Tacio Philip Sansonovski - fotógrafo macro e montanhista

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quarta-feira, 29 de abril de 2009 - Vendo Land Rover Defender 110 CSW 2003 - verde metálico - excelente estado!

Vendo Defender 110 CSW 2003

Verde Metálico, Placa SP final 2

OPORTUNIDADE RARA: NUNCA FIZ TRILHA PESADA COM ELE! Só uso para viagens!
Carro de uso particular, tem na lateral adesivo do site Land4x4 mas nunca foi usado comercialmente, fundei esse site por hobbie! Todo revisado com todas revisões, trocas de óleo, consertos, inclusão de acessórios e o que quer que seja feitos na The Specialist (com documentação comprovando data, revisão e km - pode conferir isso comigo ou direto na assistência).
* Diversos acessórios: snorkel, quebra mato, bagageiro, protetor de farol, protetor de lanterna traseira, console central Rally Design, parachoque traseiro com degrau, escada traseira, estribos, parabarro etc etc etc. Pneus BF Goodrich All Terrain com cerca de 30.000 km (são pneus que rodam fácil fácil 100 mil)
Dúvidas sobre condições do carro procure a oficina The Specialist ou entre em contato e venha ver! Valor: R$76.000,00
Estou em SP-SP mas entrego em outra cidade/estado, é só conversarmos. Aceito negócio por imóvel na região de Atibaia ou auto (preferência 4x4) de menor valor. Contatos direto aqui pelo site
(Foto na Pedra Grande - Atibaia por Amarildo Oliveira www.amarildooliveira.com)


segunda-feira, 27 de abril de 2009 - Tyr (Týr) - Progressive/Folk Metal
Týr (pronuncia-se Twir) é uma banda classificada como Progressive/Folk Metal originária das Ilhas Faroe, um arquipélago que é uma província autônoma dinarmarquesa (que visa se tornar um outro país) formado por 18 ilhas e localizado entre a Escócia e Islândia (wikipedia).
Eu nunca tinha ouvido falar desse lugar até eu conhecer o Týr, uma banda com grande influência viking em seus sons regados com um vocal puxando para o rock melódico e bons riffs de guitarra com algumas músicas realmente muito folclóricas. Desde que ouvi a primeira música gostei muito e hoje em dia me mantenho atualizado com os seus lançamentos. Esse ano esta para sair o album By the Light of the Northern Star e o album conjunto com as bandas Alestorm e Heidevolk, Black Sails over Europe. De sua discografia só não tenho ainda a Demo de 2000 e o Single Ólavur Riddarós mas a procura continua!
 
Discografia Tyr
Demo - Demo, 2000
How Far To Asgaard - Full-length, 2002
Ólavur Riddararós - Single, 2002
Eric the Red - Full-length, 2003
Ragnarok - Full-length, 2006
Land - Full-length, 2008 (saiu uma versão com CD Land + DVD do show da banda em 2007 no Wacken)
Black Sails over Europe - Split, 2009
By the Light of the Northern Star - Full-length, 2009
 
Atual formação da banda
Heri Joensen - Vocals, Guitars
Terji Skibenæs - Guitars (2001-)
Gunnar H. Thomsen - Bass
Kári Streymoy - Drums
 
Mais sobre a banda
 
Abaixo alguns vídeos da banda com destaque para Hail to the Hummer, a música mais conhecida da banda que saiu em 3 de seus albuns em diferentes versões, Wings of Time (uma das melhores para mim) e Hold the Heathen Hammer High, música do CD By The Light of the Northern Star que está para sair. Como ela é bem mais conhecida que outras bandas que postei aqui não precisei fazer upload de músicas para o youtube e estou adicionando vídeos encontrados por lá (não oficiais).
 

Regin Smiður

Ormurin Langi

Hail to the Hummer

God of War

Wings of Time

Hold the Heathen Hammer High


domingo, 26 de abril de 2009 - Caminhada e escaladas na Pedra Grande de Atibaia
Hoje cedo saímos de casa eu e a Paulinha e por volta das 10h30 nos encontramos com o Ricardo no início da trilha da Pedra Grande em Atibaia. Trancamos os carros, pegamos as mochilas e logo começamos a caminhada seguindo pela Trilha dos Monges, uma trilha não muito frequentada, um pouco mais longa que a tradicional Trilha da Minha Deusa que eu já havia subido algumas dezenas de vezes.
A subida foi bem. Em alguns pontos tínhamos dúvida do caminho mas logo reencontrávamos a trilha e contínuávamos a íngreme subida até que, cerca de 1h30 depois, chegamos na base das vias da parede da crista antes de chegar na subida final da Pedra Grande. No local havia uns rapeleiros e um pessoal treinando rapel e ascensão por corda (esses simpáticos em nos "ceder" uma das vias para que escalássemos) e logo que chegamos nos equipamos e eu subi a Via do Tomás, um 5º sup com uma saída mais forte (um lance de 6ºsup/7a) que depois segue em regletes e mais regletes. Na parada da via montei um top rope, fiz o rapel e foi a vez do Ricardo entrar na via.
O Ricardo fez a saída de onde estávamos (abaixo da pedra que forma um platô) usando a árvore para ajudar (como eu havia feito) e no começo real da via começou a reclamar. Ele fez algumas tentativas, quase subiu mas como é uma bicha fresca mariquinha reclamona e fresca desistiu reclamando de dor nos seus pézinhos... Puxamos então a corda, subimos pela trilha e no topo da crista recuperei os mosquetões e fita da parada. De lá seguimos para o topo da Pedra onde montei o top rope na via logo atrás do cume sendo que a Paula também reclamou e não a escalou e o Ricardo foi quase até o final mas também reclamou e ficou chorando por dor nos pés com "dodói" (que ele inventou).
Mais uma vez subi na parede e depois que desarmei o top fomos até a via Falanges Vermelhas, um 6sup bem constante onde o crux é aguentar a dor nos dedos. Nessa via, logo depois de passar a 2ª costura da via tive que fazer uma pausa para recuperar meus dedos (estavam bem frios com o vento e doiam muito naquele começo com aqueles pequenos regletes afiados e gelados). Fiquei algum tempo os esquentando e depois segui indo até seu final sem sofrer tanto. Depois disso foi só rapelar até a base, arrumamos as mochilas e seguir pela trilha até o carro. A trilha está super erodida em alguns trechos e a vegetação bem grande e verde, não me lembro de ter visto o local tão verde como hoje (principalmente porque na última vez que havia subido pela trilha da Minha Deusa havia tido uma queimada e tudo que se via era cinza).
Durante a descida aproveitei para recolher o lixo deixado por alguns FDP PORCOS no caminho (tinha desde muitas garrafas d´água até garrafa de bebida alcooólica, pacote de pão de forma, de bolacha e até uma sola de tênis!!!). Sempre que vejo lixo em trilha fico pensando o que um imbecíl que joga o lixo em um lugar desse tem na porcaria da cabeça. Com certeza é um porco vagabundo que não merece a merda de vida que leva e a lavagem que come (e provavelmente é aquele pessoalzinho que sobe só um pedaço da trilha para fumar seu cigarrinho no meio da natureza, não sei porque a polícia não faz uma batida por lá para tirar esses vagabundos antes que fechem o lugar achando que todos que sobem são drogados como esses imbecís)!
E por falar em comida, antes de voltar para São Paulo eu e a Paula fizemos uma pausa no Califa para uma esfiha e depois seguimos nosso caminho pela Fernão Dias.
As fotos tiradas durante a caminhada e escaladas já estão aqui no site no link escaladas pedra grande atibaia e o arquivo para GPS atualizado com a Trilha dos Monges também está pronto para download.


sábado, 25 de abril de 2009 - escaladas no Visual das Águas e passeio em Paranapiacaba
Na última Sexta-feira fui eu, o Victor, o Osvaldo e o Eduardo para Bragança Paulista escalar no Visual das Águas. O Victor me buscou em casa por volta das 10h30 e, depois de passarmos na 90 graus para ele buscar sua cadeirinha e sapatilha seguimos rumo a Fernão Dias, nos encontrando com o Eduardo e o Osvaldo no Frango Frito de Atibaia. De lá seguimos para o Visual parando apenas no mercadinho no caminho para comer e comprar alguns lanches e logo estávamos na base das vias nos equipando.
Entrei primeiro na Domingo de Chuva (um 6a com crux de equilíbrio em regletes na saída) na Pedra da Sombra sendo seguido pelo Osvaldo. Depois disso o Osvaldo entrou na Via da Chapeleta e depois de cerca de meia dúzia de tentativas desistiu para evitar machucar (mais ainda) os dedos. Essa via pelo guia de escaladas da região é um 7a. Entretanto, o guia é antigo e quando eu a escalei, isso há uns 3 anos pelo menos, havia uma agarra chave muito melhor em sua saída. Além disso, eu nunca mais tinha conseguido repetí-la depois da quebra dessa agarra. Depois da desistência do Osvaldo resolvi também tentar repetí-la. Tentei uma, duas, três vezes e sempre caindo no seu crux (logo na saída) por causa da dor nos dedos por causa da agarra que era pequena e agora quebrada se tornou minúscula. Desci, descansei mais um pouco, me concentrei na sequência de movimentos que tinha que fazer e a via saiu! Se ela era realmente um 7a antes (e eu acho que era) agora com certeza é um 7b ou até mais. A agarra que quebrou é a principal para a mão esquerda sendo que antes era um reglete dolorido em oposição para quatro dedos, agora cabem - e muito mal - apenas dois!
Saindo dessa parede tirei as costuras da via da Chapeleta mas deixei a Domingo de Chuva equipada para o Eduardo que estava acabando de escalar como Eduardo a Água Mole e fui como Osvaldo para a via Dia do Coringa, um outro 7a. O Osvaldo entrou equipando e depois de chegar ao final da via desceu deixando as costuras na parede. Eu já tinha entrado nessa via há muitos anos também e consegui fazer sua repetição sem nenhum problema, chegando rapidamente em sua parada onde aproveitei para algumas fotos.
De lá fomos então para a Tribal, outro 7a e para mim a via mais bonita do lugar com uma saída mais atlética em boas agarras com crux de equilíbrio na sua segunda parte. Eu havia a escalado na semana passada com o Victor mas tinha levado uma queda no seu crux. Novamente o Osvaldo entrou primeiro e deixou as costuras para que eu entrasse na sequência. Mais um 7º grau para o dia! Até aquele dia o máximo que eu havia feito em um mesmo dia era escalar duas vias de 7º grau (encadenando) e tinha acabado de quebrar meu "record" com o terceiro 7º grau do dia!
O Osvaldo meio revoltado por ter levado algumas quedas em algumas das vias que escalamos resolveu então entrar em um outro 7º grau para tentar a cadena, entrando então na Água que Passarinho não Bebe, outro 7a, agora na Parede do Visual. Dessa vez ele subiu passeando na parede e a encadenou sem nenhum problema - só furando o dedo em um espinho mas que não o impediu de terminá-la. Eu, aproveitando o dia que estava muito bom para minhas escaladas resolvi também entrar na via. A saída foi bem mas sofri um pouco logo que cheguei com as mãos no platô da via. Lá tive que ficar alguns bons segundos respirando fundo, posicionando melhor os pés e descansando os braços completamente bombados mas consegui completar mais uma via! Da parada da via desci e começamos a arrumar as coisas já que o Sol havia se posto e a luz estava acabando. Juntamos todos nossas tralhas e descemos para o carro onde comemos um lanche antes de fazer o lanche oficial em Bragança, antes de voltar para São Paulo.
Esse foi um dia que realmente rendeu para mim, além de ter feito um 6º grau para aquecer encadenei 4 vias de 7º grau na sequência (Via da Chapeleta, Dia do Coringa, Tribal e Água que Passarinho não Bebe)! Com certeza foi um dia para sair de lá com o ego bem elevado e me sentindo preparado para encarar as vias maiores que estão nos meus projetos de escalada para esse ano. Algumas fotos estão no link escaladas visual das águas.
Hoje, recuperando os dedos das escaladas de ontem fui só fazer um passeio normal e fotografar em Paranapiacaba com a Paula, Gabriel, Elio e Ilda. Saímos de São Paulo logo depois do almoço e passamos a tarde andando e fotografando pela antiga cidade, trens e museu de Paranapiacaba - que como sempre estava envolvida por neblina e muito atrativa para fotografias.
De lá voltamos para São Paulo e amanhã iremos para Atibaia subir a Pedra Grande por uma de suas trilhas e ainda aproveitar para algumas escaladas em seu cume.
As fotos de paranapiacaba também já estão aqui no site no link paranapiacaba.


sexta-feira, 24 de abril de 2009 - Atualizações no site (busca, calendário etc.)
Nos últimos dias fiz algumas atualizações no meu site pessoal. Entre as novidades principais estão os links calendário 2009 onde é exibida uma lista das escaladas e caminhadas realizadas durante a temporada atual de montanhismo e escalada (com direito a link para os textos descritivos e respectivas fotografias) e o link busca que procura em todos as páginas do site, inclusive postagens do blog, por palavras chave, facilitando assim encontrar informações e dicas sobre viagens e locais visitados anteriormente.
Além disso houve mudança não visível no site. Os posts do blog agora são salvos com título melhor para facilitar sua localização e identificação pelo sistema de busca e um dos bugs na exibição de algumas imagens antigas nas postagens foi solucionado. Também atualizei o link lojinha com mais ítens novos e usados que estou vendendo e para mudar também um pouco do foco do site, ou melhor: ampliar, postei falando sobre algumas bandas que gosto com direito a alguns vídeos do youtube com músicas (e pretendo postar mais).
E voltando ao tema principal do site, escalada, hoje (já que agora já é Sexta-feira) irei com o Victor e o Osvaldo escalar no Visual das Águas em Bragança Paulista. Além de escalar vou aproveitar para estrear a Canon G10 que recebi há poucos dias e será usada para documentar com mais qualidade as minhas escaladas por aí (não levo mais a Canon EOS 5D em paredes, é muito mazoquismo!).
No próximo mês devo fazer algumas escaladas maiores e por enquanto estou me preparando para isso. É só esperar que assim que for confirmado posto as novidades e imagens aqui!


quinta-feira, 23 de abril de 2009 - Ragnarok(UK) - black metal inglês
O Ragnarok(UK) - não confunda com a banda norueguesa de black metal ainda na ativa Ragnarok - é uma banda inglesa formada em 1988 e atualmente extinta. Pela classificação achada na internet é uma banda de Pagan/Folk Black Metal.
Eu conheci essa banda no final da década de 90 pro começo desse século quando costumava ir até a galeria do rock em São Paulo para procurar CDs de "novas" bandas. Na época eu procurava bastante coisa de black metal (fora do tradicional puxando para celta, folk etc) e encontrei o album To Mend the Oaken Heart. Depois disso foram alguns anos e consegui o outro CD da banda, Domgeorn. Até hoje não consegui os demos da banda.
O Ragnarok(UK) alterna muito entre vocais graves e vocais rasgados e seu ritmo também muda de uma música para outra entre um lento ritmado - às vezes até tribal - e outro super rápido bem típido do black metal tradicional.
 
Discografia Ragnarok(UK)
Ragnarok - demo (1991)
Völuspá - demo (1991)
Beloved of the Raven God - demo (1995)
To Mend The Oaken Heart - CD album (1996)
Domgeorn - CD album (1999)
 
Última formação da banda
Deörþ - Vocals, bass, acoustic guitar, keyboards
Stenfält - Guitar, backing vocals
Sean Barry - Celtic harp
Richie F. Ewok - Bodhran, side drums, whistles
Giovanna Fella - Vocals
David Youll - Keyboards
Phil Tyler - Fiddle
 
Mais sobre a banda
 
Abaixo 6 vídeos: 3 do album To Mend the Oaken Heart e 3 do Domgeorn com destaque para Legions of Death, I Hear the Mountain, Where Once Ravens e Fortuna Imperatrix Mundi (sim, da Carmina Burana de Karl Orff só que em versão black metal). Algumas letras você encontra em http://www.metal-archives.com/band.php?id=784.
 
To Mend the Oaken Heart

Passion to a Golden Dawn

Where Once Ravens

Fortuna Imperatrix Mundi

Domgeorn

Ni Fuil An Sabras Aðragad Deað

I Hear the Mountain

Legion of Death


quarta-feira, 22 de abril de 2009 - Evol - um pouco de black metal italiano
Além de gostar de escalada e Iron Maiden, temas comuns nos posts aqui no meu blog, gosto muito de algumas bandas de black metal. Uma delas, que pela classificação que se acha na internet é de Atmospheric Medieval/Folk Black Metal é a banda italiana Evol (infelizmente extinta e com alguns dos membros atualmente na banda Death Dies - mas não é a mesma coisa).
Eu conheci essa banda em 1998 no colégio que eu dava aulas particulares de Química, Física e Matemática para reforço de alunos de escolas particulares da região de Moema em SP. Lá, um dos outros professores - que também esqueci o nome - apareceu uma vez com uma revista francesa que tinha vindo com um CD de Black Metal e entre as músicas estava a "Il Principe di Anghisha". Ele fez uma cópia do CD para mim (na época nem existia o formato mp3 e internet discada com plano de 10hs mensais era padrão na UOL) e digo que foi "paixão a primeira audição".
O que difere, para mim, o Evol de outras bandas de black metal é que eles não são apenas uma banda com som pesado, rápido e vocais rasgados. Eles sempre alteram em suas músicas partes lentas com rápidas e vocais graves masculinos, razoavelmente líricos femininos e o tradicional vocal rasgado do black metal.
Depois disso passei alguns anos atrás dos CDs da banda, levando alguns anos para conseguir todos, até que hoje quase completei minha coleção ao receber a fita K7 com a 2ª demo da banda (ta certo que nem tenho onde ouvir, mas ela está aqui na coleção!). Agora só falta o EP Picture (vinil) Tower of the Necromancer (esse vai ser difícil conseguir já que foi uma edição hiper limitada) mas vamos esperar até aparecer à venda por aí.

Discografia Evol (Italia)
The Tale of the Horned King - K7 Demo, 1993
The Dark Dreamquest Part I - K7 Demo, 1994
The Saga of the Horned King - CD album, 1995
Dreamquest - CD album, 1996
Ancient Abbey - CD EP, 1998
Portraits - CD album, 1999
Tower of the Necromancer - vinil EP, 2000
Dies Irae - CD Compilação com as 2 primeiras K7 demo, 2001

Além disso havia a pretenção de ser lançado um CD duplo ao vivo: De Bello Gallico, que infelizmente nunca foi lançado pela Adipocere, gravadora que lançou todos os outros CDs da banda.

Última formação da banda
Giordano Bruno (Prince of Agony) - Vocals, Synth, Lyrics (Glory)
Suspiria (Princess of Disease) - Female Vocals
Samael Von Martin (Lord of Sorrow) - Guitar (Death Dies, Satanel, Abhor (Ita), Glory)
T-Rex (Marquis of Rex Tenebrae) - Bass (Death Dies, Abhor (Ita))
Demian de Saba (Count of Insanity) - Drums (Abhor (Ita), Satanel, Death Dies)

Mais sobre a banda
http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=27285702

Abaixo dois vídeos que postei no youtube com duas das minhas músicas preferidas da banda, ambas do album Portraits. A própria Il Principe di Anghisha que me apresentou a banda e Once Upon a Time... com uma das melhores letras que já vi (clique no nome da música para ver suas letras ou ative anotações no vídeo da "Il Principe...").


Il Principe di Anghisha

Once Upon a Time...


segunda-feira, 20 de abril de 2009 - Flight 666 e Maiden Day - 21/Abril
Na virada de hoje para amanhã (21/04) teremos a apresentação e lançamento oficial do filme "Iron Maiden: Flight 666" no que foi chamado pelo Iron Maiden como "Maiden Day". Mesmo eu tendo o privilégio de ter assistido a premiere mundial no Rio de Janeiro em Março, daqui a pouco vou para o shopping Anália Franco aqui em São Paulo onde às 0h01 começa a exibição do filme (veja aqui fotos da Premiere do filme no Cine Odeon - RJ).
Outra novidade anunciada essa semana é o lançamento do documentário Flight 666 e vídeo de show da primeira fase da turnê Somewhere Back in Time no dia 25 de Maio. Dessa vez o lançamento será em DVD (duplo com documentário e show), CD duplo do show, Picture Disc e pela primeira vez também em Blue-ray. O documentário é o mesmo apresentado nos cinemas e o show é uma compilação com o setlist da primeira fase da turnê com cada vídeo de música gravada em um país por onde pasou a turnê.
A lista das músicas com respectivos países e datas do show do DVD duplo, Blu-ray e CD duplo segue abaixo:
- ACES HIGH - Bandra Kurla Complex/Mumbai, India - February 1, 2008
- 2 MINUTES TO MIDNIGHT - Rod Laver Arena/Melbourne, Australia - February 7, 2008
- REVELATIONS - Acer Arena/Sydney, Australia - February 9, 2008
- THE TROOPER- Makuhari Messe/Tokyo, Japan - February 16, 2008
- WASTED YEARS - Arena Monterrey/Monterrey, Mexico - February 22, 2008
- THE NUMBER OF THE BEAST - The Forum/Los Angeles, USA - February 19, 2008
- CAN I PLAY WITH MADNESS - Foro Sol/Mexico City, Mexico - February 24, 2008
- RIME OF THE ANCIENT MARINER - Izod Center/New Jersey, USA - March 14, 2008
- POWERSLAVE - Saprissa Stadium/San Jose, Costa Rica - February 26, 2008
- HEAVEN CAN WAIT - Palmeiras Stadium/Sao Paulo, Brazil - March 2, 2008
- RUN TO THE HILLS - Simon Bolivar Park/Bogota, Colombia - February 28, 2008
- FEAR OF THE DARK - Ferrocarril Oeste Stadium/Buenos Aires, Argentina - March 7, 2008
- IRON MAIDEN - Pista Atletica/Santiago, Chile - March 9, 2008
- MOONCHILD - Coliseo de Puerto Rico/San Juan, Puerto Rico - March 12, 2008
- THE CLAIRVOYANT - Pedreira Paulo Leminski/Curitiba, Brazil - March 4, 2008
- HALLOWED BE THY NAME - Air Canada Centre/Toronto, Canada - March 16, 2008
Vamos ver se sai algo sobre a "Final leg" da turnê Somewhere Back in Time ou se a próxima novidade será o 15º album de estúdio da banda, previsto para 2010.
UP THE IRONS!


sábado, 18 de abril de 2009 - Escaladas no Visual das Águas (Bragança Paulista)
Hoje fui com o Victor, um novo parceiro de escalada que me foi apresentado ontem pelo Osvaldo, escalar algumas vias no Visual das Águas em Bragança Paulista. Marcamos de nos encontrar aqui em casa e por volta das 11hs da manhã pegamos estrada e depois de uma breve pausa para comprar um lanche chegamos ao local de escalada que, apesar de ser Sábado, estava completamente vazio (a maioria dos escaladores que costumam ir lá devem ter viajado).
Pegamos as mochilas e depois de 5 min de caminhada estávamos nos equipando na base da Liló, um 5ºsup legal para aquecer antes de esfarelar os dedos em outras vias. Subi equipando a via, desci deixando as costuras e na sequência o Victor a escalou. De lá fomos então na via Domingo de Chuva, que no croqui diz ser um 6a mas acho que é um pouquinho mais. Novamente subi equipando e depois de algumas tentativas doloridas na sua saída (o crux da via) o Victor desistiu deixando sobrar mais dedos para outras vias e eu a subi novamente para sua limpeza (tirar as costuras).
Fomos então até a Água de Cheiro, um 5º grau estranho em móvel que o Victor fez para treinar. Como eu já fiz essa via e não gosto muito dela nem a repeti. De lá fui então encarar algo mais forte, entrando na Tribal, um 7a muito bonito com movimentos fortes em agarrões, lances em regletes minúsculos, oposição e equilíbrio, muito equilíbrio!
De lá o Victor entrou para equipar a via Água que Passarinho Bebe, um outro 6º grau muito legal com o crux em uma passada de uma barriga na parede. Entrei também nessa via e logo depois arrumamos nossas coisas e descemos para novamente pegar a estrada, agora de volta para São Paulo fazendo apenas uma pausa em Atibaia para uma esfiha no Califa.
Para um dia que eu ficaria ou em casa ou no máximo faria alguma caminhada leve, foi excelente! Um parceiro muito legal com gostos parecidos e um dia com tempo excelente na rocha. Algumas das poucas fotografias tiradas hoje estão no link escalada visual das águas.


sexta-feira, 17 de abril de 2009 - Travessia Marins - Itaguaré com parte à noite e muita chuva
Ignorando a previsão do tempo que realmente dizia que vinha chuva, eu e o Leandro saímos de São Paulo na 3ª feira (dia 14/04) rumo a Piquete com o intuito de fazer a travessia Marins - Itaguaré.
Na saída de São Paulo passamos no supermercado onde compramos os mantimentos para os próximos 3 dias e depois de 250 km de estrada estávamos estacionados no Acampamento Base Marins conversando com o Milton e acabando de ajeitar as mochilas. Às 18h10, logo depois dos últimos raios de luz iluminarem a montanha começamos a subida para o Pico dos Marins onde só chegamos às 23hs já que não foi muito fácil achar a trilha em alguns trechos no escuro.
Montamos nosso acampamento, cozinhamos um bom macarrão semi-pronto (não miojo!) e depois fomos dormir. No dia seguinte acordamos antes das 7hs e lentamente tomamos nosso café da manhã, desarmamos o acampamento e às 9h30 em ponto começamos a descida embaixo de uma forte neblina.
Passamos pelo ponto de água onde completamos nossas reservas e logo seguimos a trilha tendo um pouco de dificuldade para atravessar embaixo de uma forte chuva o vale encharcado entre o ombro do Marins e o começo da subida do Marinzinho. Continuamos a caminhada sob uma chuva que ia e voltava, passamos pelo cume do Marinzinho e depois de mais algumas horas chegamos ao cume da Pedra Redonda onde fizemos mais uma pausa para lanche. De lá a trilha segue mais por mato, não tanto crista de rocha e fomos seguindo sob forte neblina e alguns momentos de chuva por mais longas 4 horas até o acampamento base do Itaguaré, onde chegamos completamente encharcados às 17h30 e sem ter visto por um minuto sequer a paisagem já que a neblina e chuva nos acompanhou o dia todo.
No acampamento montamos a barraca, colocamos a comida no avance e deixamos as roupas molhadas e mochilas do lado de fora (não tinha como molhar mais do que já estava) e comemos algumas bolachas e pão antes de cairmos em sono profundo. Esse trecho da trilha foi muito cansativo e estressante, como não tivemos em momento algum como nos orientar visualmente, muitas vezes achávamos que estavamos andando em círculo, indo pro lado errado ou já passado por algum trecho. Realmente se estivessemos sem o GPS com a trilha marcada que eu tinha feito no ano passado não teríamos concluído a travessia!
A noite toda ventou muito e choveu e no dia seguinte acordamos ainda embaixo de forte neblina. Comemos um lanche ainda dentro da barraca e depois de tomar coragem saímos para calçar as botas encharcadas, colocar tudo dentro das mochilas e começar a descida, o que fizemos por volta das 8h45 - nem subimos até o cume do Itaguaré já que ele possui muitas rampas de pedra que estariam muito molhadas e não queríamos escorregar até alguma de suas paredes verticais.
A descida foi tranquila - tirando os primeiros trechos em rampa de pedra molhada - e mesmo com longas pausas em um dos pontos de água (o primeiro riacho que atravessamos) e o Leandro tendo que voltar um trecho para reencontrar seu óculos perdido chegamos ao final da trilha às 11h30 onde só paramos para algumas fotos e seguimos a caminhada pela estrada de terra.
A volta pela estrada de terra é longa, com cerca de 16 km de extensão, mas tranquila. É quase toda plana com algumas poucas subidas e descidas e depois de algumas pausas para lanche, descanso e pegar mais água chegamos às 15h45 ao Acampamento Base Marins onde havíamos deixado o carro.
Lá tomamos um merecido Gatorade gelado, conversamos com o Milton, separamos as tralhas e pouco depois das 16h30 fomos embora fazendo apenas uma pausa no trevo de Piquete para um ótimo jantar! Durante a descida da serra comentávamos que o ideal seria achar um restaurante que tivesse um arroz, feijão, ovo, bife, salada e quando paramos no Estrela do Sul e perguntamos se tinha jantar foi exatamente o que nos ofereceram! Simplesmente perfeito!
De lá foram só mais uns 230 km de estrada e por volta das 21hs já estava em casa pronto para um merecido banho (agora não de chuva) e um bom descanso.
A travessia foi muito legal porém estressante. A subida do Marins à noite é muito diferente de subir de dia e fazer a travessia com tempo completamente nublado, chuva, 10ºC de temperatura e molhados exige muito do físico e do psicológico, algumas vezes passou por nossas cabeças a idéia de desistir e em muitos momentos não tínhamos certeza se terminaríamos o trecho antes de escurecer. Mas valeu muito a pena!
As fotos já estão disponíveis no link travessia marins-itaguaré.


segunda-feira, 13 de abril de 2009 - Pico Paraná, Pico Caratuva e Pico Itapiroca
Nos últimos dias estive com a Paulinha na Serra do Mar paranaense para subir algumas de suas montanhas. Subimos durante dois dias de caminhada pela região o Pico Paraná, ponto culminante da região Sul do país e também os picos Caratuva e Itapiroca.
No dia 9 saímos de São Paulo quase na hora do almoço e depois de uns 370 km de estrada pela ruim e agora pedagiada Regis Bittencourt (BR116) chegamos a fazenda Pico Paraná. Na fazenda logo armamos nosso acampamento, fizemos o jantar e fomos dormir colocando o despertados para às 6hs da manhã.
Na Sexta-feira, dia 10, acordamos com o despertador e bem devagar tomamos o café da manhã e acabamos de arrumar as tralhas para a caminhada. Saímos do acampamento e começamos a subida às 8hs por uma trilha super aberta e sem possibilidade de engano. Fomos subindo, subindo e subindo fazendo poucas pausas para descanso e algumas outras poucas para fotografar e logo estávamos na bifurcação que divide as trilhas do Pico Paraná e do Caratuva, que sai à esquerda e é marcada com umas fitas amarelas.
Seguimos pela trilha do Caratuva, mais fechada que a trilha anterior mas ainda assim bem demarcada e sem ter como errar e às 11hs estávamos no seu cume apreciando a vista do Pico Paraná e comendo um lanche. Lá ficamos pouco mais de meia hora e logo começamos sua descida em direção ao Pico Paraná. No início saímos um pouco da trilha tendo que voltar alguns metros até achar sua principal que começa em meio a um mar de Caratuvas e depois entra em mata fechada com árvores maiores. Apesar de não tão aberta não tivemos muito problema durante a descida. A trilha segue pequena mas aberta o suficiente para ser seguida e quando começaou a fechar de vez fomos seguindo pelo leito de um rio quase seco onde aproveitamos para pegar um pouco mais de água. No final ela saiu na trilha principal do Pico Paraná pouco antes do seu último ponto de água, próximo do acampamento 1.
Como já estava ficando tarde e muita gente havia subido para acampar no Pico Paraná (e nós tínhamos "perdido" tempo subindo o Caratuva antes), achamos mais sensato deixar já no acampamento 1 nossa baraca e sacos de dormir, esconder uma das mochilas com fogareiro, comida e roupas e subir mais leves até o cume do Pico Paraná e voltar no mesmo dia ao acampamento. E assim seguimos saindo do acampamento às 15h20 chegando no cume do Pico Paraná duas horas mais tarde.
No cume assinamos o livro, fizemos algumas fotos e logo começamos a descer. Durante as outras duas horas de descida e retorno para o acampamento apreciamos um belo Pôr do Sol com mar de núvens e depois de recuperar a mochila escondida chegamos ao nosso acampamento por volta das 18h30 totalizando nesse dia 10h30 de caminhada, 12,3 km percorridos e 1.519 m de desnível de subida e 970 m de descida (meu record de desnível em apenas um dia)! No acampamento fizemos o jantar e logo fomos dormir.
No dia seguinte, Sábado, acordamos com o despertados 6h30 e novamente devagar tomamos o café da manhã e arrumamos nossas coisas. Iniciamos a caminhada pouco depois das 8hs e seguimos pela trilha principal até a bifurcação para o Pico Itapiroca, o qual subimos até seu cume também.
No cume do Itapiroca mais umas fotos, assinamos o livro de cume e começamos a descida rumo a Fazenda Pico Paraná. A descida foi tranquila com poucas pausas e às 13hs estávamos no carro trocando de roupas. Na sequência foi só jogar tudo no porta malas e, aproveitando que era cedo, pegar a estrada de volta para São Paulo sem arriscar pegar o trânsito de final de feriado que poderia ter no dia seguinte.
O retorno foi tranquilo com apenas uma pausa para almoçar e no começo da noite estávamos em casa, cansados mas satisfeitos pelos 3 cumes alcançados nos dois dias de caminhada.
As fotos já estão disponíveis no link Pico Paraná e arredores e para download os arquivos para GPS das trilhas percorridas.


quarta-feira, 8 de abril de 2009 - Drogas e escalada... uma mistura autossabotadora
Todas as pessoas que me conhecem sabe que sou realmente antidrogas e nunca deixei de expressar isso no meu site, orkut, msn ou pessoalmente. E antes que perguntem, eu não sou santo e nem evangélico querendo salvar o mundo, sou simplesmente um ateu convicto que usa a racionalidade para ver - e tentar mostrar - que qualquer ação tem uma reação, ou seja, o que você faz tem efeito no mundo que o rodeia e, além disso, o mundo é o que fazemos dele.
Eu poderia passar o dia todo enumerando motivos para essa minha atitude de ativista antidrogas mas vou só colocar alguns para começar esse meu post:
- Usuário de droga sustenta traficante. Isso é fato! Quem vem com papo que tráfico é só por causa de "drogas pesadas" (o que seriam drogas leves?) é imbecil ou no mínimo cego. É só assistir um pouco os telejornais ou ler um pouco e verá quantas apreensões ocorrem (de drogas leves, pesadas, moderadas ou o quer que queiram chamar).
- Tráfico de drogas gera violência. Outro fato! Os traficantes não são comerciantes bonzinhos querendo apenas pagar suas contas. Nas favelas (ou comunidades para os politicamente corretos) há muita gente boa, caso você nunca tenha parado para pensar provavelmente o faxineiro ou porteiro que você conhece mora em uma. Mas favela também é local onde os traficantes se escondem, geram medo na população e literalmente se matam por território para vender mais drogas.
- Se existe comprador sempre existirá traficante. Lei da oferta e da procura. E quem acha que o seu "cigarrinho para relaxar" não afeta a sociedade é um alienado ou otário - eu acho que tende mais a otário mesmo.
Você pode retrucar falando das drogas legalizadas (alcool, fumo etc.) também afetam a sociedade. Eu concordo plenamente. Todo dia temos pessoas atropeladas ou que apanham em casa por causa de alcoólatras (felizmente a nova legislação que pega pesado com motoristas alcoolizados está funcionando) e outras que morrem de cirrose alcoólica ou câncer de pulmão. Só que ao meu ver isso afeta muito menos a sociedade do que os milhões de Reais do tráfico. E tem uma diferença, beber uma cerveja - como eu bebo de vez em quando em casa no jantar - é bem diferente de fumar um cigarrinho de maconha no final da tarde - a não ser que você tenha sua plantação própria ela veio de algum traficante e tem sangue de muita gente nela.
Agora o que isso tem a ver com a escalada já que no título falo que Drogas e Escalada são uma mistura autossabotadora?
Se você é escalador já deve ter percebido que alguns "points" de escalada são paredes em morros onde você encontra favelas. E você já deve ter percebido como essas favelas costumam ser "dominadas" por traficantes que definem suas leis, inclusive quem entra e quem sai através da lei do silêncio e do medo. Enquanto de um lado você não consegue escalar por falta de segurança e riscos do outro lado você visita seus amigos traficantes para comprar um baseado, não acho isso uma coisa muito inteligente...
Outra coisa que tenho visto também são muitas áreas de escalada sendo fechadas. Ao meu ver isso se deve a um fato simples que me deixa envergonhado: depois que comecei a escalar (isso há quase 10 anos), passei a achar que em show de rock tem pouco maconheiro. Infelizmente vejo que escalador maconheiro hoje em dia é maioria.
Mas voltando ao assunto, agora se coloque no local de um fazendeiro ou sitiante proprietário de uma terra de onde vem o seu sustento e que, por obra do acaso, tem uma parede de rocha com grande potencial para escalada. Se você fosse ele, você gostaria de ver pessoas dentro de sua terra na base da parede "fumando um"??? Eu teria a mesma atitude e fecharia o local (no mínimo!).
Não acredito que essa postagem no meu blog vá mudar o modo de pensar dos usuários de drogas (estou usando palavras mais leves, mas o que realmente estou pensando é: drogados imbecis), mas quem sabe, se algum ainda tiver neurônios funcionando e bom senso esse texto pode fazer ele pensar...
E enquanto isso, você usuário, quando for escalar deixe sua filha ou irmã pequena na casa do seu vizinho pedófilo e não esqueça de assaltar alguém no caminho da parede para financiar seu próximo cigarrinho e lanche na hora da "larica". Para mim vocês estão todos no mesmo barco.
 


segunda-feira, 6 de abril de 2009 - Mais escaladas em São Bento do Sapucaí
No Sábado cedo saímos de São Paulo a Paula, o Tiago e eu rumo a São Bento do Sapucaí. Depois de uma breve pausa para almoço em Santo Antônio dos Pinhais chegamos em São Bento e fomos direto para a Pedra do Bau.
Estacionamos o carro, pegamos água e com as mochilas nas costas começamos a trilha que segue direto até o início das escadas da face Norte da Pedra do Bau onde chegamos depois de 30 min de trilha bem íngreme. As vias que queríamos fazer nesse dia ficam logo à esquerda da escada da face Norte, no campo escola CEU (em homenagem ao Centro Excursionista Universitário, que inclusive por causa de brigas na região disse ultimamente que não quer o nome relacionado ao local, mas eles que se entendam com suas picuinhas e isso não vem ao caso...) e logo que lá chegamos nos equipamos e eu subi equipando a primeira via, a "C.E.U.", um 4º grau em móvel bom para treinar colocações de peças.
Na sequência a via foi escalada pela Paula e depois pelo Tiago, que subiu guiando e na descida aproveitou para limpá-la. Na sequência entrei então na via "A vingança do Suruburço", um 5º que sobe em uma linha reta direta até o seu final, 30m do chão. Essa via foi também escalada pela Paula e depois pelo Tiago, primeiro em top rope e depois guiando.
Como já era tarde e começando a anoitecer guardamos os equipamentos e, para aproveitar onde estávamos, subimos ainda até o topo da Pedra do Bau pela escada. Lá em cima, já escuro, fizemos uma breve pausa e começamos a descida. No caminho de volta encontramos ainda um grupo semi-perdido na trilha e fomos juntos até o estacionamento. De lá supermercado, comer no alojamento do Eliseu, um merecido banho e dormir.
No dia seguinte, Domingo, acordamos por volta das 7hs, fizemos nosso café da manhã e depois de arrumarmos as mochilas saímos para a Ana Chata. Deixamos o carro, começamos a subida pela trilha e 40 min depois estávamos na base da via "Tom Sawyer", um 3º/4º com saída um pouco complicada e que segue toda ao lado de fendas com proteções móveis. A Paula acabou desistindo de subia então escalamos só eu e o Tiago.
A subida foi tranquila, eu guiando com o Tiago limpando se segundo e logo chegamos na 2ª parada que é em comum com a via "Lixeiros", seguindo por ela até sua 3ª parada onde eu fiz uma proposta indecente de seguirmos pela "Cavaleiro das Trevas", um 4º VII, e o Tiago aceitou.
Deixei então a mochila na parada e entrei no crux da via, um 7º grau levemente negativo mas com boas agarras, lembrando um pouco escalada em ginásio. Depois de algumas tentativas o lance foi passado então parei na 4ª chapeleta onde fiz o içamento das mochilas (teria sido muito complicado escalar aquele lance com mochila pesada carregando água, tênis e equipo de foto nas costas!). De lá segui até sua parada em uma única chapeleta e desci de rapel até as mochilas para recuperá-las, levando a minha até a parada e a do Tiago até uma proteção mais acima, de onde a via ficava bem mais tranquila. Depois disso, de volta a parada montei a seg para o Tiago e depois de alguns poucos minutos ele estava na parada e pronto para continuarmos a subida.
Depois desse lance de 7º grau na via o resto ficou muito tranquilo de passar. Mesmo com a via tendo algumas boas fendas para colocação de proteções móveis, como eu estava com um pouco de pressa para chegar ao topo e descer (a Paula já devia estar nos esperando há algumas horas), subi esticando suas enfiadas só protegendo em algumas poucas chapeletas entre as paradas (na verdade as 2 últimas enfiadas tem apenas uma chapeleta entre os seus 30 m de escalada), mas tudo correu bem e por volta das 15hs estávamos no topo da Ana Chata.
Lá fizemos algumas fotos, comemos um merecido lanche, calçamos os tênis e começamos a descida. A descida foi em ritmo de corrida de aventura, descemos muito rápido (quase correndo) e 40 min depois de saírmos do cume estávamos no carro trocando de roupa, bebendo água e pegando estrada.
No caminho de volta paramos só em Santo Antônio do Pinhal para um chá com pêssego e capuccino e depois seguimos para São Paulo onde, depois de um pouco de trânsito na Ayrton Senna e muita chuva, chegamos por volta das 20hs. As fotos estão disponíveis no link Pedra do Bau e Ana Chata.
 


sexta-feira, 3 de abril de 2009 - ATTPME = Abertura da Temporada Tacio Philip de Montanhismo e Escalada :-D
No último final de semana aconteceu a ATTPME = Abertura da Temporada Tacio Philip de Montanhismo e Escalada, ou seja, chegou a época de escalar mais e subir mais montanhas (o final das chuvas esta chegando)!!!
No Domingo, aproveitando que tanto a Paula quanto meu pai tinham que estrear suas novas sapatilhas de escalada fomos para Pedra Bela onde, entre algumas garôas, escalamos algumas de suas vias. No dia seguinte, sem perder tempo fui com mais um pessoal para São Bento do Sapucaí para mais algumas escaladas pela Pedra da Divisa.
Esse final de semana voltarei para São Bento. Agora com a Paula e o Tiago a pretenção é escalar algumas esportivas light no Sábado e alguma tradicional no Domingo - e a previsão do tempo está favorável.
E os planos não param por aí, já está chegando o feriado de páscoa que devo aproveitar em algumas montanhas (a confirmar onde) e logo depois algumas travessias e escaladas com alguns amigos que estão de férias esse mês.
Agora é arrumar as mochilas, separar o equipo de escalada e montanha e pegar estrada!


quinta-feira, 2 de abril de 2009 - Iron Maiden: Flight 666
Dia 21 de Abril será o dia da apresentação oficial do filme Iron Maiden: Flight 666, um documentário sobre a primeira fase da turnê mundial Somewhere Back in Time do Iron Maiden ano passado.
Eu tive o privilégio de assistir a premiere mundial no mês passado no cine Odeon no Rio de Janeiro e acabo de garantir meu ingresso para a apresentação em São Paulo no cine Anália Franco.
Os cinemas da rede UCI (www.ucicinemas.com.br) já começaram a vender o ingresso pela internet e no próximo dia 03 estarão a venda também para as apresentações no cinemark (www.cinemark.com.br). Entretanto é bom ficar de olho pois não são todos cinemas que terão a apresentação, apenas os digitais. Os ingressos podem ser comprados pela internet pelo site www.ingressos.com.br (e felizmente o preço não é mais o mesmo da premiere!!!) :-D
 
 
 


quarta-feira, 1 de abril de 2009 - Escaladas em Pedra Bela e Pedra da Divisa (São Bento do Sapucaí)
No último Domingo fui eu, a Paula, Gabriel, meu pai e minha mãe para Pedra Bela, cidade próxima de Bragança Paulista, para que tanto meu pai quanto a Paula estreassem suas novas sapatilhas de escalada.
Saímos de São Paulo por volta das 10hs e duas horas depois estavamos estacionando o carro e indo até sua base escalar. Logo nos equipamos e subi um dos 3ºs graus do local, montando um top rope e a via sendo escalada logo em seguida pelo meu pai e pela Paula. Subi novamente, mudei o top para a parada de outra via mas antes que eu descesse e alguém pudesse escalar veio a chuva. Desci rápido desmontando a parada e juntando o equipamento e voltamos então para a lanchonete (fechada) onde comemos um lanche e esperamos a chata garôa passar.
Alguns minutos se passaram e, enquanto minha mãe e o Gabriel subiam até o topo da parede pelas novas escadas de acesso, eu, a Paula e meu pai voltamos à base da parede e logo comecei a escalar outro 3º grau da parede. Cheguei na 1ª parada, dei segurança para a Paula e em seguida para meu pai. Saí na 2ª enfiada (um 4º grau) e da parada mais uma vez dei segurança para a Paula (que adrenou um pouco em um lance onde ela escorregou e arranhou o joelho) e novamente para meu pai. No cume todos nos encontramos e logo descemos e pegamos a estrada de volta para São Paulo com a chegada de mais chuva.
Na 2ª feira logo cedo (logo que o rodízio do carro permitiu) saí de casa e fui até a casa do Igor (conheci na 90 graus) onde nos juntamos em 2 carros e seguimos para São Bento eu, o Igor, Marquinho, Alex, Beto e Andréia.
A ida foi tranquila apenas com uma pausa para combustível, outra para almoçar e logo estávamos em São Bento do Sapucaí debaixo de uma forte chuva que levou por água abaixo nossa idéia de escalar naquele dia. Seguimos então para o supermercado para merecidas compras e depois para o abrigo do Eliseu onde passamos o resto da tarde treinando em sua parede de escalada indoor.
A noite chegou, fizemos nosso jantar (macarrão pra variar) e logo fomos dormir. No dia seguinte acordamos cedo e como o tempo estava instável também mudamos nossos planos de escalar alguma via tradicional na Ana Chata e fomos escalar vias esportivas na Pedra da Divisa.
Na Divisa eu equipei a Hellraiser enquanto o Igor equipava a primeira parte (antes do 8º) da via Psicose. Depois disso fomos alternando as escaladas e depois de algum tempo com o Igor botando pilha entrei na It's Only Rock n' Roll But I like It (Rock n´Roll para os íntimos), um 7b que merece essa graduação graças a um grande teto no seu final que é vencido com um movimento de boulder.
Subi a via equipando indo tranquilo até seu descanso (antes do teto) onde fiquei alguns minutos sentado esperando o braço zerar do cansaço do começo da via. Com dicas e segurança do Igor fui então para a saída do teto, onde devo ter levado pelo menos umas 15 quedas e parado para descansar mais 1 hora pelo menos entre uma tentativa e outra.
Depois de muitas e muitas tentativas meu corpo aprendeu o movimento da saída do teto e onde estavam as agarras e depois de mais umas 6 quedas consegui montar no platô sobre o teto e terminar a via. Não a encadenei dessa vez, mas é uma via que com certeza voltarei a entrar muito em breve! Seus movimentos são muito bonitos e agora, sabendo onde estão as agarras chave do crux, é só entrar para a cadena!
Saindo de lá fomos ainda para o setor Pilar Central onde depois do Igor equipar entrei na 1ª enfiada da molhada via Justiça Infalível (tinha goteira na via) e depois disso, com os braços e dedos esgotados fiquei só assistindo a Déia, Marquinho e Beto na mesma via e o Igor nas vias Kaliya e Kali Maya.
Pouco antes de ir embora apareceu por lá também a Luciana, com quem escalei em Pedralva ano passado e em seguida fomos embora, passando pelo abrigo para acabar de juntar as tralhas, fazer compras na lojinha do Eliseu e sair para uma merecida truta no restaurante próximo da Pedra do Bau. De lá mais estrada e por volta das 11h30 estavamos em São Paulo depois do nosso "final de semana de desocupados" em São Bento.
Veja aqui algumas fotos das escaladas em Pedra Bela e Pedra da Divisa.


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