseiro e sem frescura no "Restaurante da dona filhinha", no centro da cidade.

Já alimentados voltamos ao carro e seguimos até a casa da Patrícia, que faria nossos transfer nos próximos dias. Com o carro na garagem, primeiras mochilas para a primeira travessia prontas, mochilas de alimentos e outros itens extras que pegaríamos daqui três dias prontas, seguimos então até o Acampamento Base Marins, aonde chegamos perto das 14 h e, logo depois de preenchermos nossas muitas garrafas de água (haviam me informado que não havia água na travessia), perto das 14h40 começamos nossa caminhada "morro acima".

Apesar do peso e por ser o primeiro dia de caminhada (para mim sempre o mais sofrido) a subida foi bem, subimos sem pressa aproveitando para muitas fotos e desfrutar o caminho e, no final da tarde, por volta das 18 h, montamos nosso 1º acampamento já no "caminho" da travessia.

Com as barracas prontas guardamos as mochilas e, agora leves como uma pena, sem ter que carregar litros e litros de água, fizemos um ataque "rápido" até o cume do Pico dos Marins, à noite, chegando ao seu cume perto das 19h30 só para "carimbar o passaporte", curtir um pouco o visual super aberto do Vale do Paraíba abaixo e logo descer para o merecido jantar e noite de descanso.

Dia 2: Travessia Marins-Itaguaré com cume do Itaguaré
No nosso segundo dia na montanha acordamos por volta das 6h30, mas só começamos a levantar por volta das 7 h, o que acabou sendo o padrão nos dias seguintes. Tomamos nosso café da manhã, desarmamos acampamento, arrumamos às mochilas e, às 8h20 (horário que praticamente se tornou "padrão" para começarmos a andar) iniciamos a caminhada da travessia em si.

A travessia segue pela crista da Serra da Mantiqueira e passa pelos cumes do Marinzinho, onde existe também uma trilha direta de acesso via Marmelópolis (que eu havia feito, em 2015, com a Lorena), depois pela base da Pedra Redonda (que só é redonda quando vista de longe), até chegar à base do imponente Pico do Itaguaré.

Apesar de mais curta que a Serra Fina, eu acho essa travessia mais exigente por conta dos infindáveis trepa-pedras do caminho. Junto a isso, some o sobe desce e o peso que estávamos carregando (no meu caso chuto por volta dos 20 kg, contando o equipamento fotográfico, o Juvenil carregava uns 80 kg na mochila :-P).

Fomos seguindo nossa travessia, em todos os cumes fizemos uma boa pausa para descanso, fotos e lanche, sem querer descobrimos uma trilha alternativa que passa por uma nascente de água próxima da Pedra Redonda (podia ter carregado uns 3 kg a menos!) e, perto das 16 h largávamos nossas mochilas na trilha e subíamos leves pela bifurcação até o cume do Pico do Itaguaré.

No topo do Itaguaré mais algumas fotos, assinamos seu "livro de cume" e, com as últimas luzes que de um lado mostrava um pôr-do-sol espetacular e do outro a grande sombra do Itaguaré no vale, voltamos para a trilha onde as mochilas nos aguardavam, seguindo então até o acampamento em sua base, aonde chegamos por volta das 18 h (e também havia água no riacho do Itaguaré, pouca, mas havia - porra Milton, você me sacaneou falando que a travessia estava seca! :-P).

No confortável e vazio local de acampamento armamos nossas barracas, preparamos nosso jantar e logo estávamos dentro dos sacos de dormir para mais uma noite de sono.

Dia 3: Descida do Itaguaré e início da subida da Serra Fina
No dia 21 de julho acordamos no nosso horário padrão, sem pressa tomamos café da manhã, desarmamos acampamento e só por volta das 8h50 iniciamos nossa descida para a sua base, cruzando no caminho com dezenas de pessoas que a subiam ou para um "bate-volta" no cume, ou para acampar na base da montanha (felizmente estávamos no contra fluxo e tivemos sossego no acampamento - já tive a infelicidade de pagar acampamento lotado e sempre tem algum grupo não muito educado que fica fazendo barulho e enchendo o saco dos outros a noite toda).

Aproveitamos a descida para mais algumas poucas fotos, paramos em seus riachos para beber água e para o Juvenil lavar seus utensílios de cozinha (os meus só seriam lavados em Bragança, uma semana depois) e, às 10h45, 5 minutos antes da Patrícia chegar, estávamos onde ficam os carros, felizes por termos completado a travessia (com os cumes) como havíamos planejado e prontos para seguir para a Serra Fina.

Com as mochilas no carro seguimos de volta para Passa-Quatro, no caminho uma breve pausa para fotos, da estrada (local onde pretendo voltar com mais tempo) do Pico da Gomeira e Serra Fina, fizemos um ótimo almoço no "Traíra e cia", passamos mais uma vez na casa da Patrícia para "trocar o refil" da mochila, tirando o que não precisaríamos mais e o que seria necessário na próxima travessia e, pouco antes das 14 h, éramos deixados próximos da "Toca do Lobo", aonde hoje chegam os carros para quem vai fazer a travessia.

Novamente com as mochilas nas costas (mas agora mais leves já que nossa programação da travessia aproveitaria melhor os pontos de água) logo começamos a caminhada, conversando com uma pessoa que aproveitava para tirar umas dúvidas (e que pretende fazer a travessia ainda nessa temporada), passamos pela Toca do Lobo, bebemos um pouco de água e então começamos a verdadeira subida (eu acho o começo da travessia, logo depois da Toca do Lobo, uma pirambeira muito chata! - até porque, nesse ponto, o corpo ainda não está quente).

Fomos seguindo nosso caminho para o alto, com uma linda tarde fazíamos várias fotos olhando, ao fundo, o Marins-Itaguaré, de onde acabávamos de vir e, mais perto, o Pico da Gomeira, montanha que subi em 2015 via Garganta do Embaú.

Perto das 15h20 paramos no ponto de água da subida e nossa ideia era acampar ali mesmo, mas por causa do chão muito irregular fizemos só uma razoável pausa para descanso, abastecemos nossas garrafas, eu aproveitei para um "banho até as coxas" em sua "piscina" e seguimos então, por menos de 30 minutos, até a próxima área de acampamento, aonde chegamos perto das 16h30, já na crista e com uma vista espetacular para o Alto do Capim Amarelo - bem diferente do clima que peguei com alguns amigos, no ano anterior, durante um bivac molhado no cume do Alto do Capim Amarelo.

Na área de acampamento armamos as barracas e ficamos curtindo o visual até o início da noite, aproveitando para mais de uma dezena de fotografias para todos os lados possíveis (nessa viagem acabei resolvendo voltar a "ser fotógrafo" e, além disso, produzir um material um pouco diferente do que estava acostumado a fazer nessas viagens: só paisagens em si - culpa disso voltei para casa com mais de 1000 fotografias e quase 300 estão aqui no site: links no final do texto).

Com a noite e o frio chegando preparamos nosso jantar, nos recolhemos para nossos aposentos "naturehike" e logo estávamos dentro dos sacos de dormir para a merecida noite de sono.

Dia 4: Subida do Alto do Capim Amarelo, Morro do Melano e Morro do Tartarugão
No nosso quarto dia de caminhada acordamos no horário de sempre, tomamos café, fizemos algumas fotos, desarmamos o acampamento e, às 8h15, com as mochilas de volta às costas, começamos a subir rumo ao cume do Alto do Capim Amarelo.

De onde estávamos o início da caminhada foi para baixo, descendo um pouco a crista (o que foi bom para fotos e para aquecer as pernas) e logo entrávamos na "interminável" crista da montanha que nos levou até o seu cume, aonde chegamos perto das 10h30, para assinar seu "livro de cume", fazermos mais fotos e logo seguirmos nosso caminho por sua face oposta, agora para baixo, parando para descansar só perto do meio dia, no "Maracanã", uma gigante área de acampamento na base da montanha (e lotada de lixo e papel higiênico - qual o problema que as pessoas tem em carregar seu próprio lixo?).

De volta à caminhada voltamos a subir, passamos por um grupo de pessoas (dois deles inclusive nos pediram um pouco de água - pessoal, planejem melhor o que vão precisar antes de entrar em uma travessia!), nesse trecho eu aproveitei para "esticar" até alguns cumes secundários às margens da trilha da travessia e perto das 16 h estávamos na "cachoeira vermelha" bebendo um pouco de água, largando nossas mochilas e começando a caminhada (só levando anoraks e headlamps) até o cume do Morro do Tartarugão, 18º ponto mais alto do Brasil segundo o anuário estatístico do IBGE e ignorado por muitas pessoas.

Chegamos ao cume, local que eu só havia estado uma vez e há oito anos, pouco depois das 17 h, assinamos seu "livro de cume" (agora tem e legal saber que tem sido mais frequentado, vi assinatura de diversas pessoas que conheço, inclusive ex-alunos de curso de escalada), fizemos fotos olhando, para um lado, o Alto do Capim Amarelo e a crista de onde tínhamos vindo, com o Marins-Itaguaré bem ao fundo, e para o outro, a Pedra da Mina com suas grandes paredes e, bem ao fundo, o Pico das Agulhas Negras.

Com as últimas luzes começamos a descida e, perto das 18h30, resgatávamos as mochilas e seguíamos mais uns 30 minutos até o local de acampamento antes do riacho onde, enquanto a Lorena e o Juvenil armavam o acampamento, fui buscar a nossa tão merecida e desejada água (fazer a Serra Fina sem seguir o "cronograma padrão" que a maioria faz é bom para que você possa aproveitar melhor os pontos de água e não ter que carregar tanto peso - pelo menos no começo).

De volta ao acampamento na base da Pedra da Mina, em uma noite que seria bem mais fria, preparamos o jantar e fomos então dormir.

Dia 5: Subida da Pedra da Mina, Pico do Avião, Cupim de Boi e Pico da Cabeça de Touro
No dia 23 de julho acordamos no horário padrão, depois da noite mais fria que pegamos durante a viagem toda e, enquanto preparávamos nosso café da manhã víamos o relógio mostrar uma temperatura de -3,8 ºC, perto das 7 h da manhã (de madrugada deve ter chego a uns -5 ºC).

Tomamos nosso café, desarmamos acampamento e, com o Sol que começava a nos aquecer, perto das 8h30 começávamos a andar, parando só para pegar um pouquinho de água no riacho e logo seguir a trilha que nos levou ao cume da Pedra da Mina, às 9h30, para uma longa pausa de quase uma hora para fotos, assinar "livro de cume" e comer, antes de seguirmos nosso caminho para seu cume irmão, o Pico do Avião (ou Pico de São João Batista).

No Pico do Avião também colocaram um novo "livro de cume", por volta das 11h20 o assinamos, fizemos mais fotos e perto do meio dia estávamos no "famoso" Vale do Ruah, seguindo entre os "pequenos" Capim Elefante e margeando seu riacho até fazermos uma longa pausa para lanche e pegar bastante água (seria nosso último ponto de água antes do final da travessia) por volta das 12h50.

Reabastecidos (eu com uns 6 litros/kg a mais na mochila) às 13h20 voltamos a caminhar, em um ritmo mais lento tanto pelo peso, quanto por voltar a subir, seguindo então a crista com seus vários sobe-desce que nos levou até o cume do Morro do Cupim de Boi, aonde chegamos às 15h20.

Sem perder muito tempo largamos as mochilas, pegamos os anoraks e headlamps e então começamos sua descida, pela face oposta, que nos levou ao colo entre ele e o Pico da Cabeça de Touro, outra montanha que ocupa seu lugar de destaque no anuário do IBGE (17º ponto mais alto do Brasil) e pouquíssimo visitada, sendo que eu tinha subido até seu cume só uma vez, também em 2008.

Fomos seguindo o track de minha antiga subida (além de vestígios recentes de passagem de pessoas) e, às 17 h, estávamos em seu cume, onde também encontramos um recém colocado "livro de cume" (havia sido colocado há apenas cinco dias!). No cume mais fotos e logo começamos a descer observando um pôr-do-sol dos mais bonitos que vi até hoje, atrás da crista das montanhas.

Já com as headlamps acesas chegamos de volta às mochilas e, com elas nas costas, descemos então para nosso 5º acampamento, na base do Pico dos Três Estados, aonde chegamos por volta das 19h10 para o merecido jantar e descanso, em uma noite muito mais quente que a anterior.

Dia 6: Subida do Pico dos Três Estados, Alto dos Ivos Leste, Alto dos Ivos real e final da travessia
Dia 24 de julho, nosso último dia na montanha, já felizes pelo que havíamos alcançado até aquele momento (tudo que havíamos planejado) acordamos no horário padrão, tomamos café, desarmamos acampamento e, com as mochilas nas costas começamos a subir, no meu caso ainda mais pesada por carregar uma sacola de lixo alheio (o FDP anda três dias para chegar até lá carregando a comida dentro da embalagem e, depois de comer, quando sobra só a embalagem que é bem mais leve, deixa na montanha, é foda!!!).

Fomos seguindo a escorregadia e úmida face Sul do Pico dos Três Estados, atrás de nós víamos o Cupim de Boi e Cabeça de Touro até que, perto das 9h30, estávamos em seu cume assinando seu livro e fazendo a foto "padrão" ao lado do seu marco, que indica a divisa dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Com mais um cume alcançado, por volta das 10 h voltamos a andar, em frente eu via a crista da Trilha da Panela, trilha que abri com alguns amigos, em 2015, e leva da "Panela" (na trilha do Paiolinho) até o cume secundário do Pico Três Estados e continuamos nossa descida rumo à meta final, o verdadeiro cume do Alto dos Ivos.

A travessia da Serra Fina passa por um cume secundário do Alto dos Ivos, seu cume Leste, sendo que o cume real chamava minha atenção há muito tempo e já estava mais que na hora de ir até ele. Fomos seguindo a travessia e, ao meio dia, deixando as mochilas e o Juvenil (que estava com dor no joelho), a Lorena e eu seguimos em sua direção, sem saber o que encontraríamos (trilha aberta ou não) até termos uma "boa/má" surpresa: a boa surpresa é que havia uma trilha bem aberta, a má surpresa é que estava exageradamente marcada com fitinhas laranja para uma futura corrida de montanha que está para acontecer (nada contra as corridas de montanha, se eu tivesse pique acho que até participaria, mas a marcação estava bem exagerada).

Fomos seguindo as centenas (literalmente) fitas, passamos pelo seu cume até a crista oposta da montanha, quando começa a descer (fomos até lá para algumas fotos e pensar na próxima caminhada) e, perto das 13 h, a Lorena e eu fazíamos nossa foto no cume real e marcávamos seu ponto no GPS.

Voltamos a caminhar e logo estávamos de volta ao cume Leste, junto com o Juvenil, seguindo então pela interminável descida rumo o "Sítio do Pierre", olhando cada vez mais de perto a crista de Itatiaia e cada vez mais de longe a crista da Serra Fina, dando nosso até logo para a Pedra da Mina.

Durante a descida ainda estiquei até um cume extra, bem ao lado de um ponto de acampamento, de onde, se o tempo estivesse aberto, com certeza teria uma ótima vista de todas as montanhas ao redor. De lá mais caminhada, agora sempre para baixo e cada vez em trilha mais arborizada, deixando para trás os campos de altitude e passando entre infindáveis túneis de bambu e bromélias até que, já por volta das 16h10, chegamos ao primeiro ponto de água da descida (depois, no dia seguinte, descobri que carreguei 1 litro de água a mais durante toda a descida sem saber - havia esquecido dela e racionado água à toa).

Com a trilha se transformando em estrada passamos pelas casas e, às 17h30, cansados, mas felizes de termos completado as duas travessias e feito tudo que era planejado, colocávamos as mochilas no chão e aguardávamos a Patrícia, que chegou uns 5 minutos depois, para nos resgatar e levar de volta à civilização.

De volta à Passa-Quatro colocamos as coisas nos carros, nos despedimos e, depois de uma breve pausa para o merecido jantar, antes de descer para Cruzeiro, seguimos nosso caminho de volta para Bragança Paulista, deixando o Juvenil em sua casa por volta das 23 h e indo para casa para o merecido banho (depois de seis dias) e uma ótima noite de descanso (em uma cama e sem estar "preso" dentro de um saco de dormir).

Conclusões finais
Estar na montanha é sempre bom e com boa companhia é melhor ainda. Durante esses seis dias de caminhada, entre os dias 19 e 24 de julho, a Lorena, Juvenil e eu fizemos a travessia Marins-Itaguaré e a emendamos com a travessia da Serra Fina que chamamos de versão 2.0, com diversos cumes extras. Ao final foram quase 71 km de caminhada, mais de 6200 metros de desnível acumulado em cerca de 50 horas de caminhada e alcançando os cumes:
Pico dos Marins*
Pico do Marinzinho
Pico do Itaguaré*
Alto do Capim Amarelo*
Morro do Melano
Morro do Tartarugão*
Pedra da Mina*
Pico do Avião
Morro do Cupim de Boi
Pico da Cabeça de Touro*
Pico dos Três Estados*
Alto dos Ivos (cume real)
Alto dos Ivos (cume Leste)
entre outros nas "bordas" da trilha das travessias.
Nomes marcados com * indicam pontos que estão na tabela dos Pontos mais altos do Brasil, do anuário estatístico do IBGE.

Só garanto que não é a minha primeira vez nessas travessias e que também não será a última! ;-)

Abaixo o playlist de vídeos feitos durante a travessia e veja também algumas das muitas fotos tiradas nos links Travessia Marins-Itaguaré e Travessia Serra Fina 2.0.

- enviado por Tacio Philip às 13:40:20 de 01/08/2018.



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