Tacio Philip Sansonovski - fotógrafo macro e montanhista

busca

página inícial
últimas notícias
lojinha novo!

sobre
Tacio Philip
currículo
meu blog

calendário
temporada 2010
temporada 2009
old

montanhismo
brasil
alta montanha

arquivos
gps atualizado!
cartas atualizado!


ePortateis eletrônicos


Eu não uso drogas!

onde estou (blog)
Através desse link saiba onde eu estou e o que tenho feito atualmente

segunda-feira, 29 de junho de 2009 - Empresas nacionais, elas realmente merecem prestígio?
É comum, principalmente em listas de discussão, quando alguém pergunta sobre um determinado ítem, depois de algumas sugestões de marcas alguém dizer: "prefiro X para prestigiar as marcas nacionais", mas será que essas empresas merecem isso?
Para começar minha linha de raciocínio vamos pensar em uma característica simples: a técnologia de materiais utilizados. Não há o que falar, é fato que pouquíssimas empresas nacionais utilizam materiais top de linha em seus produtos ou sequer tem a tecnologia de fabricação adequada (maquinaria). Pensando no mercado outdoor, o máximo que você encontra é algum vestuário com material importado, alguma sapatilha simples com solado razoável, uma mochila resistente mas pesada e só! Não existe uma barraca nacional com os mesmos materiais que uma importada top, calçado com o mesmo material, mochila com o mesmo peso, vestuário com os mesmos materiais e peso e nem se fala dos equipamento técnicos que sequer existem nacionais.
Outro agravante é que qualquer ítem nacional de meia qualidade vai custar no Brasil mais que o dobro de um ítem similar importado top de linha fora do Brasil. A justificativa disso pelas empresas - tanto fabricante quanto lojista - é sempre a mesma: impostos. Mas a partir do fato que o imposto pago é calculado sobre o ganho da empresa e não pelo valor final do produto, ou seja, se você compra uma matéria prima por 10 e vende o produto final por 20 o imposto é calculado sobre 20-10 = 10, quanto mais você cobrar, mais você vai pagar imposto e de nenhuma maneira a empresa terá "quase prejuízo" como costumam justificar - principalmente as lojas que muitas vezes sequer dão nota fiscal de venda (até porque elas podem comprar sem nota ou subfaturado também).
Outro fator que me chama a atenção - e que realmente me deixa puto da vida - é o respeito das empresas aos profissionais do meio, pessoas que realmente se destacam em determinado ramo dos esportes outdoor e no máximo conseguem o que eles chamam de apoio (e já ressalto que não faço parte dessas pessoas, eu sou esportista por hobbie, não atleta por profissão e não pretendo viver de montanha/escalada).
O apoio que muitas empresas fornecem aos atletas é simples: o atleta deve em troca do uso incondicional de sua imagem em propagandas, campeonatos e onde mais for - muitas vezes inclusive o proibindo de usar outras marcas - aceitar o que eles fornecem, ou seja, algum ítem encalhado em seu estoque, seja ele uma mochila da coleção passada, uma calça-bermuda de cor estranha, uma cadeirinha simples ou uma sapatilha de escalada (sem contar os saquinhos de magnésio e camisetas horríveis com cores "orelhão-telefônica" com a marca gigante impressa em silk screen). A justificativa das empresas é não ter condições de algum apoio mais forte (leia-se em dinheiro) e isso só vai mudar quando uma primeira empresa acreditar no esporte e realmente fizer um investimento de verdade, não apenas limpar seu estoque de encalhados. A partir desse momento os próprios atletas passarão a se valorizar e, como terá uma primeira empresa que os valoriza darão preferência a ela, o que fará com que outras sigam o mesmo exemplo. Infelizmente não tenho nada no ramo para poder ser essa primeira, mas torço para que isso aconteça.
Um outro fator que me chamou a atenção e me inspirou a escrever esse post foi a caridade das empresas em feiras de ponta de estoque. Na semana passada estive em uma delas e consegui comprar alguns ítens com pequenos defeitos (leia-se: lixo para a empresa) pelo valor pago pelos atacadistas (lojas)!!! Mas isso não é maravilhoso??? A empresa em vez de jogar fora ou doar para alguma instituição de caridade (seria legal ver idosos em um asilo se aquecendo no inverno com roupas melhores) vende aos otários esportistas que pagam pelo ítem com defeito o mesmo que uma loja pagaria (e na loja custaria mais que o dobro), ou seja: sempre há um bom lucro (inclusive não recebi nota fiscal de nenhum dos muitos ítens comprados e ainda paguei em dinheiro, dinheiro limpo para o dono)!!!
Não que eu seja contra o lucro, sou capitalista e consumidor (às vezes até consumista), mas só enxergar quem te sustenta como otário ou cifrões é ridículo. Mas até entendo porque as empresas fazem isso: nas roupas com pequenos defeitos muitas vezes não tem a marca do fabricante (eu acho bom isso, não sou outdoor de propaganda) e se eles fossem doar pra alguma instituição eles gastariam mais colocando sua marca gigante em todas as roupas ou mandando grafitar o logotipo da empresa nas paredes do local, é justificável o modo medíocre de pensar deles.
Não vou citar uma marca sequer aqui porque meu ataque não é pessoal, se você tem uma loja ou marca eu não pensei em você, só usei alguns exemplos que podem ser até fictícios. Eu tenho muita coisa nacional dos meus primórdios mas ultimamente dou uma boa preferência para importados principalmente pelos quesitos abordados: preço e qualidade. Como todos comecei com uma mochila simples, uma bota de couro simples e porque não, com equipamento de escalada simples. Mas quando você percebe que sua mochila pesa mais que uma importada, que sua bota não é impermeável como uma importada e seu equipamento pesa o dobro e não tem as mesmas certificações de qualidade que um importado o caminho lógico a seguir é procurar algo melhor, e isso leva aos equipamentos importados! No início você acaba investindo nas lojas do Brasil (o que é um assalto) mas depois você descobre o www.ebay.com entre outros e seus problemas são resolvidos! Com toda a taxação alfandegária sai mais barato ter algo top importado que algo básico nacional, principalmente se você não tiver pressa.
Mas quem sabe isso mude um dia. Se as empresas passassem a pelo menos valorizar os atletas e usuários de seus equipamentos eu já daria preferência a elas (em alguns ítens), mas por enquanto, prestígio pra quem não merece? Meu que não vai ser!


sexta-feira, 26 de junho de 2009 - Escaladas na Ana Chata e em artificial no Bauzinho
Na 4ª feira cedo busquei o Victor em sua casa e às 7hs da manhã pegamos a estrada rumo São Bento do Sapucaí. A viagem foi tranquila, melhor agora com o valor dos pedágios da Rod. Ayrton Senna mais baixos e, por volta das 10hs estavamos estacionados arrumando nossas mochilas para começar a caminhada até a base da Ana Chata.
A subida pela trilha foi super rápida e em cerca de 30 minutos estávamos na base da via Lixeiros (3º V) começando a escalada. Eu subi a primeira enfiada, deixando o filé da via, a 2ª para o Victor guiar (onde ele levou uma bonita queda quando resolveu sair do lance em oposição - e não devia) :-) Na sequência subi a 3ª e esticada enfiada até a parada onde fizemos uma boa pausa para lanche.
Para continuar a subida, em vez de continuar pela Lixeiros fomos pela Capitão Caverna. O croqui diz ser 4º VI mas o Eliseu Frechou confirmou que algumas agarras quebraram e o lance do crux agora é por volta de 7b. Eu comecei a escalar essa enfiada e, depois de umas 3 voadas no crux deixei a mochila pendurada em uma das proteções e consegui mandar o lance (ainda roubando um pouco indo para o lado esquerdo) e continuar até a parada. De lá dei a segurança para o Victor que soltou as mochilas para que eu as içasse e depois de algumas quedas também passou pelo crux da via.
Como o tempo estava fechando - já estava bem nublado - e um forte vento gelado batendo aproveitei o cansaço do Victor e segui guiando a última enfiada da Capitão Caverna até o topo da Ana Chata. Foi com certeza a melhor enfiada da via. Essa enfiada começa com uma boa sequência de 5º grau bem constante em boas agarras, parede em alguns lances verticais ou até levemente negativa e bonitos movimentos, realmente uma via que recomendo! Da última parada dei a segurança para o Victor e depois de alguns poucos minutos no topo para fotos descemos pela trilha para o carro e de lá para o tão esperado Açaí com leite em pó e coco ralado (no Açaí Mania no centro de SB). Depois disso passamos no supermercado e fomos até a casa da Lu para jantar um sopão (muito bom por sinal!). De lá foi descer direto para o alojamento do Eliseu, um merecido banho e muitas horas de sono.
No dia seguinte acordamos tarde (levantamos por volta das 8h30) com o tempo muito fechado e garoando. Demos uma enrolada e depois de algumas horas e assistindo a um vídeo de escalada nos animamos a ir escalar também. Como o tempo estava muito ruim decidimos então ir escalar em artificial a via Chove e não molha, um 8a que feito em artificial é um A2.
Saímos do alojamento e logo estávamos estacionados no início da trilha para o Bauzinho esperando a chuva diminuir. Alguns minutos passaram e logo seguimos pela trilha até a base da via, que como o nome diz, "chove e não molha" por ser bem negativa.
Nos equipamos e segui guiando a via em primeiro. Foi a via em artificial mais comprometedora que eu fiz. Apesar de seus lances não serem muito difíceis, algumas proteções ficam realmente "à prova de bomba" (ou como o Victor disse: da pra pendurar um fusca), a via tem proteções fixas (chapeletas) apenas no seu final e eu fiz questão de não usá-las, escalando a via inteira apenas em móvel com a maioria dos lances em friends e nuts com algumas passagens em cliff. Se acontecesse algo antes do quarto final da via e eu tivesse que descer só seria possível abandonando equipamento móvel. Mas correu tudo bem durante a escalada, com apenas 3 "quase quedas" no lance final onde queria sair em cliff mas realmente não deu e, depois de cerca de 1h30, já rapelava para a base da via a limpando para que o Victor agora a escalasse.
Com a garôa que não parava praticamente me deitei no chão e o Victor começou a escalada. O local é confortável mas estava bem frio, principalmente porque com o vento chovia na base (resolvi parte disso cobrindo as pernas com a capa da mochila do Victor).
A subida dele também foi tranquila, sem incidentes e depois de mais +-1h30 ele também rapelava e brigava para limpar algumas peças da parede. De lá foi só guardar as coisas nas mochilas, seguir a trilha de volta até o carro e descer para a cidade para o novamente esperaço Acaí.
Voltamos para o abrigo, arrumamos os equipamentos, tomamos um banho, o Victor fez umas compras na lojinha do Eliseu e fomos comer uma pizza no centro da cidade. De lá, às 22hs pegamos estrada e 1h da madrugada já estava estacionando o carro em casa.
Esses dois dias de escalada foram bem proveitosos. Apesar do tempo não colaborar muito escalamos uma bonita via na Ana Chata e fizemos um bom treino em artificial no Bauzinho. As fotos já estão disponíveis no link Escaladas São Bento.


sábado, 20 de junho de 2009 - Escalada em Solitário na Maria Antônia, Pedra Bela
Hoje cedo saí de São Paulo com meus pais em direção à Socorro (cidade, não bairro) onde fui ver um negócio e, saindo de lá, voltamos por estrada de terra até a cidade de Pedra Bela, onde fizemos uma parada para escalar.
Cheguei até a estacionar ao lado da lanchonete ao lado da Pedra Bela mas na mesma hora decidir ir para a Maria Antônia, uma rocha bem próxima de lá que costuma ficar sempre mais vazia e com a vantagem de ter vias mais longas com cerca de 120 - 130m de extensão.
Para aquecer entrei na via Paredão Enzo Davanzo, um 4º grau tranquilo com o crux (um 4º sup/5º) no final da primeira enfiada. Lá armei um top rope, desci até a base e dei segurança para meu pai que foi até a parada e depois desceu.
Para continuar, como eu queria treinar um pouco, aproveitei para dar uma reciclada nas técnicas de escalada em solitário e estrear um mosquetão em formato de meia-lua (Omni) que recebi essa semana para substituir os mosquetões normais que usava no peitoral quando fazia esse tipo de escalada.
Me aprontei na base colocando a corda na mochila, vesti o peitoral, passei a corda pelo Soloist (equipamento para escalada em solitário) e logo comecei a subida prendendo uma das pontas da corda na primeira proteção (grampo P) e segui a escalada guiando.
Como de qualquer maneira quando se escala em solitário você precisa subir com a corda fixa embaixo até uma parada, montar esta parada, descer de rapel para liberar a corda na base e subir escalando novamente (ou jumareando, depende a via) com corda fixa por cima, o melhor para agilizar a escalada é esticar o máximo a corda, no meu caso subindo 2 enfiadas de cada vez.
A subida foi bem tranquila, a via é um 4º grau e depois de pouco mais de 1 hora eu tinha acabado de subir as suas 6 enfiadas (em 3 esticões sendo que 2x cada pelo motivo explicado acima), ou cerca de 120 a 130 m de via (uns 250 m de escalada na minha situação) pela minha estimativa. De lá foi só preparar mais uma sequência de rapéis (ai sim você tem que parar de parada em parada já que o tamanho máximo do rapel é igual a metade do comprimento da corda) e depois de 6 rapéis cheguei ao chão, 1h25min depois do começo da minha escalada (queria ter feito em tempo menor, mas como estava me readaptando com os procedimentos acabei demorando mais).
A escalada em solitário é uma escalada que você faz sozinho mas com autosegurança, diferente de escalada solo que se escala sem corda, ou seja, sem proteção e sem poder cometer erros (ou sofrer imprevistos). Sempre que eu quero dar uma reciclada ou só praticar um pouco desse tipo de escalada vou nessas vias da Maria Antônia. Elas são bem protegidas (inclusive pulei muuuitas proteções durante a subida), um nível fácil e longa o suficiente para o treino ter efeito.
Esse treino serve para me preparar para vias maiores que pretendo escalar em solitário. Não tenho nenhuma via em especial em mente no momento mas com certeza pretendo fazer alguma escalada longa assim essa temporada. Até agora a via mais longa e comprometedora que fiz em solitário foi a Evolução (5ºVIsup E2) em Pedralva com 320m (10 longas enfiadas) e até hoje foi uma das melhores, senão a melhor, escalada que já fiz! (clique no nome da via acima para ver o relato)
E antes que pergunte ou resolva se arriscar nesse tipo de escalada alguns conselhos: conheça a via que quer fazer, escale em um grau que domina tranquilamente e domine totalmente as técnicas de autossegurança e autorresgate. Lembre-se que se algo acontecer você não terá um parceiro para te tirar da roubada!
E já estão aqui no site as fotos das escaladas de hoje no link escalada em solitario maria antonia.


quinta-feira, 18 de junho de 2009 - Show do Paul Di'Anno no Brasil (ex vocalista do Iron Maiden)
Ontem fui até a Galeria do Rock comprar o ingresso para o show do Paul Di'Anno (1º vocalista do Iron Maiden) em São Paulo.
O Show em SP será no Manifesto Bar, local onde no começo do ano assisti o show do Blaze Bayley (outro vocalista que passou pelo Iron Maiden). O local não é muito agradável mas para show pequeno até que serve (e eu gosto de ver show em local pequeno, mesmo não fazendo isso regularmente). De reclamação do local fica a qualidade do som (ruim para o tamanho), o preço das bebidas (se não me engano paguei cerca de R$5,00 por uma Heineken long neck) e o atendimento, inclusive por fone que nunca atende e email que nunca respondem, mas isso não vem ao caso.

Quanto ao show do Paul, eu não conheço sua carreira solo e estou indo apenas para ouvir algumas músicas da fase que era vocalista do Iron e torcendo para ele cantar Phantom of the Opera e Remember Tomorrow (entre outras). O Paul continua, em suas entrevistas, a falar mal do Iron dizendo que a banda é a vontade do Steve Harris (e quem não sabe disso), que ele não podia trabalhar como queria etc. etc. etc. só que ele ainda se apoia nos 2 albuns que lançou com eles para suas turnês, aposto que assim como o Blaze, a maioria que estará lá no show estará pelo Paul fase Iron, não pelo próprio Paul.

O show em São Paulo será dia 18/Julho mas terão mais datas pelo Brasil. Mais infos no site do próprio Paul Di'Anno: http://www.pauldianno.com/tour.php.


quarta-feira, 17 de junho de 2009 - Nova organização das galerias de foto
Depois de algumas horas reprogramando já está no ar a nova página que lista todas as galerias de fotos aqui no meu site. Ela já era em php mas agora melhorei o seu visual e também mostra uma imagem aleatória de cada galeria e mais algumas informações como o número de imagens. Fiz também algo semelhante na página inicial que agora também mostra as 3 últimas galerias de fotos com uma imagem aleatória.
Esse site tem criação dinâmica de suas páginas usando principalmente shtml (includes) mas está cada vez mais sendo convertido para php, uma linguagem que dá muito mais liberdade na programação e com isso facilidade de organização de conteúdo. E apesar de tudo isso ainda não sou adepto de banco de dados MySQL.
Comecei a programar meus sites em 97 (e já falo que não faço site para outras pessoas, só os meus mesmo) em html puro e desde o começo me acostumei a ver os conteúdos no formato de arquivos em pastas (os arquivos html). Com o tempo fui me apromorando, mexendo um pouco em javascript, usando shtml para uma criação mais dinâmica e hoje em dia uso php.
Apesar de já ter feito algumas ferramentas administrativas nos meus sites www.eportateis.com.br e www.macrofotografia.com.br em php usando MySQL, para o conteúdo em geral ainda prefiro ver os arquivos dentro de pastas e não em um arquivo abstrato como é o banco de dados MySQL. E para resolver o "problema" de organizar, ler e escrever conteúdos como se eu estivesse trabalhando com bancos de dados (matrizes) eu uso pastas com nomes e tipos de arquivos definidos. Não deve ser muito lógico para quem aprendeu a programar em uma "escola" de maneira tradicional mas eu me entendo muito bem com minha lógica e meus códigos e, para o usuário final, ou seja, para quem entra nos meus sites, ele funciona e isso que importa! :-P
Aos poucos todas páginas de todos meus sites estão sendo convertidos para php mas isso leva tempo e está sendo feito de acordo com a necessidade, com o tempo chego lá. Por enquanto estou com "poucos" sites no ar, 3 com atualizações constantes, mais 2 no ar mas sem atualizações recentes e mais alguns como projeto ou abandonados. No total 14 domínios de internet (sendo que alguns redirecionam para um mesmo site). ;-)


segunda-feira, 15 de junho de 2009 - Caminho do Itupava, Marumbi e Morro do Anhangava
No feriado, 5ª feira, saímos de São Paulo por volta das 7h30 o Eduardo, a Camila, a Paula e eu em rumo ao Sul, mais especificamente para Curitiba - PR.
Apesar de um pouco de trânsito na descida da serra - nada como o trânsito monstro que tinha parado São Paulo no dia anterior - seguimos tranquilos pela BR 116 com direito a uma boa pausa para almoço e, na metade da tarde estávamos estacionando o carro na rodoviária de Curitiba, pegando nossas mochilas e caminhando até o terminal Guadalupe onde às 17hs saímos com o ônibus rumo a Quatro Barras. De lá às 18hs um ônibus para Borda do Campo e depois de descer quase no terminal (próximo ao mercado) mais alguns minutos de caminhada até o abrigo de montanha 5.13 onde fomos muito bem recebidos pelo Rafael e Manu, possivelmente os próximos "abrigueiros" do 5.13.
No dia seguinte acordamos cedo, às 7hs, e depois de enrolar um pouco tomamos café, arrumamos as tralhas e começamos a caminhada em direção ao início da trilha do Caminho de Itupava. No posto do IAP fizemos nosso cadastro e às 10h10 começamos a caminhada de descida da trilha.
A descida correu bem, em ritmo tranquilo e com direito a longas pausas para lanche nas ruínas do Ipiranga e no Santuário do Cadeado. A trilha de descida é muito bonita, infelizmente a paisagem não pudemos aproveitar já que o tempo ficou nublado - com direito a muita garoa no final - o dia todo mas mesmo assim valeu a pena. Graças ao tempo muito úmido a descida acabou sendo também mais lenta já que em muitos lugares o risco de escorregar e cair era alto, a Camila que o diga :-)
Mas continuamos descendo e descendo e às 17h17 estávamos no final da trilha onde ela bifurca com opções de descer para Morro de Cima ou subir para Engenheiro Lange e de lá para o Marumbi, a nossa opção. Começamos a caminhada para cima e às 17h40 estávamos sentados na estação Eng. Lange esperando dois trens se cruzar para que continuássemos nossa subida, o que só conseguimos fazer às 18hs chegando no camping do Marumbi às 18h30 já no escuro e ainda embaixo de forte neblina/garoa. No camping tomamos banho, jantamos e logo em seguida uma merecida noite de sono.
A caminhada do caminho de Itupava é super aberta em trilha com boa parte calçada com pedras (de onde vieram tantas pedras???) e só considero de dificuldade média por causa de sua extensão, pouco mais de 16 km até a estação Marumbi (12,95 km, 566 m de ascensão, 1168 m de descida até a bifurcação mais 2,66 km, 187 m de ascensão e 18 m de descida até o Marumbi). É uma boa opção para quem gosta de andar bastante em caminho fácil, bom para ecoturista sujar as botas e ficar feliz :-D
No dia seguinte apesar de acordar cedo não saímos para subir ao Olimpo por causa do tempo ruim do dia anterior e da noite então arrumamos nossas coisas, deixamos as mochilas pesadas na recepção do parque e fizemos caminhadas próximas para algumas fotos subindo até o Rochedinho, indo até a Pedra Lascada e mais algumas muitas fotos na estação do Marumbi. Ficamos também um bom tempo conversando com o Camarão e o Elói do Cosmo - onde eu fiz o curso de resgate em 2003 (15 dias de curso que realmente valem a pena) - e às 16h40 pegamos o trem rumo a Curitiba.
A viagem de trem é bem empolgante nos seus primeiros 10 minutos com boas visões do Marumbi (apesar do tempo encoberto) mas logo fica tediosa e parece não acabar nunca! Foram cerca de 1h30 até a estação em Curitiba com direito a recepcionista do trem correndo de um lado para outra porque tinham atacado pedras no trem - padrão isso - e às 18h40 estávamos no carro indo até o shopping estação (onde o carro não entrou por causa da altura então ficou na rua mesmo) para bem calmamente jantar, olhar algumas lojas e às 21hs estávamos novamente no 5.13 para um bom e quente banho e em seguida dormir.
No dia seguinte, Domingo, acordamos também por volta das 7hs e calmamente levantamos, tomamos nosso café da manhã e saímos em direção ao Morro do Anhangava. A Camila estava com o joelho ruim então ela e o Sanhudo ficaram fazendo pic-nic enquanto eu e a Paula subíamos até o seu cume. Em vez de começarmos a caminhada pelo caminho que eu já conhecia das vezes que fui escalar subimos pelo caminho que começa no posto do IAP, uns 15 min mais longo.
Começamos a subida do Anhangava às 10h30 e uma hora depois estávamos no seu cume a 1438 m de altitude comendo um chocolate e olhando a paisagem (3,11 km, 456 m de ascensão, 46 m de descida). Uns 20 minutos depois começamos a descida e às 13h10 estávamos novamente no carro onde o casal Sanhudo nos esperava e de lá saímos direto para a BR116 em direção à São Paulo fazendo apenas uma longa pausa no "Posto 500 alguma coisa" para um bom almoço e encher o tanque com Diesel.
O caminho de volta para SP foi tranquilo com trânsito apenas em um trecho na BR116 e na Raposo Tavares por causa de acidentes, não do excesso de carros e às 20h30 já deixava o Sanhudo e a Camila em sua casa, na sequência a Paula e por volta das 21h15 estava em casa para um merecido descanso.
A viagem correu muito bem, voltei a um lugar que eu estive apenas uma vez em 2003 (durante o curso do Cosmo) e tanto a caminhada do Caminho do Itupava quanto do Anhangava valem a pena. Só preciso retornar com tempo melhor para aproveitar mais a paisagem para mais fotografias.
E por falar nisso, os arquivos para GPS já estão disponíveis para download e as fotos da viagem nos links: Caminho de Itupava, Marumbi e Morro Anhangava.


segunda-feira, 8 de junho de 2009 - Escaladas na Falésia do Zé Vermelho em Pindamonhangaba e em Pedra Bela
No Sábado cedo busquei o Osvaldo em sua casa e depois de algumas horas já estávamos em Pindamonhangaba na base das vias da Falésia do Zé Vermelho (ainda me pergunto porque escalador tem a mania de chamar qualquer afloramento com paredes verticais de falésia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Fal%C3%A9sia - estudar não faz mal a ninguém e ser "gnorante" não é virtude! Vai ver que é a "erva" que muitos desses irresponsáveis fumam... se quiser saber minha opinião sobre as drogas leia essa postagem: http://www.tacio.com.br/tacio/blog/2009/04/drogas-e-escalada-uma-mistura.shtml).
Logo que chegamos nos equipamos e entrei então na via Banco da Praça (5ºsup) para aquecer, via que foi escalada na sequência pelo Osvaldo que logo depois emendou na Maldita Mutuca (6º sup). Também escalei essa via e depois de um pouco de água (lá realmente faz calor quando está tempo aberto) entrei então na Toca da Marimba (7a), uma via com movimentos bem esticados com boas agarras em parede levemente negativa, uma via muito bonita com seu crux no seu movimento final, na hora de montar em um platô sem ter agarras para as mãos!
Depois do Osvaldo também a escalar fomos comer um lanche e transferimos nossas coisas para o fundo da parede onde se encontram mais algumas vias e felizmente havia sombra. O Osvaldo entrou então na Tanaracha (6º sup), uma via com uma saída muito bonita dando um dinâmico como se fosse um boulder e depois que eu a escalei desci já equipando alguns lances da Manga Rosa (7b/c).
De volta ao chão, alguns minutos de descanso e logo entrei na Manga Rosa. A via é muito bonita e técnica, começando com uma saída em agarras ruins que leva a um dinâmico esticado até um reglete (não tão melhor). Ai é só aguentar nos dedos, subir os pés e uma área pra descanso. Depois mais um movimento técnicos tendo que travar em uma pequena agarra lateral de direita, mão esquerda em platô, subir pé na mão esquerda, equilíbrio e subir até uma agarra "boa". Ai parece um deja-vu do movimento anterios, novamente subir pé na mão em platô, equilíbrio e mão boa. Depois só passeio até sua parada.
De volta ao chão e depois do Osvaldo também a escalar ele entrou na Crux Credo que no croqui do local diz ser um 7a/b mas NÃO É! O Osvaldo subiu primeiro, tendo que realmente roubar em uns lances que não era possível fazer e depois nessa via fez minha segurança da parada. Entrei sabendo que era a última via do dia e mesmo usando tudo que ainda restava de força e técnica não consegui passar pelo seu crux sem roubar! Eu e o Osvaldo estamos escalando o mesmo nível de dificuldade (7ºs) e quando não mandamos algum 7º à vista conseguimos trabalhar o movimento, entrar novamente na via e a encadenar. Essa via foi diferente, não conseguimos nem isolar o movimento que aparentemente é pegar em um reglete tosco de cristais com a mão direita, nada de esquerda, subir o pé no nada (não achamos um pé decente) e ir pra cima até outro abaulado tosco! Tudo isso em parede negativa! Realmente aquilo não é um 7a/b. Temos que voltar lá com alguém que escale graus mais alto que nós para ver qual a verdadeira graduação da via.
Saimos de lá pensando na via que não saia e depois de uma pausa para Açaí em Pinda (estava meio aguado mas estava bom assim mesmo) pegamos estrada e voltamos para São Paulo.
No Domingo aproveitei para não acordar tão cedo e às 10h30 peguei o Sanhudo e a Camila no metrô e fomos então para Pedra Bela. Logo que chegamos fomos para a parede do fundo onde na via Novalgina (3º) coloquei os dois para guiar enquanto eu solava pelo lado fazendo algumas fotos e os instruindo sobre a técnica. Primeiro subiu o Sanhudo guiando, montou a parada, deu segurança para a Camila e os dois desceram. Depois foi o contrário, com a Camila guiando e o Sanhudo de segundo. Os dois fizeram tudo perfeitamente e posso dizer que já estão independentes para encarar algumas escaladas por aí.
Depois fomos então para a lateral da parede onde primeiro escalei a Bebezon (4ºV) deixando um top rope armado para o casal "Sanhudo" e depois a Urina (5ºVI) onde também deixei outro top armado. Tanto o Eduardo quanto a Camila entraram nas duas vias e depois, com o pôr-do-Sol chegando as subi novamente para desequipá-las e pegamos estrada de volta a São Paulo - depois de uma pausa para mais um Açaí em Bragança Paulista.
Já estão disponíveis as fotos das Escaladas no Zé Vermelho e das Escaladas em Pedra Bela.


sexta-feira, 5 de junho de 2009 - Iron Maiden: Flight 666 - a caminho!
No último dia 25 foi lançado mundialmente (e dia 09/06 será lançado nos EUA e Canadá) o filme Flight 666 e show relacionado à turnê Somewhere Back in Time. Esse lançamento, para delírio e/ou falência dos fans, vem em diversos formatos:
- DVD duplo: Filme/documentário Flight 666 e Show Somewhere Back in Time (cada música em um país).
- DVD duplo deluxe: edição limitada especial igual ao DVD duplo mas contando também com um livreto de 30 páginas.
- CD duplo: com as músicas da turnê Somewhere Back in Time.
- Bluray: Filme/documentário Flight 666 e Show Somewhere Back in Time (primeiro lançamento do Iron Maiden no formato Bluray).
- Picture Disc: Viníl duplo com as músicas do show da turnê.
Mais informações sobre os formatos no site do Iron Maiden: http://www.ironmaiden.com/666formats.htm
 
 
O DVD duplo "normal" já pode ser comprado aqui no Brasil pela internet e em algumas lojas e hoje garanti o meu (houve atraso no lançamento por aqui). O CD, DVD Deluxe e Bluray eu pedi pela internet no exterior e deve chegar em algumas semanas. Só o Picture Disc que não comprei e nem pretendo, esse formato não coleciono.
Agora é só esperar os ítens chegarem para poder assistir novamente o documentário (que tive o prazer de assistir na premiere mundial no RJ e depois no Maiden Day aqui em SP) e o esperado show que até agora só ouvi, sem ver as imagens. E vamos ver se sai alguma coisa com as músicas da final leg da turnê em breve.
UP THE IRONS!


quinta-feira, 4 de junho de 2009 - Recomendo: Suporte por email HP funciona! A+++
Desde que reinstalei, ou melhor, fiz o upgrade do sistema operacional do meu PC para o Windows Vista Ultimate 64 bits tive um problema com minha multifuncional (hp3180). Apesar do seu scanner e a função de cópia (xerox) funcionarem perfeitamente eu não conseguia imprimir nada através do PC que sempre retornava uma mensagem de erro informando que a impressora possuia erro em sua configuração e por aí vai.
Desinstalei os drivers, reinstalei, baixei os arquivos atualizados no site da hp, desinstalei o software, reinstalei e nada de funcionar. Como sempre o scanner funcionando bem, a função de cópia também mas nada de imprimir usando o Word, Firefox, Photoshop, Acrobat etc.
Procurei na internet por uma solução e entre as dicas achei um forum falando para tentar o suporte da própria hp dizendo que ele funcionava. Como eu não tinha nada a perder entrei em www.hp.com.br, acessei a área de suporte, informei o produto em questão, entrei na opção de solução de um problema e depois opção de suporte por email.
Preenchi uma ficha sem muita burocracia onde expliquei o problema, meu nível de conhecimento e o que já tinha feito tentando resolver e enviei o email. Logo em seguida, às 20h18, recebi um email automático dizendo que tinham recebido meu email e que o prazo de resposta era de 24 a 48 horas a partir do recebimento da mensagem.
Alguns minutos se passaram, eu inclusive tinha desistido de fuçar mais nela para tentar resolver e às 20h27, apenas 9 minutos após eu postar minha súplica por ajuda, recebi a resposta!

O email veio com 4 possíveis soluções para o problema começando da mais simples mandando reiniciar o computador até uma bem mais completa, que foi a que resolvi optar, onde mostrava um método alternativo para desinstalar os programas instalados, desativar arquivos de inicialização do Windows, limpar pasta temporária, reinstalar os softwares e drivers e reativar arquivos de inicialização.
Passei alguns minutos pensando se fazia isso hoje ou não e depois que decidi fazer passei alguns minutos seguindo o procedimento informado até que, às 21h29, depois de alguns testes, enviei um email para eles informando que havia funcionado e que agora tanto a impressão quanto escaneamento estavam em ordem. Como surpresa ainda recebi resposta a esse email agradecendo os meus elogios ao sistema.
Diferente de muitas empresas onde o email ou página de suporte suporte leva a um buraco negro e você nunca recebe a resposta, o suporte da hp realmente solucionou meu problema e de uma maneira muito rápida e eficiente! Realmente recomendo!
Isso faz eu voltar a lembrar porque sempre gostei dos produtos hp, uma coisa de longa data desde que fundei o hpclub do Brasil (www.hpclub.com.br), época inclusive que trabalhei como freelancer em autorizada hp dando cursos de calculadoras científicas e financeiras e depois passei a trabalhar só independente, mas isso é uma longa história!


quarta-feira, 3 de junho de 2009 - Como instalar mapas atualizados no GPS Garmin usando o MapSource
Em postagem anterior mostrei como conseguir o Software Garmin MapSource para download. Nesse post mostrarei como instalar mapas atualizados no seu GPS Garmin.

Para iniciar, considerando que você já tenha o MapSource instalado no seu PC, entre no site www.tracksource.org.br e baixe os mapas atualizados que você deseja. A versão atual mais completa de mapas é a TRC-Brasil (TrackSource Roteável Complementar Brasil) mas existem outras disponíveis, vale dar uma lida sobre as diferenças no próprio site do projeto TrackSource.
Após baixar os arquivos executáveis dos mapas prossiga com a instalação, os mesmos serão incorporados ao MapSource.

Depois de tudo instalado é só seguir o procedimento abaixo:
- Execute o MapSource.

- No canto superior esquerdo selecione a opção de mapa instalada, por exemplo TRC-Brasil (Tracksource Complementar Brasil).

- Na barra superior selecione o botão que é como um polígono amarelo (Ferramentas - Mapa).

- Clique na imagem do mapa para selecionar os mapas que quer transferir para o GPS.


(IMPORTANTE! Sempre que você transfere um mapa os anteriores no GPS são apagados, então faça a seleção de todos de uma vez, inclusive alternado a opção de mapa (TRU, TT etc.).

Os mapas selecionados mudarão de cor amarela para rosado, aparecerão na esquerda na aba Maps e na parte inferior será exibido o tamanho dos arquivos de mapa selecionados e se você deseja incluir dados de cálculo de rota (deixe marcado se o seu GPS tiver função de cálculo de rota - autoroute).

- Clique no botão com uma seta apontando para um GPS na barra superior (Transferência - Enviar para dispositivo...)

- Selecione a opção Maps se não estiver ativa e clique em Enviar. Aparecerá o processo de compilação dos mapas, transferência e o GPS será reiniciado.

Dicas:
- Na lista de mapas aparece o tamanho dos mapas selecionados. Apesar de poder colocar em alguns modelos de GPS cartões com bastante espaço, se você fizer isso o GPS ficará extremamente lento para mostrar os mapas. Para resolver isso recomendo transferir os mapas da região que você visitará em vez de instalar todos mapas que possa usar um dia de uma só vez.
- Se não estiver conseguindo transferir os dados veja se os drivers do GPS foram instalados corretamente no PC.
- Para mais informações sobre cada tipo de mapa TrackSource (TT, TRU, TRC etc.) veja o site do projeto TrackSource www.tracksource.org.br.

Boa diversão (mas atenção em navegação urbana para não entrar em contramão!)

Se você ainda não tem um GPS recomendo o site: www.eportateis.com.br.


segunda-feira, 1 de junho de 2009 - Software Garmin MapSource para download
O MapSource da Garmin é um software para transferência de tracks, waypoints, rotas e mapas entre os GPS Garmin e o computador. Esse programa vem de fábrica com alguns aparelhos GPS em um CD chamado Trip and Waypoint Manager mas não com todos modelos, deixando muitas vezes os usuários do aparelho na mão sem poder atualizar mapas no GPS.

Se você entra no site da Garmin (www.garmin.com) à procura do MapSource verá que é possível encontrar para download apenas atualizações para o programa (você precisa ter uma versão instalada para atualizar) ou o mesmo a venda.
Para resolver esse "problema", é possível obter uma versão básica do MapSource, sem custo algum, direto do site da Garmin seguindo esse procedimento:

- baixe no site da Garmin e instale o Software Garmin Training Center:
http://www8.garmin.com/support/collection.jsp?product=999-99999-04
- baixe no site da Garmin e instale o update para o MapSource:
http://www8.garmin.com/support/download_details.jsp?id=209

Feito isso você terá o MapSource instalado em seu PC pronto para transferir arquivos ou mapas (veja aqui como instalar mapas atualizados no GPS usando o MapSource).

Veja aqui também, no link Arquivos GPS, diversos arquivos (normalmente locais de escalada, trilhas e montanhas) para download.

Se você ainda não tem um GPS recomendo o site: www.eportateis.com.br


Arquivos

Abril 2006   Maio 2006   Junho 2006   Julho 2006   Agosto 2006   Setembro 2006   Outubro 2006   Novembro 2006   Dezembro 2006   Janeiro 2007   Fevereiro 2007   Março 2007   Abril 2007   Maio 2007   Junho 2007   Julho 2007   Agosto 2007   Setembro 2007   Outubro 2007   Novembro 2007   Dezembro 2007   Janeiro 2008   Fevereiro 2008   Março 2008   Abril 2008   Maio 2008   Junho 2008   Julho 2008   Agosto 2008   Setembro 2008   Outubro 2008   Novembro 2008   Dezembro 2008   Janeiro 2009   Fevereiro 2009   Março 2009   Abril 2009   Maio 2009   Junho 2009   Julho 2009   Agosto 2009   Setembro 2009   Outubro 2009   Novembro 2009   Dezembro 2009   Janeiro 2010   Fevereiro 2010  
03/06 e anteriores.

Crie seu próprio blog!

cursos
foto de natureza*
macrofotografia*
fotometria*
workshops*

fotografias macro
- mais recentes*

fotos recentes
- pedalada em itu
- formatura bombeiros
- escaladas na maria antonia
- pedra bela
- pedra do frade
- visual das aguas
- ze vermelho e pedra do bau
- rota marcia prado mtb
.: ver todos :.
.: buscar imagem :.

vídeos
YouTube

* será redirecionado para o site:
macrofotografia.com.br

free counters

© Tacio Philip - 2005/09
Não é permitida cópia parcial ou total do conteúdo ou código fonte deste site.
10 Usuários Online (457 nas últimas 24hs)